segunda-feira, 2 de julho de 2018

Mensagem 01 de Julho a Noite


ENVERGONHAR O INIMIGO



TEXTO BÍBLICO



TITO 2



Você mesmo deve ser, em tudo, um exemplo de boa conduta. Seja sincero e sério quando estiver ensinando. 

Use palavras certas, para que ninguém possa criticá-lo e para que os inimigos fiquem envergonhados por não terem nada de mau a dizer a nosso respeito.

NTLH



Seja você mesmo um exemplo de boas obras. No ensino, mostre integridade, reverência, 

linguagem sadia e irrepreensível, para que o adversário seja envergonhado, não tendo nada de mau a dizer a nosso respeito.

ARA





INTRODUÇÃO

O Livro de Jó descreve um encontro com Satanás e Deus, onde o inimigo das almas tenta convencer o Senhor de que a devoção de Jó era a consequência natural da sua riqueza. Se lhes tirassem os bens, Jó deixaria de andar corretamente na presença de Deus.

Vemos nesse acontecimento, Satanás em sua principal atividade que é acusar os escolhidos de Deus. Conforme a descrição do livro de Apocalipse ele realiza essa atividade sem descanso pois a palavra afirma que Ele acusa os santos de dia e de noite diante do nosso Deus.



Apocalipse 12.10

10 Então ouvi uma voz forte no céu, proclamando: “Agora veio a salvação, o poder, o reino do nosso Deus e a autoridade do seu Cristo, pois foi expulso o acusador de nossos irmãos, o mesmo que os acusa de dia e de noite diante do nosso Deus.





DESENVOLVIMENTO

Saber disso nos ajuda a compreender a dimensão espiritual da exortação de Paulo a Tito. aqui a orientação é clara para não dar lugar ao inimigo e também de não ser participante de nenhuma de suas estratégias em prejuízo para a obra do senhor.

Um cristão jamais pode colaborar com as artimanhas do inimigo.

Isto só é possível, de acordo com o conselho do apóstolo, vivendo de tal maneira que o inimigo não tenha o que dizer da vida do filho e filha de Deus. Em outras palavras por mais que procure ele nada encontrará para nos acusar diante do Pai.



A Bíblia nos exorta:

1 Pedro 2

11 Amados, peço a vocês, como peregrinos e forasteiros que são, que se abstenham das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma,

 12 tendo conduta exemplar no meio dos gentios, para que, quando eles os acusarem de malfeitores, observando as boas obras que vocês praticam, glorifiquem a Deus no dia da visitação.



Este objetivo deve nos conduzir a um padrão de conduta longe da ideia tão difundida de que a verdade se define por meio de elaborados exercícios intelectuais, ou seja, gente que se agarra às doutrinas e não conseguem praticar a verdade. Precisamos ter mais prática do que teoria. Ou as duas em equilíbrio.



Na visão do apóstolo a verdade é proclamada com a vida.



O inimigo não analisa a nossa doutrina para ver se acha contradições teológicas ou falta de evidências bíblicas. Ele observa o nosso andar diário. Ele nos vê na família, na rua no trabalho.

Ele nos ouve quando conversamos.

Somos analisados quando estamos reunidos e quando estamos a sós.



Tudo isso tem um só objetivo: encontrar em nós algo que desonre a Deus para apresentar diante do seu trono e colocar ali em evidência a nossa condição de falsários espirituais.





NOSSO ADVOGADO

É consolo sabermos que frente às insistentes acusações do inimigo temos um advogado junto ao pai: Jesus Cristo



Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Mas, se alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo.

(1 João 2.1)



Ele intercede por nós, e defende a nossa causa.

Bendito seja o seu nome!



Apesar disso o texto de hoje traz uma forte exortação para vivermos em santidade. Paulo pede aqui andamos de tal forma que o inimigo se envergonhe, nada encontrando de que nos acusar, porque não terá outro recurso a não ser mentir sobre a nossa vida.



O bom crente confia na justiça de Deus. Além do mais, a verdade sempre vai ser revelada.



Deus é justo juiz, Deus que sente indignação todos os dias.

Salmo 7.11



As nossas ações falam de um compromisso sem reservas com aquele que nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz. 



A santidade e a parte visível da salvação, dizia Spurgeon.



Procurem viver em paz com todos e busquem a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.

Hebreus 12.14



A JUSTA DEFESA DE CRISTO

Mas o nosso advogado não é qualquer advogado.

