quinta-feira, 30 de julho de 2015

O Legado de John Stott

Dan Lam nasceu e cresceu em um lar cristão em Hong Kong. Seu pai morreu quando ele era menino e sua mãe criou a família sozinha. Ela era uma mulher boa e piedosa. Aos domingos, apesar de serem pobres, ela dava algum dinheiro a cada um dos filhos para eles darem de oferta. No entanto, Dan pegava sua parte, saía sorrateiramente da igreja, alugava uma bicicleta e andava pela cidade inteira. Quando o culto terminava, ele aparecia e voltava para casa com a família. De acordo com um de seus ex-colegas de classe, ele era “uma criança muito difícil”.
Na adolescência, ele ficou tão doente que quase morreu. Foi então que entendeu que Deus queria o seu “bem, não o seu mal”, e submeteu a vida ao Senhor Jesus Cristo. Ele nunca olhou para trás. Foi uma mudança radical em sua vida, para a surpresa e o alívio da família.
Quando chegou a hora de trabalhar, ele foi empregado pela Corporação Bechtel, uma multinacional dedicada à engenharia pesada. Em momentos diferentes, eles se envolveram na construção de aeroportos e portos, no suporte às vítimas de furacões, na construção do “Chunnel” (o Eurotúnel que liga a Inglaterra à França) e no BART, o sistema de trânsito que cobre a baía de São Francisco. Dan não se envolveu pessoalmente com todos esses projetos, mas chegou a ser responsável por centenas de empregados.
Em 1976, a companhia o transferiu com a família para a Arábia Saudita e, em 1978, para Londres. Foi quando me encontrei com ele e sua esposa, Grace, pela primeira vez, pois se filiaram à Igreja All Souls, Langham Place, da qual eu era reitor. E éramos membros do mesmo grupo de comunhão.
Dan tinha muita preocupação com os pobres e necessitados e era generoso com a família e com a igreja, apesar de seu estilo de vida moderado. Porém, ele estava começando a sentir a pressão dos negócios. Foi nessa época que aconteceu a Consulta Sobre Estilo de Vida Simples. E os desafios surgiram. Apesar de sempre entregar o dízimo do salário, Dan entendeu que deveria simplificar ainda mais seu estilo de vida. Em visita à Índia, ele viu a verdadeira pobreza e observou que uma porcentagem muito elevada dos fundos da missão era gasta com despesas gerais. Ele resolveu não acumular riqueza, mas ofertá-la.
Em 1981, pediu demissão da Bechtel. Não que se sentisse incapaz de servir a Deus em uma corporação multinacional, pois Jesus Cristo era o Senhor de toda a vida. A questão é que ele se sentia especificamente chamado para os países do sudeste da Ásia, à qual ele próprio pertencia: Tailândia, Laos e Camboja, juntamente com Mianmar e Mongólia. Ele compreendeu e aplicou os princípios nativos na missão. Ele cria firmemente no ensino e no treinamento de asiáticos para ganhar asiáticos e prepará-los para missões. Ele ficou motivado ao saber que a maioria da população do mundo vive na Ásia. Além do mais, é muito mais econômico e eficiente para os nacionais asiáticos ganharem asiáticos, já que eles não têm problemas com a cultura, o idioma, a alimentação e as restrições de viagens.
Dan começou a primeira Escola Bíblica da Mongólia; e a Escola Bíblica em Phnom Penh (Camboja) foi registrada em seu nome, apesar de atualmente se chamar Phnom Penh Bible School. As expectativas em torno desse crescimento significativo eram altas. Porém, elas não durariam muito.
Dan foi subitamente tirado da liderança. Em 22 de março de 1994, envolveu-se em um acidente aéreo fatal. Ele estava voando em um Airbus russo (Aeroflot, voo 593 de Moscou
para Hong Kong) que bateu em uma montanha. Os 75 passageiros e a tripulação morreram. O acidente aconteceu porque o filho de um dos pilotos estava na cabine brincando com os controles.
Grace, viúva de Dan, e os dois filhos pequenos (Wei Wei e Justin) ficaram devastados. Porém, a obra do Senhor continuou.
Providencialmente, a irmã mais velha de Dan, Winnie, e o marido, Joseph, estavam em condições de assumir. Eles haviam viajado para os campos da missão na qual Dan trabalhava e conheciam pessoalmente os líderes asiáticos com os quais ele cooperava. E Dan havia estabelecido duas bases — uma privada, que ele começou com fundos próprios, e uma entidade pública de caridade chamada Country Network. Por meio dessas fundações, o trabalho singular do qual ele havia sido pioneiro pôde continuar.
E o legado de Dan continuará na Ásia por meio dos cristãos que ele influenciou, e tudo por causa do estilo de vida simples adotado por ele. “O seminário sobre estilo de vida simples”, disse-me Grace em uma carta, “mudou a todos nós”.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Mensagem para rever

