terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Minhas promessas de ano novo!



Buscar o reino de Deus para ter paz e descanso
Mateus
6.31   Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos?
6.32   Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas;
6.33   buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
6.34   Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.

Viver feliz com o conselho de Provérbios
30.7 Duas coisas te peço; não mas negues, antes que eu morra:
30.8 afasta de mim a falsidade e a mentira; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário;
30.9 para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o SENHOR? Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus.

Viver cada dia
Eclesiastes 5.18   Eis o que eu vi: boa e bela coisa é comer e beber e gozar cada um do bem de todo o seu trabalho, com que se afadigou debaixo do sol, durante os poucos dias da vida que Deus lhe deu; porque esta é a sua porção.
Viva cada dia como se fosse o último. (Uma hora você acerta!)

Rejeitar toda raiz de amargura
Hebreus
12.15   atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados;

Cuide da sua alma como cuida do seu corpo.

Arrumar um amigo
Provérbios 17.17 Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão.
27.10   Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai, nem entres na casa de teu irmão no dia da tua adversidade. Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe.
A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas.
Só existe uma coisa melhor do que fazer novos amigos: conservar os velhos.



sábado, 28 de dezembro de 2013

A Lei do Evangelho

Essa é a lei do evangelho: o vencido é o vencedor;
o morto é quem ressuscita;
o fraco é o forte;
o humilhado é o que será exaltado.

Pr. Glênio Paranaguá

sábado, 14 de dezembro de 2013

Santidade



Filipenses
1.6   Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.
O Senhor deseja terminar em nós o que começou: transformar-nos em novas vidas que sejam vasos de honra para Ele, que lhe deem prazer por se parecer com Cristo.

Filipenses
2.13   porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.
Deus deseja que O deixemos operar em nós a santidade, pelo deixar Seu querer agir em nós. Diariamente deixando nosso gênio morrer à míngua; nossa carne morrer de inanição para o pecado, para a contenda entre irmãos, para os desejos que levam à morte. Tudo pelo viver a vida de Cristo.

Filipenses
4.13   tudo posso naquele que me fortalece.
E para isto, Cristo nos fortalece para tornar tudo isto possível.
A Ele toda a glória.

Pr. Fábio.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Morra!

Introdução
Vivemos no mundo do sucesso.  Todos almejam serem notados, apreciados e importantes. O mundo e seus expedientes entram com todo um mercado de sucesso: cursos, aperfeiçoamento, mentalidade de vencedor estão por toda a parte.
LEIA NA ABA ACIMA MENSAGENS, A MENSAGEM COMPLETA.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Pregação de Domingo


As Quatro Maldições 4

A Maldição da Família Vivendo sem Amor

Malaquias

4.5-6 - Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do SENHOR; ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que eu não venha e fira a terra com maldição.

LEIA NA ABA ACIMA MENSAGENS, O ESTUDO COMPLETO.

domingo, 13 de outubro de 2013

A BIBLIA É UM LIVRO PARA CRIANÇAS


13/10/2013-Gpuava


Mateus


18.1   Naquela hora, aproximaram-se de Jesus os discípulos, perguntando: Quem é, porventura, o maior no reino dos céus?




18.2   E Jesus, chamando uma criança, colocou-a no meio deles.




18.3   E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus.


leia mensagem completa ACIMA na aba

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O Batismo na Morte de Cristo

Compartilho com vocês mais um capitulo do livro A TARA NA BALANÇA. Em breve todos estes capítulos serão transformados em estudos bíblicos para a Igreja, nos domingos pela manhã.


5 – O batismo na morte de Jesus Cristo

Romanos

6.3   Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte?