Ele não privilegia os desprivilegiados;

Ele não faz vista grossa aos falsários religiosos que andam por aí travestidos de crentes;

Ele não defende os que nada fazem para obedecer à Sua Palavra;

Ele não concede habeas corpus a quem não tem direito;



Em outras palavras:

Jesus não defenderá a causa daqueles/as que desonram sua Palavra;

Daqueles que não fazem conta de obedecê-lo;

Daqueles que não guardam sua aliança.





A Bíblia afirma:

Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso, não me dais ouvidos, porque não sois de Deus.

João 8:47 (ARA)



Aquele que é de Deus ouve – dá atenção, considera, leva a sério e obedece – quem não pratica não é de Deus.

Isto faz sentido para você?



CONCLUSAO



Quem segue a justiça e a bondade achará a vida, a justiça e a honra.

Provérbios 21.21



Ele não irá impor-lhe um peso desnecessário. Não exigirá mais do que a sua força é capaz de suportar.

Não pedirá que Pedro venha até si sobre as águas, sem, ao mesmo tempo, lhe emprestar força e apoio nas ondas instáveis. Não lhe pedirá que puxe a água, se o poço for profundo demais; nem que arraste a pedra, se por demais pesada.

Mas, ao mesmo tempo, também não admitirá que se considere impossível aquilo que você, sendo agente livre e responsável, é capaz de evitar. Ele não há de nos eximir de nossas responsabilidades.



Ele dá força, sem retirar nossa responsabilidade.



Pr Fabio Alcantara


Mensagem do dia 01 de Julho pela Manhã


PARANDO O CULTO NO MEIO DO CAMINHO



Texto Bíblico:

Mateus 5

21  — Vocês ouviram o que foi dito aos antigos: “Não mate.” E ainda: “Quem matar estará sujeito a julgamento.” 

22 Eu, porém, lhes digo que todo aquele que se irar contra o seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem insultar o seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem o chamar de tolo estará sujeito ao inferno de fogo. 

23 Portanto, se você estiver trazendo a sua oferta ao altar e lá se lembrar que o seu irmão tem alguma coisa contra você, 

24 deixe diante do altar a sua oferta e vá primeiro reconciliar-se com o seu irmão; e então volte e faça a sua oferta.

25  — Entre em acordo sem demora com o seu adversário, enquanto você está com ele a caminho, para que o adversário não entregue você ao juiz, o juiz entregue você ao oficial de justiça, e você seja jogado na prisão. 26 Em verdade lhe digo que você não sairá dali enquanto não pagar o último centavo.



DESENVOLVIMENTO

Este ensinamento contraria as ideias populares sobre o que deve ser feito em situações de conflito entre as pessoas. Nós ensinaríamos que caso alguém tenha algo contra outra pessoa, que o ofendido busque o ofensor e converse. Jesus inverte os papéis e diz que se temos conhecimento de que nosso irmão tem algo contra nós cabe a nós tomar a iniciativa.



A razão parece estar nas características que assumimos quando estamos ofendidos. Longe de buscarmos uma solução para o conflito nos irritamos e a tendência é nos afastarmos da pessoa que segundo entendemos nos ofendeu.

É da nossa natureza não falar no assunto e evitar colocar tudo em pratos limpos. Nos fechamos e deixamos encher de pensamentos indignos sobre a outra pessoa. A intensidade desses sentimentos nos impede que busquemos o próximo para dialogar sobre o acontecido.



Seja qual for a razão, Jesus insiste que a pessoa causadora da ofensa, seja real ou imaginária, deve tomar a iniciativa de conversar com a pessoa ofendida. Assim se consegue que um relacionamento partido não fique permanentemente nesse estado.



UMA ATITUDE ESPIRITUAL

O Senhor sabia que a necessidade de reconciliação era tão fundamental para a saúde espiritual dos envolvidos, que ordenou a interrupção de um ato de adoração a Deus para se processar esta restauração.

Em muitas situações cremos que a nossa relação com Deus pode seguir normalmente apesar dos nossos relacionamentos com os outros deixarem muito a desejar.

Cristo enfatizava que o rompimento nas relações com os nossos irmãos afeta dramaticamente a nossa vivência com o Pai. mesmo quando tentamos nos convencer de que a nossa oferta é bem recebida, a palavra de Deus revela que ele não aceita adoração daqueles que não vivem em paz com seus semelhantes.



