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terça-feira, 10 de julho de 2007

NÃO CORTAR MAIS GRAMA

Leitura: Lucas 10:38-42

Uma só[coisa] é necessária e Maria
escolheu a boa parte. - Lucas 10:42
O presidente da câmara de uma pequena cidade em Kentucky, deixou de cortar o seu gramado no ano de 2005. Ele colocou um sinal na sua propriedade onde se lê: "Na vida há coisas mais importantes do que cortar grama."

Ele disse que tem várias razões para não cortar a relva, uma das quais, a morte da sua esposa que padecia de câncer. Esta perda fê-lo refletir sobre as prioridades da vida. Ele simplesmente gosta de se sentar à noite e observar as flores selvagens, esquilos, e pássaros que agora chegam ao seu quintal. Um membro da assembleia municipal observou: "Se ele gosta assim, tudo bem. Talvez tenha razão. Talvez haja coisas mais importantes do que cortar grama."

O presidente fez-nos pensar sobre prioridades. O que fazemos com o nosso tempo, revela o que pensamos ser importante. Na nossa leitura bíblica de hoje vemos que Marta estava "distraída em muitos serviços" (Lc 10:40). Porém, Maria tomou tempo para se sentar "aos pés de Jesus" e escutar os Seus ensinos. (v.39). Ela talvez se tenha apercebido que não teria muitas mais oportunidades para aprender de Jesus.

Por vezes, tarefas como lavar pratos, cortar a grama, ou trabalhar horas extras num projeto, necessitam de ficar em "lista de espera", para podermos passar tempo com o Senhor, família ou amigos. Isso pode ser mais importante. - AMC

domingo, 8 de julho de 2007

O Crente de Domingo


Êxodo 20.8-9

O grande pecado nos tempos que correm é a violação da santidade do domingo. Há crentes que ficam em paz com sua consciência, assistindo aos cultos de domingo, e um grupo bem menor, durante a semana.


Se Deus fosse ouvir os falsos queixumes de enfermidades, para o não comparecimento à igreja, não caberiam nos hospitais os simuladores.
Inegavelmente, a doença dominical é uma enfermidade própria dos membros das igrejas. Os sintomas são os seguintes:

1- Não interfere no apetite;
2- Nunca dura mais que 24 horas, em cada período;
3- Nenhum médico precisa ser chamado;
4- É sempre fatal, no seu termino, para a alma;
5- É contagiosa.

Regra geral, a doença surge subitamente no domingo pela manhã, a despeito do paciente não sentir nenhum mal estar no sábado à noite.


No domingo ele se levanta saudável e toma um suculento café da manha. O ataque da doença ocorre entre oito e meia a nove e meia e permanece até ao meio dia.


À tarde, o suposto enfermo experiência uma grande melhora, a ponto de ler os jornais dominicais, saindo depois para uma volta pela cidade ou para visitar seu clube. Ao chegar em casa, serve-se de uma deliciosa refeição e então a doença reaparece e o torna inútil e sonolento até as dez horas da noite, quanto obtém uma cura radical, que o torna capaz de assistir pela televisão ao Fantástico e ao Domingo Maior.
Na segunda-feira, o paciente está completamente recuperado e segue faceiro e pontualmente para suas atividades!

George Knight

quarta-feira, 4 de julho de 2007

As quatro confianças de Paulo em meio ao Sofrimento


Leia a Mensagem de Hoje na Igreja:
À medida que você segue Paulo de um país para outro (Romanos 15.19), observa o quanto ele sofreu por amor a Cristo em seu trabalho missionário. Eis uma lista para você meditar com a Bíblia aberta:

