quarta-feira, 27 de junho de 2007

Sobre Renan Calheiros


Política

Quanta podridão neste mundo, via política!

Sobre os últimos escandalos, faço minhas as palavras de Robin Williams no filme "O Candidato Aloprado":

"Político é igual a fralda: tem que trocar de tempos em tempos, e pelo mesmo motivo!"

terça-feira, 26 de junho de 2007

Coisas pequenas


Porque, quem despreza o dia das coisas pequenas? Pois esses sete se alegrarão, vendo o prumo na mão de Zorobabel; esses são os sete olhos do SENHOR, que percorrem por toda a terra.
Zacarias 4.10


São as pequenas palavras que você diz, os pequenos pensamentos que tem, as pequenas coisas que faz ou deixa de fazer, os pequenos momentos que perde ou usa com sabedoria, as pequenas tentações que o derrotam ou são derrotadas – as pequenas coisas do dia-dia que estão formando ou estragando sua vida futura.

Shalom.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

O remédio para a Insatisfação


E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. – Lucas 10.27


Sentindo-se a pior das criaturas, sem amor? Pobre equivocado! Existe um amor muito mais forte do que o seu esperando-o, um amor que anseia por satisfazer-se. O Noivo é que está esperando por você; os empecilhos à sua aproximação são todos do seu lado. É só tomar o seu devido lugar, e você verá como ele terá prazer, como está ansioso por satisfazer seus desejos mais profundos e suprir todas as suas necessidades!

Enquanto ela retiver seu próprio nome, jamais terá direito ao nome dele. Ela não poderá prometer amá-lo e honrá-lo sem, ao mesmo tempo, prometer obedecer-lhe. E, enquanto seu amor não chegar a esse ponto de total entrega e rendição, o seu amor será sempre um amor insatisfeito; jamais conseguirá achar descanso junto ao seu noivo como uma noiva satisfeita. Enquanto conservar sua vontade própria e o controle de suas próprias coisas, terá de contentar-se em viver de seus próprios recursos. Não terá direito aos recursos dele.

Poderia haver uma prova mais lamentável da extensão e da dura realidade da queda da humanidade do que essa profunda e arraigada desconfiança em relação ao nosso amado Mestre e Senhor? É essa desconfiança que nos faz hesitar na hora de nos entregarmos completamente a ele, que nos faz temer que ele nos peça algo além de nossas forças ou exija de nós algo muito difícil de dar ou fazer. A verdadeira razão de uma vida insatisfeita pode, muitas vezes, ser encontrada na falta de render-se a Deus.


Texto de Hudson Taylor, missionário na China, séc 19.
Shalom.

sábado, 23 de junho de 2007

O Livro de Deus

Stephen Kanitz, escritor da Veja, afirmou:
"Hoje o conhecimento humano é de curta duração, poderiamos até dizer descartável, usado duas ou três vezes e jogado fora, quando não faz mais sentido guardá-lo".
Por isto, todos os dias renovo meu amor pela Bíblia, que todo dia se renova, e sua sabedoria dura para sempre. Ela é um milagre de Deus, um presente para a humanidade.
Shalom.

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Para Meditar - Ponha ordem...


“Se meu mundo interior estiver em ordem será porque tomo diariamente a decisão de estar atento a isso”.

Por que serra que muitas pessoas acham que a solução das pressões e tensões é protestar com mais vigor, correr ainda mais depressa, acumular mais bens, recolher mais informações, tornar-se mais perito em tudo, e não procurar descanso no Senhor Jesus Cristo para as inquietações da vida? Parece que vivemos numa era em que é instintivo dar maior atenção a todas as áreas de nossa vida em seus mínimos detalhes, mas não ao nosso mundo interior – o único lugar de onde podemos tirar forças para combater e até mesmo derrotar as turbulências externas.

terça-feira, 19 de junho de 2007

Ponha Ordem no Seu Mundo Interior


Achei interessante um livro que estava disponivel na Igreja para emprestimo e comecei a ler. Compartilho com vocês algumas partes que achei muito interessante. Quando eu terminar a leitura, podem emprestar. Vale a pena!