Vejamos o que a Bíblia diz:

Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor.

1João 4:7-8 (ARA)



Todo aquele que ama é nascido de Deus.

Isto faz sentido para você?



Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso, não me dais ouvidos, porque não sois de Deus.

João 8:47 (ARA)



Aquele que é de Deus ouve – dá atenção, considera, leva a sério e obedece – quem não pratica não é de Deus.

Isto faz sentido para você?





OBRAS MORTAS

No livro de Isaías um texto que denuncia com dureza a religiosidade de Israel, o Profeta Condena o povo porque as pessoas jejuavam vestidas de pano de saco e orava ao Senhor, enquanto oprimiam seus empregados e buscavam seu próprio benefício. Assim ele se expressa:



Isaías 58.4 

Eis que vocês jejuam apenas para discutir, brigar e bater uns nos outros; jejuando assim como hoje, o clamor de vocês não será ouvido lá no alto.



O texto bíblico nos convoca para uma vida espiritual que se traduze em relacionamentos harmoniosos com Deus e com as pessoas.



Quando não há obediência ao Senhor, tudo o que fazemos se torna obra morta. A Bíblia já nos adverte no famoso texto Bíblico que afirma:



1 Coríntios 13

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.

Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei.

E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, isso de nada me adiantará.



Você pode tocar e sua música será um ruído de porta que chega ao Senhor;

Você pode ensinar e mesmo assim estar reprovado nas notas mínimas das provas essenciais;

Você pode pregar e sua pregação causará maldição em vez de benção, como dizia Malaquias, o profeta;

Você pode distribuir comida e roupas para os pobres e ainda assim suas obras serão lixo para Deus;

Você pode cantar no coral feito um Uirapuru, na Serra do Cachimbo, que tem o canto mais belo de todas as aves do Brasil, e ainda assim no céu não será notado.



Diz a Bíblia:

Quando aquele dia chegar, muitas pessoas vão me dizer: “Senhor, Senhor, pelo poder do seu nome anunciamos a mensagem de Deus e pelo seu nome expulsamos demônios e fizemos muitos milagres!”. Então eu direi claramente a essas pessoas: “Eu nunca conheci vocês! Afastem-se de mim, vocês que só fazem o mal!”

Mateus 7.22-23



Por tudo isso Cristo enfatizou que a restauração dos relacionamentos é prioridade inadiável na vida dos filhos de Deus.

Não é uma questão de saber quem tem razão.

O essencial é saber se as pessoas que se intitulam discípulas de Cristo estão dispostas a dar um passo na direção da lei do amor, que é a primeira lei e que resume em si todos os outros mandamentos.





CONCLUSÃO

23 Portanto, se você estiver trazendo a sua oferta ao altar e lá se lembrar que o seu irmão tem alguma coisa contra você, 24 deixe diante do altar a sua oferta e vá primeiro reconciliar-se com o seu irmão; e então volte e faça a sua oferta.

Se você tem algum ressentimento contra outra pessoa e não se esforça para consertar, você não é um cristao;

Se você é uma pessoa causadora de contenda, e não deseja mudar seu comportamento, sabendo que essa é uma característica que Deus odeia, então você não é um cristão.

Se você deseja que sua obra seja aceita por Deus, então saiba que Deus não aceita adoração daqueles que não vivem em paz com seus semelhantes.

E em lugar que vive sempre em confusão, a benção de Deus passa longe.



Na sala da fúria

Em cidades do mundo inteiro, clientes pagam para entrar em um cômodo e destruir o que veem pela frente. Não é terapia, mas que ajuda a lavar a alma, ajuda


access_time14 set 2017, 23h11 - Publicado em 14 set 2017, 06h00

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Marretas em ação - Quebra-quebra em uma anger room americana: o tipo de destruição que faz bem à saúde (Artyom Geodakyan/TASS//Getty Images)

O cotidiano está de amargar e sua vontade é sair quebrando tudo? Fácil: dirija-se à anger room mais próxima e ponha para fora seus demônios sem nem precisar limpar nada depois. As salas da raiva, em tradução literal, são cômodos montados para ser destruídos à base de taco de beisebol, porretes e até pé de cabra. Já funcionam em uma dezena de países, no Brasil inclusive, com lista de espera nas noites de maior procura. Pode não ser — e não é — o método definitivo de cura de quem tem sérios problemas para controlar a própria fúria. Mas, como forma de aliviar irritações cotidianas, o ato de destroçar pratos, copos, garrafas e aparelhos eletrônicos em geral é uma eficiente válvula de escape. “O simples ato de agendar um horário e se deslocar até o local já obriga a pessoa a segurar o impulso de agredir. Lá dentro, ela libera sua cólera de maneira segura e controlada. É uma forma interessante de canalização de tensões”, avalia o neurologista Alexandre Ghelman, especialista em controle de raiva.