 

O novo testamento fala de várias formas de batismos, anunciando a imersão do candidato em alguns ambientes diferentes. Por exemplo: o batismo nas águas aponta para o mergulho num líquido. O batismo no Espírito Santo ressalta a experiência de enchimento do Espírito na vida do crente. O batismo no fogo mostra a imersão no holocausto ou consagração. O batismo na morte confirma a inclusão do pecador no sacrifício de Cristo. O batismo do corpo evidencia a admissão do salvo na igreja, o corpo místico de Cristo, e assim, cada um desses batismos testifica a identificação do aspirante em realidades especificas. O crente é sempre imerso em algum acontecimento importante.

O batismo na morte é um tema pouco abordado na história da pregação, ainda que seja bem considerado pelas Escrituras.

A cruz é o único lugar neste universo em que o cálice do sofrimento e o batismo na morte aniquilam a arrogância dose seres mais presunçosos. Para alguém conseguir entrar na festa do cordeiro, é preciso antes de tudo, ter bebido no copo do santo gral e ter sido batizado numa sepultura através do corpo de Cristo crucificado. Ninguém poderá participar na intimidade da família Real sem as cicatrizes da cruz.

O batismo na morte é a credencial básica que Jesus oferece aos seus discípulos para integrá-los no seu Reino. Não é o batismo nas águas que garante o título de propriedade em termos de salvação. Este é somente o testemunho do que aconteceu no calvário.  Uma víbora precisa mais do que um banho para remover sua natureza. Mergulhar uma serpente num batistério não a transforma num ofídio inofensivo.

A verdade bíblica nos garante que os filhos de Deus já foram batizados em Cristo, bem antes de serem batizados nas águas. Gálatas 3.26   Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; 3.27   porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes.

 

A nossa identificação na morte juntamente com Cristo consegue deslocar a autoestima, contaminada pela vaidade pecaminosa, para a estima do alto, determinada pelos valores celestiais. Somos transformados, pelo poder da morte e ressurreição de Cristo, em novas criaturas com uma nova mentalidade. A nova vida é estimada, daí para frente, pelos novos valores do Reino de Deus. É bom que se diga aqui que o batismo na morte não significa uma despersonalização do sujeito, mas uma modificação radical da personalidade.

A plenitude do Espírito é uma consequência da vacância do ego. A morte precede a ressurreição. O despojamento antecede a restituição. O esvaziamento do ego na cruz vem antes da plenitude da vida de Cristo.

O fato é que a morte de Cristo tinha implicações diretas com a morte do pecador. E foi juntamente com Cristo que o pecador morreu para a sua vida pecaminosa.

O batismo nas águas deve sempre vir precedido da experiência de fé no batismo da morte. Antes de sepultar alguém é preciso verificar se primeiro ele já morreu, uma vez que a cerimônia do batismo nas águas tipifica o enterro do defunto, e o pecador, de fato, só morre na cruz com Cristo. No reino de Deus não há óbito por afogamento. Quem crê na sua morte na cruz com Cristo pode ser batizado nas águas como testemunho de sua fé nesse sacrifício.

A missão de Jesus não tem como finalidade dar valor ao homem caído, mas libertá-lo de si mesmo. O batismo na morte com Cristo é o único remédio para a cura dessa inflamação insidiosa do egoísmo desgostoso.

A bandeira da nova vida deve ser: convém que Ele cresça e eu diminua. João 3.30

 

A Oração é importante?


Depois de fazer um levantamento da prática da oração de Jesus, percebo que seu exemplo responde a uma importante pergunta sobre a oração: Ela é importante? Quando as dúvidas se insinuam, e me pergunto se a oração é uma forma santificada de falar comigo mesmo, lembro-me de que o Filho de Deus, que havia criado tudo com sua palavra e que sustenta tudo o que existe, sentiu uma necessidade premente de orar. Orou como se a oração fizesse alguma diferença, como se o tempo dedicado a ela tivesse exatamente a mesma importância do tempo dedicado a cuidar das pessoas.