“O seu mundo exterior só estará em ordem quando você estiver firmemente convencido de que o mundo interior, espiritual, deve reger o exterior, o da atividade”.

Uma pessoa que deu muito pouca atenção ao seu mundo interior foi o escritor inglês Oscar Wilde. William Barclay cita uma confissão feita por Wilde:

“Os deuses tinham-me favorecido com quase tudo. Mas deixei fascinar pelo prazer, e vivi longos períodos de uma insensata e sensual satisfação pessoal... Cansado de estar sempre nas alturas, saí desesperadamente em busca das profundezas, à procura de novas sensações. Então, o que o paradoxo era para mim na esfera intelectual, a perversão passou a ser na esfera da paixão. Passei a não ter o mínimo respeito pela vida dos outros. Gozava o prazer onde quisesse, e depois seguia em frente. Havia-me esquecido de que todo e qualquer ato que praticamos no dia-a-dia constrói ou destrói nosso caráter, e que tudo o que praticamos ocultamente, no futuro, será proclamado do alto de um telhado. Deixei de ser meu próprio senhor. Não era mais o condutor de minha alma, e nem estava ciente disso. Deixara que o prazer me dominasse. Terminei em horrível infelicidade”.

O sistema de valores da nossa cultura ocidental tem contribuído para que deixemos de enxergar tal fato. Somos ingenuamente levados a crer que, quanto mais ativo o individuo é em sua vida pública, mais espiritual também. Achamos que quanto maior for uma igreja, maiores serão suas bênçãos celestiais. Quanto maior for o volume de informações que um crente tiver sobre a bíblia, pensamos, mais perto deve estar de Deus.

Cuidado com a aridez que há em uma vida superativa.

Certa vez, o presidente dos Estados Unidos John Quincy Adams, que estava em Washington, sentiu muitas saudades de seus familiares, que estavam em Massachussets, e mandou-lhes uma carta, dirigindo uma pequena mensagem de incentivo ou conselho para cada um dos filhos. Para a filha, ele abordou a questão do futuro casamento dela, falando sobre o tipo de homem que ela deveria escolher. Suas palavras revelam que ele dava grande importância ao fato de se ter uma vida interior bem ordenada:

“Filha, arranje para marido um homem honesto, e conserve-o honesto. Não importa se não for rico, desde que seja independente. Dê mais valor à honra e ao caráter moral dele, do que todas as outras circunstancias. Não se preocupe com outra grandeza que não a da alma, nem com outras riquezas que não as do coração”.


Shalom!

domingo, 17 de junho de 2007

Distribuidores de Água

Neste domingo pela manhã, recebemos preciosa palavra da Irmã Márcia, de Jandaia do Sul, que nos incentiva a sermos “distribuidores da Água Viva”, que é Cristo.

Juízes 5.11- Donde se ouve o estrondo dos flecheiros, entre os lugares onde se tiram águas, ali falai das justiças do SENHOR, das justiças que fez às suas aldeias em Israel; então o povo do SENHOR descia às portas.

João 4.13-15 - Jesus respondeu, e disse-lhe: Qualquer que beber desta água tornará a ter sede; Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna. Disse-lhe a mulher: SENHOR, dá-me dessa água, para que não mais tenha sede, e não venha aqui tirá-la.

Deus nos desafia a sermos aqueles que levam água ao sedento e levemos a Palavra de salvação aqueles que precisam do Senhor Jesus nas suas vidas. Como igreja que completa 20 anos, desejamos obedecer o Ide de Jesus sermos fiéis despenseiros da Palavra de Deus, como também incentivou o bispo João Carlos ocasião da sua vinda a Guarapuava.

