domingo, 3 de janeiro de 2016

Mensagem de Ano Novo


Atitudes que valem a pena

 

Busquem o reino de Deus para ter paz e descanso

Mateus

6.31   Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos?

6.32   Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas;

6.33   buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.

6.34   Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.

 

Viva Feliz com o conselho de Provérbios

30.7 Duas coisas te peço; não mas negues, antes que eu morra:

30.8 afasta de mim a falsidade e a mentira; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário;

30.9 para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o SENHOR? Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus.

 

Viva cada dia

Eclesiastes 5.18   Eis o que eu vi: boa e bela coisa é comer e beber e gozar cada um do bem de todo o seu trabalho, com que se afadigou debaixo do sol, durante os poucos dias da vida que Deus lhe deu; porque esta é a sua porção.

Viva cada dia como se fosse o último. (Uma hora você acerta!)

 

Rejeite toda raiz de amargura

Hebreus

12.15   atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados;

 

Cuide da sua alma como cuida do seu corpo.

 

Arrume um amigo

Provérbios 17.17 Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão.

27.10   Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai, nem entres na casa de teu irmão no dia da tua adversidade. Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe.

A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas.


Só existe uma coisa melhor do que fazer novos amigos: conservar os velhos.


 

 

domingo, 27 de dezembro de 2015

A reflexão de João



O Avivamento do Natal

1 João 4.7-16



10E o amor é isto: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou e mandou o seu Filho para que, por meio dele, os nossos pecados fossem perdoados.

 14E nós vimos e anunciamos aos outros que o Pai enviou o Filho para ser o Salvador do mundo.

 I - O avivamento dos relacionamentos no Natal

O Natal tem tudo a ver com relacionamentos. As pessoas se reúnem nessa data com parentes e amigos de longe. Eu estava em São Paulo e acompanhava a descida de aviões para o aeroporto. Em intervalo de 5 minutos um vinnha atrás do outro e fiquei pensando nas pessoas ansiosas em encontrar-se com as outras.

 Com Deus o Natal não é diferente. Ele veio restaurar relacionamentos consigo mesmo e promover relacionamentos de uns com os outros para mostrar que vive em nós.


II- Seu relacionamento conosco

Seu relacionamento conosco foi uma restauração através da sua encarnação para viver entre nós, e morte de cruz para uma quitação de dívida.

É quase certo que o apóstolo João tenha vivido muitos anos e que foi o último dos apóstolos a morrer. Assim, será bom ouvir sua reflexão madura sobre o significado e o propósito da encarnação.

E nós vimos e anunciamos aos outros que o Pai enviou o Filho para ser o Salvador do mundo. (v. 14)

Essa é uma declaração direta sobre o Natal em que quatro substantivos se destacam: Pai, Filho, Salvador e Mundo.

Mundo é a palavra usada por João para descrever a sociedade sem Deus, que lhe desagrada e que se encontra sob seu juízo.

O termo Salvador indica que o mundo necessita de salvação, pois, embora as palavras pecado e salvação pertençam a um vocabulário tradicional que constrange a alguns e confunde a outros, não podemos descarta-las. Elas expressam realidades vitais que seria tolice ignorar.

Salvação é liberdade

– Liberdade da culpa, - de ofendermos a Deus e a sua vontade expressa na Bíblia. Vivemos culpados porque nos achamos errados o tempo todo;

- Do juízo, - da condenação imposta a nós por sermos réus condenados diante do justo Juiz;

- Do egoísmo, - pelo pecado nos tonar egoístas e assassinos dos outros;

- Do medo – a necessidade de fiarmos escondidos o tempo todo. De comer “doce escondido dos outros”

- e da morte.

E também para libertar os que foram escravos toda a sua vida por causa do medo da morte. (Hebreus 2.15)

 O Filho é o Salvador de que necessitamos; é Deus e é homem, cujo nascimento celebramos no Natal e cuja morte é o único motivo pelo qual Deus pode perdoar nossos pecados. Isso porque – para citar outra das declarações concisas de João – Deus “enviou seu filho como propiciação pelos nossos pecados” (v.10)

Além disso, o Pai enviou o Filho para ser o Salvador do mundo. O Filho não veio de livre e espontânea vontade, muito menos lutou pela salvação com um Pai relutante em concede-la. Não, o Pai o enviou. O Pai tomou a iniciativa com base em seu imenso amor, pois, ao entregar seu Filho, ele estava entregando a si mesmo.