Um médico amigo meu, ao saber que eu estava investigando a oração, disse-me que eu deveria partir de três pressupostos bastante amplos: 1) Deus existe; 2) Deus é capaz de ouvir nossas orações; 3) Deus se interessa por nossas orações. “Nenhum dos três pode ser provado ou refutado”, disse ele. “São afirmações em que se deve acreditar ou não”. Ele está certo, naturalmente, embora para mim o exemplo de Jesus ofereça uma forte prova em favor do acreditar. Descartar a oração, concluir que ela não tem importância, significa ver Jesus como iludido.

Jesus agarrava-se à oração como a uma corda de salvação, pois ela lhe dava orientação e energia para conhecer a vontade do Pai. Para continuar crendo no mundo “real” do qual ele vinha, para alimentar a memória da luz eterna, ele tinha de esforçar-se às vezes a noite inteira ou levantar-se antes do amanhecer. Até mesmo ele em certas ocasiões perdeu a paciência com o ambiente terreno (“Ó geração incrédula, até quando estarei com vocês?”), ás vezes lutou contra a tentação (“Não ponha à prova o Senhor, os eu Deus”) e às vezes duvidou (“Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?”).

Os céticos questionam a utilidade da oração: se Deus tem um conhecimento perfeito, que sentido faz? Para perguntas como essas não tenho resposta melhor do que o exemplo de Jesus, que conhecia mais do que ninguém a sabedoria do Pai e, mesmo assim, sentia uma forte necessidade de inundar os céus com pedidos.

Embora Jesus não apresentasse nenhuma prova metafísica da eficácia da oração, o próprio fato de que ele orava estabelece seu valor. “Peçam e receberão”, disse abertamente, censurando quem considera o pedido uma forma “primitiva” de oração. Quando os discípulos fracassaram em sua tentativa de curar um rapaz aflito, Jesus teve uma explicação muito simples: falta de oração.        

Seu Destino é a Cruz

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Seu Destino é a Cruz

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Estudo ministrado no domingo, 06


ORAÇÃO

 

Orai sem cessar.

1 Tessalonicenses 5.17

 

A oração é o maior privilégio que o Senhor deixou para seus discípulos. Vemos na Bíblia em muitas ocasiões da vida de Jesus Cristo os momentos em que ele ensinava seus discípulos a se retirarem para orar. Ele se preocupou muito com isso e dedicou tempo incentivando através de lições práticas e por parábolas. Jesus sabia que quando ele subisse ao céu, os discípulos deveriam manter contato com ele através da oração para que suas vidas tivessem forças para a missão.

Foi Crisóstomo, um dos doutores da igreja, que viveu no quarto século, que dizia com muita beleza que “a oração torna possível o que é impossível e fácil o que é difícil”.

Não orar é um desperdício. Tiago diz que a nossa correria, a nossa agitação, o nosso nervosismo, as nossas brigas, o nosso afã não nos levam a nada. Só porque não envolvemos Deus, não recorremos à oração

 Cobiçais e nada tendes; matais, e invejais, e nada podeis obter; viveis a lutar e a fazer guerras. Nada tendes, porque não pedis; pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres. Tiago 4.2-3.

Essa ausência de corações súplices diante de Deus aparece mais dramaticamente na época do profeta Isaías: “Eu estava pronto para atender o meu povo, mas eles não pediram a minha ajuda; estava pronto para ser achado, mas eles não me procuraram”. A um povo que não orou a mim, eu disse: ‘Estou aqui! Estou aqui’” (Is 65.1).

Certas conquistas, certas vitórias, certas plenitudes, certos regozijos – só se alcançam com a ajuda da oração. Os que levam a sério a oração e não a desperdiçam exclamam, como aquela mulher que deixou de ser estéril: “Eu pedi esta criança a Deus, o Senhor, e ele me deu o que pedi!” (1Sm 1.27).