Que o Senhor da seara nos capacite, e que estejamos dispostos ao trabalho missionário.

Shalom.

terça-feira, 12 de junho de 2007

Outro Livro Interessante


"Ou você toma as rédeas do tempo ou ele te devora".


Este é o tema principal deste livro que faz tempo que queria ler e agora comprei mais barato aqui em Sampa. Breve compartilho algumas coisas no Blog.

Enquanto isto, você pode ver o site www.neotriad.com e fazer uns testes.
Shalom.

Interessante...

As (in) verdades de alguns provérbios.

Muito bem, meu caro, você gosta de provérbios. Pois, vou tentar comentar alguns dos seus preferidos:

O seguro morreu de velho – É, mas acho que eles morrerão tristes, chatos, sisudos e ainda correndo o risco de terem câncer, como qualquer outro que vive arriscadamente.
Em terra de sapo, de cócoras com ele – Se você acreditar mesmo nisso, um dia rastejará com os vermes.

Casa de ferreiro, espeto de pau – Parece lindo, mas lembre que esse dito não passa de um eufemismo para negligência, procrastinação e outras preguiças.

Em terra de cego, quem tem um olho é rei – Puxa, que “visão” de mundo horrorosa. Você quer dizer que basta uma vantagem física para sobrepujar todas as virtudes morais? Sério? Não acredito que você aceite um patife por rei só porque ele tem a vantagem de enxergar fisicamente.

Águas passadas não movem moinhos – Realmente! Porém, por favor, não se valha desse pensamento para tentar apagar o passado. O passado sempre ressurge como conseqüência no presente, e como antecedente do futuro.

A intenção é que conta – Ledo engano, amigo. Há outro ditado que nega este: A estrada para o inferno está cheia de boas intenções. Portanto, coincida suas intenções com seus atos.
Seja mais criterioso no que você diz e pense nas conseqüências de suas palavras, pois: Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso.

Termino com um adágio pouco conhecido, para você meditar: Antes quebrar que torcer.

Shalom!

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Aos Universitários da nossa Igreja


Carta a um universitário cristão
Revista Ultimato


Você tem o privilégio de freqüentar um curso superior, algo que não está disponível para muitos brasileiros como você. Todavia, esse privilégio implica em muitas responsabilidades e em alguns desafios especiais. Um desses desafios diz respeito a como conciliar a sua fé com determinados ensinos e conceitos que lhe têm sido transmitidos na vida acadêmica.