O berço das salas de quebra-quebra são os Estados Unidos, onde elas se espalham por diversos estados. Em Nova York, só consegue entrar no Wrecking Club, um discreto galpão aberto neste ano em Manhattan, quem agendou horário. Ao custo de 120 dólares, o cliente tem direito ao pacote completo (há outros menos variados) de destruição — que inclui uma televisão de tela plana, uma impressora, dois computadores, um telefone fixo, um celular e um balde de louças, e pode ser usufruído por duas pessoas.  Seu fundador, Tom Daly, diz que a quebradeira atrai todo tipo de público, desde casais em busca de um encontro diferente — “As pessoas estão cansadas de programas chatos, como cinema e jantar”, argumenta — até, recentemente, um grupo de senhoras de 80 anos comemorando um aniversário. “A performance daquelas senhorinhas, posso garantir, foi melhor que a de muita gente jovem”, relatou a VEJA. “Nada como dar vazão a um instinto.”

A clássica cena de quebrar um copo ou um vaso ou um porta-retratos em um momento de raiva pode não ser tão repetida na vida real, em que os limites da vida em sociedade refreiam impulsos dessa natureza, mas se encaixa perfeitamente no contexto das reações humanas. A raiva provoca uma reação química no cérebro que ativa a amígdala, região que regula respostas emocionais. Isso resulta em uma liberação de hormônios do stress, o que aumenta a pressão sanguínea, os batimentos cardíacos e o nível de glicose no sangue (essa mesma resposta, por sinal, é a que permite ao ser humano reagir com rapidez a ameaças). Em segundos, a cadeia pode levar a um rompante de fúria. Felizmente, bastam alguns segundos também para controlá-lo. Ou não. O extremo do descontrole foi brilhantemente retratado no filme Um Dia de Fúria, de 1993, em que um engenheiro desempregado e divorciado (Michael Douglas) vai de irritação em irritação em uma manhã difícil até que a cólera acumulada explode em uma sequência de atos de intensa violência. Nesse caso, obviamente, não há anger room que dê jeito na raiva represada.

Mas, em situações muito menos dilacerantes que as do filme, desopilar é bom e até faz bem à saúde. “Reprimir sentimentos aumenta o risco de desenvolver doenças autoimunes e alergias. Quem engole a raiva vira uma panela de pressão e pode desenvolver quadros de euforia, ansiedade e depressão”, explica a psicanalista Ceres Araújo, professora da PUC-SP. Ceres lembra inclusive a técnica do “grito primal”, que consistia em gritar o mais alto possível entre quatro paredes bem grossas como forma de “curar neuroses”. Difundida nos anos 60 e 70 do século passado, ela fez de seu inventor, o psicoterapeuta americano Arthur Janov, um guru entre artistas e milionários como Steve Jobs e John Lennon.



Extremo - Douglas em 'Um Dia de Fúria': de irritações à explosão de violência (//Divulgação)

Bem mais modestas em seu propósito, as anger rooms de hoje são procuradas menos por supostos efeitos terapêuticos e mais pela pura e simples diversão. A primeira de que se tem notícia nasceu em 2008, no Texas, quando a publicitária Donna Alexander teve a ideia de recolher na sua garagem objetos deixados nas calçadas (prática comum nos Estados Unidos, o país do “quebrou, compra outro”) e chamar os amigos para estilhaçar tudo, a 5 dólares a sessão. Logo a vizinhança inteira apareceu à sua porta, querendo uma coisinha para arrebentar. Donna transformou o hobby em negócio há seis anos. Uma sessão básica custa 25 dólares, mas por 500 dólares o cliente pode recriar um cômodo inteiro (digamos, a sala do chefe) e pôr tudo abaixo. Ela está avaliando a abertura de franquias. Já tem 2 500 interessados. Mais avançada neste caminho está a rede canadense Rage Room, que conta com sete licenciados, dos 1 000 que a procuraram.