Meu desejo para a Igreja é que todos se firmem no Senhor e na Sua Palavra.
Acima, na aba , você encontra escrito os textos lidos no culto deste dia 27, na Metô de Guarapuava.

Graça e paz.

As trombadas que acontecem...

As vezes me pergunto por quê os ataques mais ferozes de desânimo vem logo daqueles que pregam grandes virtudes mundo afora.
 
Realmente o ser humano se supera na sua perdição. É irrecuperável em todas as suas instâncias: do Papa, do Bispo ao jardineiro. Diz a Bíblia: Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do SENHOR! (Jeremias 17.5).
 
OS meus caíram todos, como um castelo de areia. Quem não me traiu, morreu ou desapareceu.
 
MAs em tudo vejo que Cristo nos chama a confiar somente nEle.
 
Prossigamos assim.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Apontamentos...

Terminei de ler o livro de Phillip Yancey.
Sou admirador desse autor de incrível percepção Cristã.

Eis alguns apontamentos.


O amigo dos pecadores, mas sem pecado

Jesus era amigo dos pecadores. Ele elogiou um cobrador de impostos servil acima de um fariseu temente a Deus. A primeira pessoa a quem se revelou francamente como Messias foi uma mulher samaritana que tinha um passado de cinco casamentos fracassados e a ocasião vivia com outro homem.com seu último alento perdoou um ladrão que não teria nenhuma oportunidade de crescer espiritualmente

Observo admirado a combinação intransigente da gentileza de Jesus para com os pecadores com a sua hostilidade para com o pecado.

Atualmente muitos daqueles cristãos que condenavam veementemente a homossexualidade, que Jesus nem mencionou, desprezam seus mandamentos diretos contra o divórcio. Continuamos redefinindo o pecado e mudando a ênfase.

Cada vez mais, temo, a igreja é considerada inimiga dos pecadores.

Percebo, ao olhar para a vida de Jesus Cristo, como nos distanciamos do equilíbrio divino que ele estabeleceu para nós. Ouvindo sermões e lendo as obras da atual igreja, às vezes detecto mais de Constantino do que de Jesus. O homem de Nazaré era um amigo dos pecadores, mas sem pecado, um padrão que deveria nos convencer das duas coisas.

 

 

Retrato de Deus

George Buttrick, ex capelão de Harvard, lembra-se dos alunos que entravam em seu escritório, desabavam sobre uma cadeira e declaravam não crer em Deus. Buttrick costumava dar esta resposta que os desarmava: “sente-se e me diga em qu3 tipo de Deus você não crê. Talvez eu também não creia nesse Deus”.  E então ele falava acerca de Jesus Cristo, a correção para todas as nossas suposições acerca de Deus.

Jesus apresenta Deus com pele, o qual podemos pegar ou largar, amar ou desprezar. Nesse modelo visível, reduzido, podemos discernir as características de Deus com maior clareza. Martinho Lutero incentivou seus alunos a fugir do Deus oculto e a correr para Cristo, e agora sei por quê.

O Antigo Testamento destaca o imenso abismo entre Deus e a humanidade. Ele é supremo, onipotente transcendente e qualquer contato limitado com ele põe risco aos seres humanos. As instruções de adoração num livro como Levítico me fazem pensar num manual para lidar com material radioativo.

