quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Assista o vídeo para meditar...


Nos livros que contam as histórias de Moisés, inúmeras vezes ele teria ouvido essa pergunta feita pelos israelitas. Antes de resgatá-los da escravidão e guiá-los para fora do Egito, Moisés disse-lhes que o Senhor os guiaria a “…uma terra que mana leite e mel” (Êxodo 3.8). E Ele o fez, mas antes eles ficaram 40 anos vagueando pelo deserto. No entanto, este não era um vaguear qualquer.
 
ASSISTA O VÍDEO "Já Chegamos?..."

Como Deus trata nossa fé...


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Programas

Olá pessoal!

Tenho 2 programinhas na net:

BOM DIA JESUS! - Este compartilho em 15 minutos de uma devocional importante para a semana.

DE ACORDO COM A BÍBLIA- Aqui compartilho minhas reflexões baseada em um livro que estou lendo no momento.

Espero que você goste e seja edificado.

Shalom!

Fomos Aceitos


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Palavras...

Se você tiver algo importante para dizer, diga-o bem e em poucas palavras. Se não tiver, às vezes a melhor coisa a fazer é ficar em silêncio!

John Maxwell

Se quer um milagre, esqueça seu "jeitinho". Deus tem os dele!


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Devocional com Yancey - Edificadora


            Durante minha viagem pela Grã-Bretanha, para minha leitura matinal, levei comigo The Journal of John Wesley [O diário de John Wesley], um relato do dia a dia do incansável evangelizador. Ocorreu que, certas manhãs, eu lia sobre a visita de Wesley a uma cidade que eu iria visitar na noite do mesmo dia.
            Ah, mas que diferença! Eu viajava num carro confortável de uma cidade a outra e falava em eventos noturnos perante plateias amistosas que pagavam ingressos. John Wesley andava a cavalo, enfrentando chuva e neve, discursava quatro ou cinco vezes por dia diante de multidões enormes em campos abertos e enfrentava adversários enfurecidos.
            Terminei a leitura impressionado com a resistência física de Wesley, seu austero estilo de vida e sua devoção absoluta aos grupos de fiéis que surgiam por toda a Grã – Bretanha. Em contrapartida, não pude deixar de notar a falta de apreciação do autor pelas belezas que o cercavam e pelas riquezas culturais. Fixando um jardim florido, ele rapidamente objetivava: “Nada pode deleitar para sempre, a não ser o conhecimento e o amor de Deus”. Ele visitou uma das grandes casas históricas da Inglaterra e observou: “Como será breve o tempo até que esta própria casa, melhor, a terra inteira, termine destruída pelo fogo!”.
            Como vamos apreciar esta vida e suas dádivas de arte, beleza, música e amor, mesmo enquanto servimos aos pobres e armazenamos tesouros para o reino?
            Wesley certa vez enunciou o perigo da riqueza:
            Não vejo como possível, na natureza das coisas, que qualquer reavivamento religioso continue por muito tempo. Pois a religião deve produzir necessariamente indústria e frugalidade, e essas coisas só podem produzir riqueza. Mas, á medida que a riqueza aumenta, também aumenta o orgulho, a ira e o amor pelas coisas mundanas em todas as suas ramificações.
            Eu soube que, a continuarem as tendências atuais, não haverá mais metodismo na Inglaterra dentro de trinta anos. Meus pensamentos se voltaram para o meu país, o mais rico do mundo e, no entanto, pelo menos por agora, um dos mais religiosos. Que aprenderão os historiadores sobre a atual igreja americana daqui a duzentos anos? Uma citação de G. K. Chesterton me vem á mente: “É sempre fácil cair: há um número infinito de ângulo que levam alguém a cair, mas apenas um que o mantém de pé”.



terça-feira, 13 de agosto de 2013

Acompanhe comigo: A Tara na Balança

Principais enunciados da introdução...

A bíblia jamais se referiu ao Pai das misericórdias rasgando a certidão de nascimento de um dos seus filhos e, muito menos, retirando os seus nomes do fichário celestial. No Reino de Deus não há estoques vencidos ou acervos que devem ser descartados das prateleiras. Deus nunca rejeitou aquele que ele mesmo escolheu por meio da sua graça e jamais registrou no seu cartório um nome de alguém que depois deva ser excluído.
Deus nunca dá dispensa aos seus escolhidos:

Romanos
11.29   Porque Deus não muda de idéia a respeito de quem ele escolhe e abençoa.


Sei que há uma teologia capenga, em que o êxito da fé depende do desempenho favorável dos mancos que tentam correr na maratona como se fossem um atleta perfeito. Porem, graças ao Senhor Onipotente, a salvação, do ponto de vista da graça, encontra-se absolutamente sujeita à única pessoa que não pode falhar nesse assunto, que é Jesus Cristo.

Shalom.