 

Acesso liberado

Antes de o Senhor vir a este mundo, estávamos presos do lado de fora do muro da casa de Deus. Estávamos impedidos por intermediários que intercediam por nós como um Juiz moroso em despachar suas causas. Mas Jesus nos inaugurou um novo e vivo caminho e liberou nosso acesso. Nosso terno protocolar para chegar à presença do Rei foi substituído por vestes brancas concedidas pelo Cordeiro que limpou-nos do pecado. Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne. Hebreus 10.19-20

O Rei do céu nos garante acesso à sua presença dia e noite. Ele está pronto para ouvir e seu socorro está ao alcance de todos os que chegam às portas do seu palácio.

 

Necessidade da Alma

Orar deve ser muito mais do que um simples hábito gerado pela tradição religiosa. Orar é uma necessidade da alma para matar a sede consciente ou inconsciente de Deus. É uma questão de sobrevivência para quem quer enfrentar as tempestades da vida sem desfalecer.

...resisti-lhe firmes na fé, certos de que sofrimentos iguais aos vossos estão-se cumprindo na vossa irmandade espalhada pelo mundo. 1 Pedro 5.9

É um expediente de quem quer se resguardar da carne, do mundo e das potestades do ar.

...porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Efésios 6.12

É uma providência para quem quer manter incólume o seu casamento até o último dia e para os pais que querem educar com sucesso os seus filhos no temor do Senhor.

Pedro chega a dizer que a falta de compreensão entre marido e mulher, o egoísmo de um e de outro e outros problemas conjugais atrapalham as orações.  Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações. 1 Pedro 3.7. Em vez de ser um castigo, essa recusa de Deus em nos ouvir em situações assim é uma graça porque nos constrange ou nos anima a consertar alguma coisa errada.

É o exercício para quem deseja construir alguma coisa para o reino de Deus. Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus. 1 Coríntios 10.31

 

Grande Privilégio

Spurgeon, dizia: Não tendes nada que desejais? Então não conheceis a vossa pobreza! Não há nada por que peçais misericórdia a Deus? Talvez então a misericórdia do senhor vos mostre a vossa penúria! Uma alma que não ora é uma alma sem cristo. A oração é o murmúrio do crente recém-nascido, o clamor do crente guerreiro, a esperança do crente que está à morte, a segurança da igreja!

A rigor e em última instância, orar é o maior de todos os privilégios do ser humano. Porque quem ora entra no Santo dos Santos e se coloca na presença do próprio Deus em espírito, não só por meio da fé, mas basicamente por meio do sacrifício vicário de Jesus, e fala com o Todo-Poderoso com toda a liberdade, seja com palavras audíveis ou pelo simples mover dos lábios.

Todavia, quem ora de fato é aquele que tem duas convicções ao mesmo tempo: a convicção da extrema estreiteza dos seus próprios recursos e a convicção da extrema largueza dos recursos do poder e do amor de Deus.

 

Em santidade

Porque Deus é absolutamente santo, ele não nos ouve quando vivemos deliberadamente em pecado não confessado. Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça. Isaías 59.2

Que em tudo o Senhor nos encontre dispostos a andar na Sua presença com pureza de intenção. Dessa forma nossas orações nunca serão impedidas.

John Wesley dizia: Deus nada faz a não ser em resposta às orações dos santos. Ele pode, mas não quer!

Descubra a alegria da segurança que vem através da oração. Sua vida será revolucionada!

 ╬ Pr. Fábio Alcântara

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Voce anda insatifeito?


Para Meditar

As Quatro Maldições 3
A Maldição do Coração Ingrato

 
Malaquias 3.8- 9 
Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda.
 
LEIA NA ABA ACIMA: A MENSAGEM NA ÍNTEGRA
 
SHALOM!

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

pequenas anotações...


Ezequiel 13.

13.20   Portanto, assim diz o SENHOR Deus: Eis aí vou eu contra vossos invólucros feiticeiros, com que vós caçais as almas como aves, e as arrancarei de vossas mãos; soltarei livres como aves as almas que prendestes.


13.21   Também rasgarei os vossos véus e livrarei o meu povo das vossas mãos, e nunca mais estará ao vosso alcance para ser caçado; e sabereis que eu sou o SENHOR.