Os discípulos de Jesus Cristo cresceram num ambiente desses, nunca pronunciando o nome de Deus, agindo de acordo com o intricado código de purificação, obedecendo as exigências da lei mosaica. Eles tinham por certo, como em muitas outras religiões da época, que o culto tinha de incluir sacrifício: alguma coisa tinha que morrer. O Deus deles proibia sacrifício de seres humanos e, assim, no dia do festival de Jerusalém se enchia de balidos e mugidos de um quarto de milhão de animais destinados ao altar do templo. O barulho e o cheiro do sacrifício eram fortes lembretes sensoriais do grande abismo entre Deus e eles.

Dessa maneira, Jesus Cristo introduziu profundas alterações no modo pelo qual vemos a Deus. Principalmente trouxe Deus para mais perto. Para os judeus que conheciam um Deus distante, Jesus Cristo trouxe a mensagem de que Deus se importa com a relva dos campos, alimenta os pardais, conta os cabelos da cabeça de uma pessoa.

Para os judeus que não se atrevia a pronunciar o Nome, Jesus Cristo trouxe a chocante intimidade da palavra aramaica Aba. Era um termo de conhecido afeto familiar, onomatopeico como “papá”, a primeira palavra que muitas crianças dizem. Antes de Jesus, ninguém imaginaria aplicar tal palavra a Javé, o Senhor soberano do universo.

Enquanto Jesus pendia da cruz, aconteceu algo que pareceu selar a nova intimidade para a jovem igreja. Marcos registra que exatamente quando Jesus Cristo expirou, o “véu do templo se resgou em duas partes, de alto a baixo” (15.38).

Com demasiada frequência e facilidade esquecemos o que custou a Jesus obter para todos nós – gente comum – o acesso imediato à presença de Deus. Conhecemos Deus como Aba, o Pai amoroso, apenas por causa de Jesus Cristo.

E você? Já deixou ser amado por Deus, através de Jesus Cristo?

sábado, 18 de julho de 2015

Alguns apontamentos que vou usar no culto amanhã

Pensamentos sobre os milagres

Milagres
Philip Yancey

Gastei grande parte da minha vida adulta resolvendo as questões que surgiram durante minha juventude. A oração, descobri, não funciona como uma máquina de vender: insira o pedido, receba a resposta. Os milagres são exatamente isso, milagres, não coisas comuns na experiência diária. Minha visão de Jesus também mudou. Conforme agora reflito sobre sua vida, os milagres desempenham um papel menos proeminente do que eu imaginava quando criança. Ele não era Super-Homem. Jesus reconheceu logo que a empolgação gerada pelos milagres não se convertia rapidamente em fé transformadora.

A reação a muitos milagres que Jesus fez nos evangelhos, contém um notável princípio de fé: embora a fé possa produzir milagres, milagres não produzem necessariamente a fé.

Jesus nunca encontrou enfermidade que não pudesse curar, defeito de nascença que não pudesse reverter, demônio que não pudesse exorcizar. Mas encontrou céticos que não pôde convencer e pecadores que não pôde converter. O perdão de pecados exige um ato de vontade da parte de quem recebe, e alguns que ouviram as palavras mais incisivas de Jesus sobre graça e perdão afastaram-se sem arrependimento.

Jesus sabia que a disfunção espiritual tem um efeito mais devastador do que qualquer enfermidade física. Toda pessoa curada um dia morre. E então, o que acontece? Ele não viera principalmente para curar as células do mundo, mas curar as almas das pessoas.


Com que facilidade nós, os que vivemos em corpos materiais, desvalorizamos o mundo espiritual! Ocorre-me que, embora Jesus gastasse mais tempo em questões como a hipocrisia, o legalismo e o orgulho, não conheço nenhum ministério de TV dedicado a curar esses problemas “espirituais”; mas nas doenças físicas. Antes de eu ficar presunçoso, entretanto, é bom lembrar com que facilidade me sinto atormentado pelo mais leve ataque de sofrimento físico, e com que raridade me sinto atormentado pelo pecado.

A multiplicação dos pães para alimentar 5 mil ilustra por que Jesus, como todos os poderes sobrenaturais à sua disposição, demonstrou tal ambivalência para com os milagres. Eles atraíram multidões e aplausos, sim, mas raramente encorajaram o arrependimento e uma fé duradoura. Ele estava trazendo uma mensagem dura de obediência e sacrifício, não um espetáculo de segunda categoria para basbaques e amantes de sensacionalismo.