Até ingressar na universidade, você viveu nos círculos protegidos do lar e da igreja. Nunca a sua fé havia sido diretamente questionada. Talvez por vezes você tenha se sentido um tanto desconfortável com certas coisas lidas em livros e revistas, com opiniões emitidas na televisão ou com alguns comentários de amigos e conhecidos. Porém, de um modo geral, você se sentia seguro quanto às suas convicções, ainda que nunca tivesse refletido sobre elas de modo mais aprofundado.
Agora, no ambiente secularizado e muitas vezes abertamente incrédulo da universidade, você tem ficado exposto a idéias e teorias que se chocam frontalmente com a sua fé até então singela, talvez ingênua, da infância e da adolescência. Os professores, os livros, as aulas e as conversas com os colegas têm mostrado outras perspectivas sobre vários assuntos, as quais parecem racionais, científicas, evoluídas. Alguns de seus valores e crenças parecem agora menos convincentes e você se sente pouco à vontade para expressá-los. Para ajudá-lo a enfrentar esses desafios, eu gostaria de fazer algumas considerações e chamar a sua atenção para alguns dados importantes.
Em primeiro lugar, você não deve ficar excessivamente preocupado com as suas dúvidas e inquietações. Até certo ponto, ter dúvidas é algo que pode ser benéfico porque o ajuda a examinar melhor a sua fé, conhecer os argumentos contrários e adquirir convicções mais sólidas. O apóstolo Paulo queria que os coríntios tivessem uma fé testada, amadurecida, e por isso recomendou-lhes: “Examinem-se para ver se vocês estão na fé; provem a si mesmos” (2 Co 13.5). As dúvidas mal resolvidas realmente podem ser fatais, mas quando dão oportunidade para que a pessoa tenha uma fé mais esclarecida e consciente, resultam em crescimento espiritual e maior eficácia no testemunho. O apóstolo Pedro exortou os cristãos no sentido de estarem “sempre preparados para responder a qualquer pessoa que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês” (1 Pe 3.15).
Além disso, você deve colocar em perspectiva as afirmações feitas por seus professores e colegas em matéria de fé religiosa. Lembre-se que todas as pessoas são influenciadas por pressupostos, e isso certamente inclui aqueles que atuam nos meios universitários. A idéia de que professores e cientistas sempre pautam as suas ações pela mais absoluta isenção e objetividade é um mito. Por exemplo, muitos intelectuais acusam a religião de ser dogmática e autoritária, de cercear a liberdade das pessoas e desrespeitar a sua consciência. Isso até pode ocorrer em muitos casos, mas a questão aqui é a seguinte: Estão os intelectuais livres desse problema? A experiência mostra que os ambientes acadêmicos e científicos podem ser tão autoritários e cerceadores quanto quaisquer outras esferas da atividade humana. Existem departamentos universitários que são controlados por professores materialistas de diversos naipes – agnósticos, existencialistas e marxistas. Muitos alunos cristãos desses cursos são ridicularizados por causa de suas convicções, não têm a liberdade de expor seus pontos de vista religiosos e são tolhidos em seu desejo de apresentar perspectivas cristãs em suas monografias, teses ou dissertações. Portanto, verifica-se que certas ênfases encontradas nesses meios podem ser ditadas simplesmente por pressupostos ou preconceitos anti-religiosos e anticristãos, em contraste com o verdadeiro espírito de tolerância e liberdade acadêmica.
Você, estudante cristão que se sente ameaçado no ambiente universitário, deve lembrar que esse ambiente é constituído de pessoas imperfeitas e limitadas, que lidam com seus próprios conflitos, dúvidas e contradições, e que muitas dessas pessoas foram condicionadas por sua formação familiar ou educacional a sentirem uma forte aversão pela fé religiosa. Tais indivíduos, sejam eles professores ou alunos, precisam não do nosso assentimento às suas posições anti-religiosas, mas do nosso testemunho coerente, para que também possam crer no Deus revelado em Cristo e encontrem o significado maior de suas vidas.
Todavia, ao lado dessas questões mais pessoais e subjetivas, existem alegações bastante objetivas que fazem com que você se sinta abalado em suas convicções cristãs. Uma dessas alegações diz respeito ao suposto conflito entre fé e ciência. O cristianismo não vê esse impasse, entendendo que se trata de duas esferas distintas, ainda que complementares. Deus é o criador tanto do mundo espiritual quanto do mundo físico e das leis que o regem. Portanto, a ciência corretamente entendida não contradiz a fé; elas tratam de realidades distintas ou das mesmas realidades a partir de diferentes perspectivas. O problema surge quando um intelectual, influenciado por pressupostos materialistas, afirma que toda a realidade é material e que nada que não possa ser comprovado cientificamente pode existir. O verdadeiro espírito científico e acadêmico não se harmoniza com uma atitude estreita dessa natureza, que decide certas questões por exclusão ou por antecipação.