Os donos das salas da fúria dizem que os clientes destroem, em média, sessenta a setenta aparelhos eletrônicos (disparados os que estão na preferência dos furiosos) por semana. Eles se suprem de matéria-prima via doações, com a compra de produtos defeituosos e com incursões frequentes a depósitos de descarte, onde, literalmente, reviram o lixo. “Funciona como uma caça ao tesouro, e nós somos os caçadores”, brinca Daly. Nem só de quebrar laptops vive o cliente com raiva. Durante a disputa presidencial americana do ano passado, Donna vestiu bonecos com o rosto dos adversários Hillary Clinton e Donald Trump para ser estraçalhados a pauladas. E foram mesmo: sua equipe precisou substituir os bonecos cinco vezes (duas Hillarys e três Trumps).

Salas da raiva estão em atividade na Rússia, na Inglaterra, na Austrália, em Singapura, na Argentina e em um bar da Zona Sul de São Paulo, o Break Lab Burger, iniciativa do casal de estudantes Tainah Marques, de 20 anos, e Eduardo Leonel, de 22, que diz ter-­se inspirado na experiência portenha. Na salinha dos fundos do bar (que neste mês está fechada para a colocação de isolamento acústico), pagam-se 19,90 reais para estilhaçar dez garrafas de vidro e 49,90 reais para destruir uma televisão de 29 polegadas. O movimento não para de aumentar, comemoram os donos. Também pudera: “Curamos sua bad em quinze minutos”, prometem os cartazes na parede. Furiosos primais, façam fila.




segunda-feira, 4 de junho de 2018

Mensagens para o dia


O desafio de receber a Palavra é grande porque vivemos ocupados e totalmente envolvidos nas atividades diárias. Primeiramente, para que Cristo nos fale, todo o agito das nossas vidas precisa cessar, ainda que por alguns minutos.

De Christopher Shaw



Faça uma incursão nos porões de sua consciência e verá que você não vive a verdade do Evangelho porque não quer. E não vive porque a fé e a convicção vão alterar o seu modo de vida. É impossível acabar com a dúvida se você pretende agradara si próprio e às pessoas e não a Deus.

De Elben Cesar



Como podem crer, vocês que aceitam glória uns dos outros e não procuram a glória que vem do Deus único?

João 5.44



A estrada em que caminham as pessoas direitas é como a luz da aurora, que brilha cada vez mais até ser dia claro.

Provérbios 4.18

segunda-feira, 21 de maio de 2018

CULTO DIA 20 DE MAIO PELA MANHÃ

VOCÊ PODE ASSISTIR AO CULTO OU LER A MENSAGEM ABAIXO.


Por quê Deus permite que o justo sofra neste mundo?
Malaquias 2.17-3.5

Pregação de Domingo 20 de Maio



Por quê Deus permite que o justo sofra neste mundo? 

Malaquias 2.17-3.5 



O sofrimento no mundo sempre foi muito especulado no mundo da fé. Até tem um estudo dedicado a isto que se chama TEODICEIA.

Vejamos algumas ideias mais comuns:


1- ATEÍSMO

Segundo o pensamento “Se Deus é justo e bom, por que o mal existe?”

Não conseguem compreender as desgraças neste mundo



2- Teologia Racional ou Teísmo aberto

Segundo eles, não é culpa de Deus que o mal exista no mundo, porque Ele não é onipotente nem onisciente



3- Religiões orientais e Zen Budismo

Afirmam que o mal e coisa da nossa cabeça. Mudem o foco que o mal desaparece.


A QUEIXA DO POVO

Malaquias 2.17

Vocês estão cansando o SENHOR com as suas palavras, e ainda perguntam: “Em que nós o cansamos? ” Nisso de dizerem: “Aqueles que fazem o mal passam por bons aos olhos do SENHOR, e é desses que ele se agrada. ” Ou: “Onde está o Deus da justiça? ”



O grande motivo da queixa do povo era o fato de que na época de Malaquias o povo estava vivendo em servidão, eram escravos do império Persa e pagavam pesados impostos.

As lavouras não prosperavam, o comercio não progredia enquanto que os ímpios – os Persas – cresciam cada vez mais.



A RESPOSTA DE DEUS

Contudo nosso Pai não suporta murmuração. Quando murmuramos, fechamos as janelas do céu, mesmo que aparentemente haja justificativa.