III- Nossa resposta

O que nosso Pai esperaria de nós nesta época de Natal?

- Que recebamos o presente do Seu perdão.

Porque ao receber esse perdão validamos a morte de Cristo na cruz;


- Que renovemos nossa aliança interior

Que renovemos em nosso coração o pacto da cruz em desejarmos ardentemente andar pela Sua Palavra;

 -Que amemos a Jesus.

“JESUS falou assim e, levantando seus olhos ao céu, disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti” ( Jo 17:1 ; Cl 2:12 e 3:1 ; Gl 3:27 ).

O Espirito Santo, o Pai, os anjos do céu, e até o inferno glorificam a Cristo.

Nós, os salvos, também devemos glorificar, amar e honrar a Cristo neste tempo, dando o melhor de nós a Ele.
Pr. Fábio Alcântara (Com parágrafos de John Stott)

Base da mensagem de Domingo 20


O cântico de Simeão

Por John Stott



“Meus olhos já viram a tua salvação... luz para revelação aos gentios e para a glória de Israel, teu povo” (Lucas 2.30,32).



Hoje seremos apresentados a esse homem piedoso, chamado Simeão. Ele aguardava ansiosamente o Messias, e Deus lhe disse que ele não morreria antes de vê-lo. Movido pelo Espírito Santo, ele entrou no pátio do templo no momento exato em que José e Maria chegavam ali com seu filho de oito dias. Foi um exemplo maravilhoso de sincronização divina.

Naquele instante, Simeão teve discernimento espiritual para reconhecer Jesus. Ele o tomou nos braços, não instintivamente, para dar-lhe um abraço, mas como um gesto simbólico de reconhecimento, que ele deixou evidente em seu cântico: “Ó Soberano, como prometeste, agora podes despedir em paz o teu servo” (Lucas 2.29).



Primeiramente, Simeão viu Jesus como a salvação de Deus. O que seus olhos tinham visto foi o filho de Maria; o que ele disse ter visto foi a salvação de Deus, o Messias que Deus havia enviada para nos libertar da pena e da prisão do pecado.



Em segundo lugar, Simeão viu Jesus como a luz do mundo, que iluminaria as nações e traria glória a Israel. Conscientemente ou não, ele ecoou Isaías 49.6, um versículo que mais tarde teve um importante papel na teologia missionária de Paulo.



Em terceiro lugar, Simeão viu Jesus como um motivo de divisão, uma rocha que seria tropeço para alguns e edificação para outros. Ele faria com que alguns se erguessem e que outros caíssem. Diante de Jesus, a neutralidade é impossível.





A história de Simeão é uma lição acerca da nossa condição espiritual. Que Deus nos conceda o discernimento para vermos, sob a superfície das aparências, a realidade de Jesus Cristo!


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

A semente que caiu sobre espinhos

Outras pessoas são parecidas com as sementes que foram semeadas no meio dos espinhos. Elas ouvem a mensagem, mas as preocupações deste mundo e a ilusão das riquezas sufocam a mensagem, e essas pessoas não produzem frutos. (13.22)
 

Estes fazem um compromisso superficial, sem o arrependimento verdadeiro. Não conseguem romper com o amor ao dinheiro e ao mundo.
 

Introdução

Vi num shopping uma placa que anunciava “tenha uma boa vida”. Cheguei mais perto e consegui ler que essa “boa vida” significava comprar uma casa na praia de meio milhão de reais. Isso me fez pensar em famílias infelizes que vivem numa dessas casas, com filhos que nunca veem seus pais ou em casais qaue – embora morem nesses lugares – talvez desejassem nunca ter vivido juntos.

 Desenvolvimento

mas as preocupações deste mundo 

- o trabalho, a família, a escola, a casa própria, a aposentadoria... estas coisas quando não são colocadas no devido lugar, sufocam a CONFIANÇA EM DEUS.

 e a ilusão das riquezas sufocam a mensagem 

- a vontade de ganhar dinheiro, ter o conforto que o dinheiro proporciona, a sensação de poder, a sensação de importância, o desejo pelos títulos, o desejo por deferência.

Vejam que são estas coisas que o ser humano procura.