Mas vamos a alguns tópicos mais específicos. Você, universitário cristão, pode ouvir em sala de aula questionamentos de diversas modalidades: acerca da religião em geral (uma construção humana para responder aos anseios e temores humanos), de Deus (não existe ou então existe, mas é impessoal e não se relaciona com o mundo), da Bíblia (um livro meramente humano, repleto de mitos e contradições), de Jesus Cristo (nunca existiu ou foi apenas um líder carismático), da criação (é impossível, visto que a evolução explica tudo o que existe), dos milagres (invenções supersticiosas, uma vez que conflitam com os postulados da ciência), e assim por diante. Não temos aqui espaço para responder a todas essas alegações, mas perguntamos: Quem conferiu às pessoas que emitem esses julgamentos a prerrogativa de terem a última palavra sobre tais assuntos? Por que deve um universitário cristão aceitar tacitamente essas alegações, tantas vezes motivadas por preferências pessoais e subjetivas dos seus mestres, como se fossem verdades definitivas e inquestionáveis?
O fato é que, desde o início, os cristãos se defrontaram com críticas e contestações de toda espécie. Nos primeiros séculos da era cristã, muitos pagãos acusaram os cristãos de incesto, canibalismo, subversão e até mesmo ateísmo! Foram especialmente contundentes as críticas feitas por homens cultos como Porfírio e Celso, que questionaram a Escritura, as noções de encarnação e ressurreição, e outros pontos. Eles alegavam que o cristianismo era uma religião de gente ignorante e supersticiosa. Em resposta a esses ataques intelectuais surgiu um grupo de escritores e teólogos que ficaram conhecidos como os apologistas e os polemistas. Dentre eles podem ser citados Justino Mártir, Irineu de Lião, Tertuliano, Clemente de Alexandria e Orígenes, que produziram notáveis obras em defesa da fé cristã.
Em nosso tempo, também têm surgido grandes defensores da cosmovisão cristã, tais como Cornelius van Til, C. S. Lewis, Francis Schaeffer, R. C. Sproul, John Stott e outros, que têm utilizado não somente a Bíblia, mas a teologia, a filosofia e a própria ciência para debater com os proponentes do secularismo. Além deles, outros autores têm publicado obras mais populares acerca do assunto, apresentando argumentos convincentes em resposta às alegações anticristãs. Dois bons exemplos recentes são o livro de Lee Strobel, Em Defesa da Fé (www.editoravida.com.br), que possui um capítulo especialmente instrutivo sobre uma questão até hoje não aclarada pela ciência, ou seja, a origem da vida, e o livro de Phillip Johnson, Ciência, Intolerância e Fé (www.ultimato.com.br), cujo subtítulo já diz muito: “A cunha da verdade: rompendo os fundamentos do naturalismo”. É importante que você, universitário cristão, leia esses autores, familiarize-se com seus argumentos e reflita de maneira cuidadosa sobre a sua fé, a fim de que possa resistir à sedução dos argumentos divulgados nos meios acadêmicos.
Outra iniciativa importante que você deve tomar é aproximar-se de outros estudantes que compartilham as mesmas convicções. É muito difícil enfrentar sozinho as opiniões contrárias de um sistema ou de uma comunidade. Por isso, envolva-se com um grupo de colegas cristãos que se reúnam para conversar sobre esses temas, compartilhar experiências, apoiar-se mutuamente e cultivar a vida espiritual. Muitas universidades têm representantes da Aliança Bíblica Universitária (ABU) e de outras organizações cristãs idôneas que visam precisamente oferecer auxílio aos estudantes que se deparam com esses desafios. Não deixe também de participar de uma boa igreja, onde você possa encontrar comunhão genuína e alimento sólido para a sua vida com Deus.
Em conclusão, procure encarar de maneira construtiva os desafios com que está se defrontando. Veja-os não como incômodos, mas como oportunidades dadas por Deus para ter uma fé mais madura e consciente, para conhecer melhor as Escrituras, para inteirar-se das críticas ao cristianismo e de como responder a elas, para dar o seu testemunho diante dos seus professores e colegas, por palavras e ações. Saiba que você não está só nessa empreitada. Além de irmãos que intercedem por sua vida, você conta com a presença, a força e a sabedoria do Senhor. Muitos já passaram por isso e foram vitoriosos. Meu desejo sincero é que o mesmo aconteça com você. Deus o abençoe!