“Uma geração má e adultera pede um sinal” (Mateus 12.39), Jesus diria quando outra pessoa mais lhe pediu uma exibição dos seus poderes. E em Jerusalém, a capital, embora muitas pessoas vissem os milagres que ele realizou e cressem nele, “Jesus não confiava neles” (Joao 2.24), pois sabia o que havia em seus corações.

Cada cura física apontava de volta para um período no Éden em que os corpos físicos na ficavam cegos, não eram aleijados nem sangravam por doze anos – e também apontava para a frente, para um período de criação por vir. Os milagres que realizou, arrebentando as correntes da enfermidade e da morte como fizeram, dão-me um vislumbre da razão pela qual o mundo foi criado e serve para instilar a esperança em que um dia Deus vai consertar o que está errado. Para não dizer coisa pior, Deus não está mais satisfeito com este mundo do que nós; os milagres de Jesus oferecem uma pista do que Deus pretende fazer a respeito.

Alguns veem os milagres como uma suspensão plausível das leis do universo físico. Como sinais, entretanto, servem exatamente para uma função oposta. A morte, a deterioração, a entropia e a destruição são a verdadeira suspensão das leis de Deus; os milagres são vislumbres precoces da restauração.
Nas palavras de Jurgen Moltmann: “ as curas de Jesus não são milagres sobrenaturais em um mundo natural. São as únicas coisas verdadeiramente naturais em um mundo que não é natural, e sim demoníaco e ferido”.


sexta-feira, 17 de julho de 2015

Sempre Aprendendo...


Gastei grande parte da minha vida adulta resolvendo as questões que surgiram durante minha juventude. A oração, descobri, não funciona como uma máquina de vender: insira o pedido, receba a resposta. Os milagres são exatamente isso, milagres, não coisas comuns na experiência diária. Minha visão de Jesus também mudou. Conforme agora reflito sobre sua vida, os milagres desempenham um papel menos proeminente do que eu imaginava quando criança. Ele não era Super-Homem. Jesus reconheceu logo que a empolgação gerada pelos milagres não se convertia rapidamente em fé transformadora.

Phillip Yancey.

 

quinta-feira, 2 de julho de 2015

notas

OUVI ESTA MENSAGEM MUITO BACANA DO PR ED RENE.
POREM, QUERO QUE AQUELES QUE SAO DA IGREJA ONDE PASTOREIO, QUE SEJAM MADUROS PARA OUVIR E SABIOS AO PRATICAR.

MUITOS COMEÇAM A HASTEAR BANDEIRA DE GUERRA, QUERENDO MANDAR RECADOS OU ACENTUAR PONTOS DE VISTA DIVERGENTES.

NAO FAÇAM ISSO. ASSISTAM, APRENDAM E GUARDEM NO CORAÇÃO, COLOCANDO PARTICULARMENTE EM PRATICA AQUILO QUE O ESPIRITO SANTO ILUMINAR.

ALEM DO MAIS, MUITA COISA QUE OUTROS LIDERES PREGAM PODEM CAUSAR CONFUSÃO NA NOSSA IGREJA LOCAL.

SEJAMOS PACIFICADORES E SABIOS, CONFORME DIZ A BIBLIA.

A maldição da religião a LaCarte
Ed Rene
Apoc. 2.18-29

Uma igreja é amaldiçoada porque faz pequenas concessões.
Religiões que pegam diversas doutrinas, pastor fulano, bispo ciclano e vai escolhendo o que quer ouvir.

Precisamos ver a logica do discurso e a vida de quem pronuncia o discurso.
A logica está na Palavra. E a vida de quem a prega tem que ser testada em comunidade. Quem nos conhece tem que jogar no ventilador a vida dupla do pregador. Isto é o tste da bíblia sagrada para quem prega a Palavra de Deus.

Falso profeta não gosta de gente inteligente, que duvida e que pergunta. Falso profeta mantem as pessoas no jardim de infância e também são infantis. Não crescem nem amadurecem.
Profetas de verdade colocam as pessoas me contato com Jesus e não consigo mesmas. Encorajam as pessoas a uma vida adulta e emancipada.

É na vida da Igreja que a gente cresce e aprende o discernimento espiritual.


Ninguem pode amaldiçoar a quem Deus abençoou.