Aqui é o tipo de pessoa que deixa Deus e as riquezas concorrerem na sua vida. O trabalho excessivo, a falta de fé que resulta em muitas preocupações, a ilusão das riquezas, faz do pobre um fascinado em ganhar um dinheiro que nunca virá. É ilusão. Troca o prazer da família pelos afazeres por medo de não se manter. Esse não tem futuro com Cristo.

 

Exemplos bíblicos

O exemplo bíblico de uma pessoa assim foi Geazi (significa: aquele que vê), servo de Eliseu que foi atrás de Naamã, pegar os presentes que Eliseu havia recusado. 2 reis 5.

O Jovem rico (Mateus 19.16-21 ver McArthur)

Alguns textos Bíblicos contra o mundanismo

Tiago 4.4

Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. 

Gente infiel! Será que vocês não sabem que ser amigo do mundo é ser inimigo de Deus? Quem quiser ser amigo do mundo se torna inimigo de Deus. (NTLH)

 

1 João 2.15-17

15¶ Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. 16Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. 17E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.

1 João 5.19
19Sabemos que somos de Deus e que todo o mundo está no maligno.


A vida não consiste na abundancia do que se tem

Veio-me à mente a passagem do evangelho de Lucas 12, ao lembrar-me da historia do homem que se aproximou de Jesus para lhe pedir que falasse com seu irmão para que repartisse com ele a herança. Aquilo foi a coisa errada para pedir a Jesus! O Senhor respondeu com uma admoestação: E disse-lhes: Acautelai-vos e guardai-vos da avareza, porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui. (Lucas 12.15).

E lhe contou uma parábola de um homem extremamente rico que, do ponto de vista de Deus, era insensato – não porque teve sucesso em enriquecer, mas porque não considerava a salvação e a eternidade.


A Benção de Deus enriquece

Mas a Palavra de Deus deixa uma advertência para que junto com o desejo de realização, não haja a morte eterna:

João 3.27: João respondeu: — Ninguém pode ter alguma coisa se ela não for dada por Deus.

Proverbios 10.22

A bênção do Senhor é que enriquece, e ele não acrescenta dores.

Coração cheio de espinhos não crê na suficiência de Cristo na sua vida. É mundano.


Alguns textos Bíblicos sobre a eternidade

O verdadeiro crente é aquele que em primeiro lugar almeja a riqueza para com Deus. São aqueles que constroem sua mansão no céu e não na terra. São verdadeiros peregrinos nesta vida.

Em Guarapuava tem um homem que vive nas ruas como andarilho, faz um fogão ao ar livre, faz sua comida e aparentemente vive livre do sistema mundano.

Não precisamos ser literalmente iguais a ele. Podemos ter sim o coração desprendido da prisão deste mundo, não deixando que ambição doentia e coisas nos adoeçam. Riquezas proporcionadas por Deus são instrumentos de vida nas mãos do nosso Pai. Ele deseja que prosperemos.
 

A Bíblia diz que não pertencemos a este mundo.

Hebreus 11.13

13¶ Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas, mas, vendo-as de longe, e crendo nelas, e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. 

1 Pedro 2.11

11¶ Amados, peço-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais das concupiscências carnais, que combatem contra a alma,

 

João 18.36

36Respondeu Jesus: O meu Reino não é deste mundo; se o meu Reino fosse deste mundo, lutariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas, agora, o meu Reino não é daqui. 

 Efésios 2.2-3

1¶ E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados, 2em que, noutro tempo, andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que, agora, opera nos filhos da desobediência; 3entre os quais todos nós também, antes, andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também

Conclusão

Quanto mais cedo nos desprendermos da ilusão de que quanto mais bens mais paz, felicidade e autorrealização teremos, melhor estaremos. E então seremos mais capazes de ver que o anseio por paz e felicidade – a verdadeira “boa vida” – vamos encontrar somente em Jesus.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Vivamos o dia



Todos estamos viajando no tempo juntos.
Todos os dias das nossas vidas.
Tudo o que podemos fazer é o nosso melhor. É aproveitar esse passeio maravilhoso.
O que Você faz com cada dia? É Disto que fala este filme emocionante que assisti neste dia de folga.

 

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Felicidade

A VERDADEIRA FELICIDADE SÓ É POSSIVEL QUANDO É COMPARTILHADA.
 