O quê é feitiçaria?
Gálatas

5.19   Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia,



5.20   idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções,

Feitiçaria não é obra do diabo. Idolatria e feitiçaria são irmãs gêmeas.
Subir monte com saco de oração são idolatria e feitiçaria. Invólucros mentirosos.
Sal na igreja, benção dos 318 varões, andar ao redor de Jericó, e coisas semelhantes, são feitiçaria.
Tudo aqilo que suprime a suficiência de Jesus Cristo, retira a total operação da graça em Cristo Jesus, é maldito.

Ezequiel 13.20   Portanto, assim diz o SENHOR Deus: Eis aí vou eu contra vossos invólucros feiticeiros, com que vós caçais as almas como aves, e as arrancarei de vossas mãos; soltarei livres como aves as almas que prendestes.

Cristo nos libertou para a liberdade e não para ficarmos presos por esses vendilhões malditos de artigos religiosos.
Gálatas
5.1   Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.

Naquele tempo também os religiosos estavam escravizando novamente os novos cristãos com aparatos religiosos de circuncisão e ritos judaicos.
Uma liberdade em santidade:

Gálatas 5.13   Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor.

Quem não tem experiência na liberdade gosta de andar de cabresto. Quem foi livre não entra mais em alçapão. Quem foi livre não entra em arapuca.
Não queremos ser cristãos movidos pelas 5 palavras: Dever, Interesse, Medo, Culpa e Vergonha.
Andamos somente pelo amor irrrestrito  a Deus e sua graça.
 
Se quiser ouvir completo:

 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Spurgeon ainda fala...


É um perigo ser próspero. Para o cristão, a provação da adversidade é uma  experiência menos severa do que o cadinho da prosperidade. A capacidade humana é insuficiente para carregar com a mão firme o cálice transbordante de gozo mortal; mas Paulo havia aprendido essa habilidade, pois declara: "Em todas as coisas estou  

É um perigo ser próspero. Para o cristão, a provação da adversidade é uma experiência menos severa do que o cadinho da prosperidade. A capacidade humana é insuficiente para carregar com a mão firme o cálice transbordante de gozo mortal. Paulo havia aprendido essa habilidade, pois declara: "Em todas as coisas estou instruído, tanto a ter abundância como a padecer necessidade".

 O que acontece muitas vezes é que, quando estamos muito supridos das dádivas providenciais de Deus, temos pouco da sua graça; contentes com a terra, ficamos satisfeitos sem o Céu. Com certeza, é mais difícil saber estar farto do que saber ter fome; porque a natureza humana tem uma inclinação desesperadora para o orgulho e o esquecimento de Deus. Cuide de orar a Deus, pedindo que Ele lhe ensine a "ter abundância".
Shalom.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Anda inquieto ?


Mais um Capítulo do Livro TARA NA BALANÇA... reflexões


O Caminho do Senhor

O Senhorio de Jesus Cristo

Vemos no texto de Atos 18.25 que Apolo era instruído no caminho do Senhor. Esse é um ponto positivo, mesmo sendo impreciso no caminho de Deus. Mas será que ele conhecia mesmo o senhorio de Jesus Cristo?

O domínio absoluto do Senhor é uma questão de difícil aceitação. Os discípulos de Jesus tiveram problemas com o seu consentimento do seu senhorio em várias ocasiões, como a travessia do mar da galiléia (Lucas 8.24-35).

Ele havia dado uma ordem e sabia que era irrevogável. Nada neste universo, criado pelo poder da sua palavra, teria condições de impedir o cumprimento desse comando. Aquele barco não tinha opção: ou passava para a outra margem ou não havia margem para naufragar. Por isso, a ensaboada nos discípulos. Como podiam ser incrédulos diante das palavras do Senhor do mundo?