Suportou toda espécie de adversidade, deparou-se com todo tipo de perigo extremo (2 Co 11.23-27). Foi agredido pelo populacho, punido pelos magistrados (At 16.19-24; 21.27). Foi açoitado, surrado com varas, apedrejado, dado como morto (At 14.19-20). Esperava, aonde quer que fosse, uma repetição dos mesmos maus tratos e perigos (At 20.23). Se expulso de uma cidade, pregava em outra (At 13.50-51; 14.5-7,19-21). Gastou todo o seu tempo no trabalho missionário, sacrificando para isso seus desejos, seu conforto, sua segurança (At 20.24; Rm 1.14-15; Fp 1.20; 3.8). Persistiu neste sistema de vida até a idade avançada, sem alterações no que se refere à obstinação (At 28.17), ingratidão (Gl 1.6; 4.14-20), discriminação (2 Co 12.15) e deserção (2 Tm 4.10,16). Não foi subjugado pela ansiedade, necessidade, trabalho duro ou perseguição; não se cansou dos longos períodos de aprisionamento; e nem ficou desalentado pela perspectiva da morte (At 21.13; 2 Co 12.10; Fp 2.17; 4.18; 2 Tm 4.17).
Em sua conversão, Paulo fora avisado de que teria de sofrer muitas coisas por amor a Cristo (At 9.16). Quando os sofrimentos chegaram, ele nunca se lamentou ou murmurou, mas sempre glorificou a Deus em meio às tribulações, e tinha mais orgulho de suas cicatrizes adquiridas no campo de batalha do que um soldado de suas medalhas e condecorações (Gl 6.17). Que missionário guerreiro era! O mundo nunca mais viu alguém como o Apóstolo Paulo!



1-
Confiança na Palavra de Deus –
ele era um homem que confiava e conhecia a Palavra de Deus.
A Sua citação em Filipenses 1.19-21 começa com uma citação literal de Jó 13.16. A palavra “sei” vem da grega oida que significa saber com certeza. Paulo está exprimindo a firme confiança no que está para acontecer. Ele tinha certeza de que seria liberto porque sua confiança estava nas promessas de Deus.

Ele fazia afirmações como Romanos 8.28.

E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.

Paul cria que suas provações e adversidades eram temporárias, assim como Jó. Paulo cria no princípio da justiça de Deus conforme o Antigo Testamento (Salmo 34.17,19; 37.39-40; 91.3; 97.10).

Nós também podemos ter a mesma confiança na Palavra de Deus para suportar as provações.
Vejamos Isaías 43.1-3
MAS agora, assim diz o SENHOR que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu.
Quando passares pelas águas estarei contigo, e quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.
Porque eu sou o SENHOR teu Deus, o Santo de Israel, o teu Salvador; dei o Egito por teu resgate,



2-
Confiança nas orações dos santos –
Paulo sabia que Deus trabalha e realiza seus próprios planos em associação com as orações dos crentes. Pedia que a Igreja orasse por ele.
Vejamos Romanos 15.30 e Efésios 6.19.

Quando sabia que mais pessoas oravam por ele, mais confiança ganhava, porque conhecia a verdade de Tiago 5.16.

Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.


3-
Confiança na provisão do Espírito Santo –
Paulo estava certo de que o Espírito Santo lhe concederia o que precisasse para sustenta-lo em qualquer situação. A Palavra “socorro” em Filipenses 1.19 significa “abundante suprimento”, ou “recursos inesgotáveis”.

Porque sei que disto me resultará salvação, pela vossa oração e pelo socorro do Espírito de Jesus Cristo,


Paulo compreendia que poderia contar com os suprimentos completos do Espírito Santo com base no que Jesus prometeu (Lucas 11.13; João 14-16; Atos 1.8).

Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?
Lucas 11.13

Esta verdade é um manancial de confiança não apenas para Paulo, mas para nós também. Todo cristão genuíno possui o Espírito Santo e, portanto, tem total acesso às Suas riquezas.
Romanos 8.26 diz:

E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.


É desta maneira que as coisas contribuem para o nosso bem.


4-
Confiança nas Promessas de Jesus –

E por último Paulo se apoiava nas promessas que Jesus lhe fizera pó ocasião da sua conversão em Atos 26.16. Ele tinha certeza absoluta que Deus lhes chamara para um ministério especifico, e enquanto ele se mantivesse fiel nunca seria envergonhado (Mc 8.38).

Paulo também mostrou possuir autentica fé nas palavras de Jesus, o Bom Pastor em João 10.27-28.

As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem;
E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão.


Além disso, ele bem que poderia conhecer as palavras de Moisés em Deuteronômio 31.6:

Esforçai-vos, e animai-vos; não temais, nem vos espanteis diante deles; porque o SENHOR teu Deus é o que vai contigo; não te deixará nem te desamparará.