Com esta frase termina o filme de 2 horas de duração, que você pode fazer como eu. Na Netflix assista aos poucos.
 
O filme trata sobre um jovem que resolve não seguir os padrões da sociedade e que deseja encontrar-se.
 
Elege a natureza e a vida sem compromissos para buscar a felicidade.
 
Mas o que aprendemos é que, todos os que desejam viver à margem da sociedade, depende desta para viver. Os dessocializados precisam dos socializados para viver. Logo, o bom mesmo é viver social sem apegar-se às coisas. Ou biblicamente, como prefiro, viver como peregrinos.
 
Por fim, sozinho e sem ninguém, o Supertrump faz afinal sua descoberta.
 
#pastorfabio

domingo, 29 de novembro de 2015

Li neste domingo, 29 pra igreja


Absolutamente nada!

 

É muito duro este discurso: nada trazemos ao chegar e nada levamos ao sair!

 

O primeiro a discursar sobre o assunto é o patriarca Jó. Depois de perder todos os bens que possuía e todos os filhos, o homem da terra de Ur ajoelha-se diante de Deus e diz: “Nasci nu, sem nada, e sem nada vou morrer” (Jó 1.21).

 

O segundo é o salmista. Depois de lembrar que ninguém escapa da morte, o profeta afirma: “Não se preocupem quando alguém fica rico, e a sua riqueza aumenta cada vez mais. Pois, quando morrer, ele não poderá levar nada; a sua riqueza não irá com ele para a sepultura” (Sl 49.16-17).

 

O terceiro é o autor do livro de Eclesiastes. Depois de mencionar algumas das ilusões da vida, o sábio escreveu: “Como entramos neste mundo, assim também saímos, isto é, sem nada. Apesar de todo o nosso trabalho, não podemos levar nada desta vida. Isso também é muito triste! Nós vamos embora deste mundo do mesmo jeito que viemos. Trabalhamos tanto, tentando pegar o vento, e o que é que ganhamos com isso? O que ganhamos é passar a vida na escuridão e na tristeza, preocupados, doentes e amargurados” (Ec 5.15-17).

 

O quarto é Paulo de Tarso. Depois de afirmar que a religião ou a espiritualidade é uma fonte de muita riqueza, o apóstolo pergunta e responde: “O que foi que trouxemos para o mundo? Nada!” (1Tm 6.7).

 

É sempre nada! Nada! Absolutamente nada! Fatidicamente nada! Horrivelmente nada! Decepcionantemente nada!

 

A roupa do corpo e o corpo. A casa da cidade, a casa da montanha e a casa da praia. O carro e o celular. O RG, o CPF, os cartões de crédito, o seguro de saúde e a aposentadoria. A academia e o SPA. O computador e a televisão. As estantes cheias de livros e o álbum cheio de fotografias. A família e os amigos. O patrimônio histórico e a fama. Os diplomas e as medalhas. Os amores e as amarguras. E tudo mais que possa existir divorciado da espiritualidade. É por isso que Paulo aconselha a Timóteo nesta mesma epístola: “Para progredir na vida cristã, faça sempre exercícios espirituais. Pois os exercícios físicos têm alguma utilidade [temporal], mas o exercício espiritual tem valor para tudo porque o seu resultado é a vida, tanto agora como no futuro” (1Tm 4.7-8).

 

O patrimônio temporal é patrimônio temporal. Ele fica, não acompanha a pessoa que morre. Mas a riqueza da alma – as convicções, a fé, a comunhão com Deus, a certeza da salvação, a esperança – não apodrece com o corpo nem vira pó. Ela atravessa a morte e segue em frente. Sai do tempo e entra na eternidade. Por ser uma rica bagagem, agregada à alma e não ao corpo, ela não vai para a tumba.

 

Quando o discurso religioso insiste na pergunta “o que vamos levar do mundo” e insiste na resposta “nada, absolutamente nada!”, ele não está machucando ninguém. Está simplesmente reforçando o discurso de Jesus: “Não ajuntem riquezas aqui na terra, onde as traças e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e roubam. Pelo contrário, ajuntem riquezas no céu, onde as traças e a ferrugem não podem destruí-las, e os ladrões não podem arrombar e roubá-las” (Mt 6.19-20). É um discurso amigo! E terapêutico!