O novo testamento faz referencias a Jesus Cristo como Salvador aproximadamente vinte vezes; como Mestre, cerca de sessenta e quatro vezes; mas ele é considerado como Senhor em mais de seiscentas e cinquenta ocasiões. Com certeza, Jesus Cristo é o único Salvador desse mundo e o Mestre dos mestres por excelência.

 

Jesus Cristo era servo por excelência

Ele é o senhor da criação que se encarnou como servo sofredor, sem, contudo, perder a sua natureza de dono universal do cosmos. Ele serviu com elegância sem murmurar ou se condoer. A mentalidade de um escravo se percebe pelo gemido. As lamentações e exigências são marcas de um estilo lamuriento de vassalagem, corrompido pela inveja da excelência, e que sempre acaba com a celebração da festa. Escravo não festeja, escravo murmura, reclama e critica. Por outro lado, o louvor faz parte da linguagem dos servos que não deixam se dominar pelos sentimentos de grandeza.

O serviço no cristianismo não é uma preferência pessoal, mas um atributo decorrente do seu Senhor. Se a atitude do Senhor está inclinada para servir, nenhum dos seus servos pode se omitir nesse mister. Ser um servo legitimo do Senhor Jesus Cristo é ser um obediente amo do serviço em favor daqueles que ele tanto ama. ( João 13.13-15)

Aquele que se encontra sob o senhorio de Cristo tem grande alegria em servir as pessoas a quem o Senhor lhe tem designado. Não há vida cristã sem serviço e não existe serviço cristão sem a alegria de servir sob a autoridade de Cristo. Já que Ele é o único senhor, todo o serviço dos seus servos deve ser executado pelo deleite de obedecer as determinações daquele que tem a preferência em suas vidas.

Quem nãos erve ao seu Senhor por amor, não serve por inteiro. Um serviço feito por constrangimento é uma labuta azucrinante que não vale a pena. Muitos obreiros na igreja fazem o seu serviço apenas por dever, por isso vivem insatisfeitos a resmungar de suas tarefas.

 

Os verdadeiros nascidos de novo obedecem

Há muitos que até chamam Jesus de Senhor, mas não lhe obedecem. Jesus Cristo não será realmente o Senhor na vida da Igreja se os seus discípulos não corresponderem, na prática, àquilo que eles dizem nas suas confissões.  (Mateus 7.21)

Se o Senhor Jesus Cristo não é o dono e governante da sua vida, você de fato não é um cristão. Richard Baxter dizia que uma pessoa cheia de si jamais poderá pregar verdadeiramente o Cristo que se esvaziou de si mesmo.  Precisamos urgentemente de um quebrantamento promovido pelo Espírito Santo no seio da Igreja contemporânea, a fim de estabelecer a postura legitima da verdadeira submissão ao senhorio de Cristo na vida de cada membro do rebanho do Senhor. Sem essa mudança de mentalidade, fica impossível a comunhão saudável dos membros da igreja e muito complicada a sua unidade.

Por isso mesmo é necessário um batismo na morte de Cristo, para que a vida de Cristo se manifeste soberana no convívio da igreja. Somente aqueles que, pela graça de Deus, foram batizados no sacrifício do Senhor Jesus Cristo podem manifestar a vida de Cristo diariamente no seu modo de viver.

Por isso ninguém pode exercer um serviço fidedigno em seu ministério, com a manifestação dos verdadeiros dons espirituais, sem primeiro experimentar o governo de Cristo em sua vida como seu único Senhor.

 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Antes de amarrar Satanás...

1 - Antes de amarrar Satanás, 
amarre os seus pés. 
São eles que o levam para o conselho dos ímpios, para o caminho dos pecadores e para a roda dos escarnecedores (Sl 1.1). Retire o seu pé do mal, da casa da mulher adúltera, do caminho largo, do altar de ídolos, da multidão dos que não servem a Deus (Pv 4.26-27).