Shalom.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Paz no meio das tribulações

A verdadeira alegria não denota ausência de tribulações, mas a presença daquele que tem o poder de converter nuvens escuras em chuva benfazeja regando a terra seca. A nossa alegria, portanto, não está em recusar o sofrimento, mas em ver no sofrimento de Cristo o prenúncio de um novo tempo. Henri Nouwen, no seu magnífico livro, Transforma meu pranto em dança, diz: “os esforços que fazemos para nos desconectar de nossos sofrimentos terminam por desconectar nosso sofrimento do sofrimento de Deus por nós”.

Entretanto, na fé cristã, a vida da ressurreição vem sempre depois da sexta-feira da paixão. No cristianismo não há festival de júbilo sem o sepultamento do homem velho. Por conseguinte, o canto fúnebre de uma alma vivente é um sinal de que ainda há vitalidade em Adão. O lamento e a murmuração fazem parte de uma humanidade governada pelos instintos da carne, que precisa urgentemente de um golpe de misericórdia.
A vida que nasce da morte é a razão de uma nova identidade, pois enquanto a raça de Adão procura tragar com queixumes o cálice do vinho velho no banquete, os filhos de Aba saboreiam com alegria as migalhas frias que caem da mesa. A escola dos filhos de Deus não exclui as dores, nem elimina as turbulências para promover um currículo de verdadeiros adoradores. Até se pode dizer que não há adoradores sem torniquetes. Na verdade, a universidade do louvor é uma academia de múltiplos abalos externos e de profundos vulcões internos a fim de promover a esperança contra a esperança e a adoração no espírito.
Um dos objetivos do evangelho é consolar todos os que choram, por isso, Cristo põe sobre os que em Sião estão de luto uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria, em vez de pranto, veste de louvor, em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo SENHOR para a sua glória. Isaías 61:3.
Shalom.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Sobre Renan Calheiros


Política

Quanta podridão neste mundo, via política!

Sobre os últimos escandalos, faço minhas as palavras de Robin Williams no filme "O Candidato Aloprado":

"Político é igual a fralda: tem que trocar de tempos em tempos, e pelo mesmo motivo!"

terça-feira, 26 de junho de 2007

Coisas pequenas


Porque, quem despreza o dia das coisas pequenas? Pois esses sete se alegrarão, vendo o prumo na mão de Zorobabel; esses são os sete olhos do SENHOR, que percorrem por toda a terra.
Zacarias 4.10


São as pequenas palavras que você diz, os pequenos pensamentos que tem, as pequenas coisas que faz ou deixa de fazer, os pequenos momentos que perde ou usa com sabedoria, as pequenas tentações que o derrotam ou são derrotadas – as pequenas coisas do dia-dia que estão formando ou estragando sua vida futura.

Shalom.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

O remédio para a Insatisfação


E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. – Lucas 10.27


Sentindo-se a pior das criaturas, sem amor? Pobre equivocado! Existe um amor muito mais forte do que o seu esperando-o, um amor que anseia por satisfazer-se. O Noivo é que está esperando por você; os empecilhos à sua aproximação são todos do seu lado. É só tomar o seu devido lugar, e você verá como ele terá prazer, como está ansioso por satisfazer seus desejos mais profundos e suprir todas as suas necessidades!

Enquanto ela retiver seu próprio nome, jamais terá direito ao nome dele. Ela não poderá prometer amá-lo e honrá-lo sem, ao mesmo tempo, prometer obedecer-lhe. E, enquanto seu amor não chegar a esse ponto de total entrega e rendição, o seu amor será sempre um amor insatisfeito; jamais conseguirá achar descanso junto ao seu noivo como uma noiva satisfeita. Enquanto conservar sua vontade própria e o controle de suas próprias coisas, terá de contentar-se em viver de seus próprios recursos. Não terá direito aos recursos dele.

Poderia haver uma prova mais lamentável da extensão e da dura realidade da queda da humanidade do que essa profunda e arraigada desconfiança em relação ao nosso amado Mestre e Senhor? É essa desconfiança que nos faz hesitar na hora de nos entregarmos completamente a ele, que nos faz temer que ele nos peça algo além de nossas forças ou exija de nós algo muito difícil de dar ou fazer. A verdadeira razão de uma vida insatisfeita pode, muitas vezes, ser encontrada na falta de render-se a Deus.


Texto de Hudson Taylor, missionário na China, séc 19.
Shalom.