Então ele começa por sua própria casa, o povo. Assim como em qualquer manifestação do Espírito Santo no mundo começa na Igreja e depois se expande, Deus queria restaurar um povo adorador.

Malaquias 3.2-3
Mas quem poderá suportar o dia da sua vinda? E quem poderá subsistir quando ele aparecer? Porque ele é como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros. Ele se assentará como derretedor e purificador de prata. Purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata. E eles trarão ao SENHOR as ofertas justas.


A tribo de Levi era a mais qualificada para promover a adoração a Deus, e servia de exemplo para todos.

Hoje todos nós somos levitas um povo restaurado para adorar. Quando Deus deseja purificar o mundo, os levitas são chamados para adorá-lo e serem suas testemunhas na terra.

Então o Senhor começa por sua própria casa a purificação do povo, para separar as “bocas de sapo do meio dos sabiás”.


QUAL A RESPOSTA DO POVO DE DEUS DIANTE DO MAL?

A resposta dos cristãos é que nosso serviço a Deus independe dessas coisas, pois ele é bom, justo, poderoso e onisciente, mas permite a existência do mal.

E assim o permite porque tem o propósito de mostrar sua soberania ao castigar os ímpios, naquele dia que ele já preparou, e igualmente mostrar sua misericórdia ao salvar aqueles que são seus neste mundo tenebroso.

Portanto, mesmo que não possamos entender os motivos por que Deus permite que o mal atinja determinadas pessoas, podemos afirmar que ele é justo, santo, bom e todo poderoso. O mal existe neste mundo por sua permissão e está dentro dos seus planos.

Embora nem sempre possamos entender isso claramente, de uma coisa podemos ter certeza: haverá um dia em que Deus julgará todo o mal.


POR QUE VALE A PENA ADORAR A JESUS CRISTO APESAR DA PROSPERIDADE DOS ÍMPIOS E DO SOFRIMENTO?

Por que sabemos que o fim da impiedade é a morte.

Salmo 73
Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos. Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos maus. 2-3

Os que se afastam de ti certamente perecerão; tu destróis todos os que são infiéis para contigo. Quanto a mim, bom é estar perto de Deus; faço do SENHOR Deus o meu refúgio, para proclamar todas as suas obras.
– 27-28


Por que não queremos ser as mais miseráveis das criaturas

1 Coríntios 15.19
Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos as pessoas mais infelizes deste mundo.


Por que a tribulação que passamos neste mundo produzirá muita perseverança

Romanos 5.3-4
E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança, a perseverança produz experiência e a experiência produz esperança.


Por que a leve e momentânea tribulação produz eterno peso de glória

2 Coríntios 4.17
Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um eterno peso de glória, acima de toda comparação,



Por que nosso Deus é maior do que as coisas passageiras deste mundo 


Habacuque 2.17-18
Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na videira; ainda que a colheita da oliveira decepcione, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas desapareçam do aprisco, e nos currais não haja mais gado, mesmo assim eu me alegro no SENHOR, e exulto no Deus da minha salvação.

O SENHOR Deus é a minha fortaleza. Ele dá aos meus pés a ligeireza das corças, e me faz andar nas minhas alturas.



CONCLUSÃO

Vale a pena sim adorar a Deus, mesmo que a diferença entre o ímpio e o justo não se evidencie no momento presente, pois Ele veio ao nosso meio, na pessoa do Seu Filho para purificar o seu povo.

Ele não resolveu o problema da teodiceia ainda aos nossos olhos, embora já o tenha feito no âmbito da fé (escatológico), mas a sua resposta foi “resolverei primeiro o problema do meu povo, os que são meus e serei uma testemunha veloz contra os que não são.


Pr Fábio Alcântara

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Novo Livro







Um novo livro saindo. 
Este texto me deu muito prazer em escrever. Ficou um trabalho de primeira.
Espero que seja uma benção para a tua vida.



terça-feira, 18 de julho de 2017

Interessante


Assisti ao filme da história do criador do Mcdonalds. Muito interessante, embora eu sempre coma Burguer King!! A história de Ray Kroc, que montou esse império aos 52 anos.
Eis um comentário interessante que fez no filme:

 PERSISTÊNCIA
Nada neste mundo supera a boa e velha persistência.
Talento não supera. Não há nada mais comum do que talentosos fracassados.
A genialidade não supera. Um gênio desconhecido é praticamente um clichê.
A educação não supera. O mundo está cheio de tolos educados.
A persistência e a determinação são muito poderosos.