2 - Antes de amarrar Satanás, 
amarre os seus joelhos, 
para eles não se dobrarem diante do tentador (Lc 4.7), diante de Baal (1 Rs 19.18) e diante das riquezas (Mt 6.24).

3 - Antes de amarrar Satanás, 
amarre as suas mãos.
Se elas o fazem tropeçar, corte-as. Pois “é melhor entrar na vida eterna sem mão ou sem pé do que ficar com eles e ser jogado no fogo eterno” (Mt 18.8, BLH). As mãos precisam ser santas (1 Tm 2.8) e precisam estar agarradas ao arado, “pois quem põe a mão no arado e olha para trás não é apto para o reino de Deus” (Lc 9.62).

4 - Antes de amarrar Satanás, 
amarre o seu coração. 
Ele não pode amar outro cônjuge além do seu, outro deus além de Deus. Ele não pode amar o mundo nem o que há no mundo (1 Jo 2.15).

5 - Antes de amarrar Satanás, 
amarre a sua língua. 
Ela é um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero. Ela contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de uma vida (Tg 3.1-12).

6 - Antes de amarrar Satanás, 
amarre os seus ouvidos. 
Ele não podem ouvir blasfêmias, irreverências, mentiras nem pornochanchadas.

7 - Antes de amarrar Satanás, 
amarre os seus olhos. 
Se os seus olhos forem maus, o seu corpo todo ficará na escuridão. Olhos altivos, olhos de cobiça, olhos cheios de adultério, olhos que nunca olham para cima – precisam ser amarrados dia após dia.

8 - Antes de amarrar Satanás, 
amarre a sua mente. 
Ela precisa ficar cativa a Cristo. Você não tem o direito de pensar a seu gosto. Você só pode pensar naquilo que é verdadeiro, nobre, correto, puro, amável e de boa fama.

9 - Antes de amarrar Satanás, 
amarre seu gênio. 
Se você não suporta um revés, uma ofensa, uma crítica, uma dor – você é incapaz de viver neste mundo. Você não pode pedir fogo do céu para consumir os que não batem palmas para você.

10 - Antes de amarrar Satanás, 
amarre a sua vaidade pessoal. 
A soberba é um pecado latente que precisa ser dominado. É um pecado perigoso. A desgraça está um passo depois do orgulho e logo depois da vaidade vem a queda. O problema é grave demais.

11 - Antes de amarrar Satanás, 
amarre a sua incredulidade. 
Ela é um entrave enorme e uma ofensa contra Deus, pois sem fé é impossível agradá-lo. Você não pode raciocinar corretamente se não incluir os recursos da fé na revelação e nas promessas de Deus.

12 - Antes de amarrar Satanás, 
amarre a sua preguiça. 
A preguiça faz cair em profundo sono e inventa mil desculpas para você não se mover. Cuidado com a preguiça mental que não o deixa ler e estudar a Palavra de Deus. Cuidado com a fé sem obras.

13 - Antes de amarrar Satanás,
amarre a sua timidez. 
O exército de Deus não recruta soldados tímidos. Eles não estão aptos para a guerra e ainda contaminam os outros guerreiros. Ouça a pergunta de Jesus: “Por que você está com tanto medo, homem de pequena fé?”.

14 - Antes de amarrar Satanás, 
amarre o seu “eu“. 
Você não governa mais a sua vida. Você foi crucificado com Cristo. Assim já não é você quem vive, mas Cristo vive em você. Você não tem direitos. Convém que Jesus cresça e que você diminua.

15 - Antes de amarrar Satanás, 
amarre o pecado que habita em você. 
Deixe à míngua o apetite da pecaminosidade latente. Castigue o seu corpo e faça dele o seu escravo. Ofereça-o em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.

16 - Depois de tudo amarrado, sinta-se à vontade para amarrar Satanás, no sentido de resistir às suas artimanhas e às suas investidas periódicas.

Faça isso com a autoridade de quem já se amarrou primeiro. 
Sempre em nome de Jesus!