terça-feira, 30 de agosto de 2011

Leia reportagem da situaçao religiosa no Brasil


O novo retrato da fé no Brasil

Pesquisas indicam o aumento da migração religiosa entre os brasileiros, o surgimento dos evangélicos não praticantes e o crescimento dos adeptos ao islã


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

algumas frases da mensagem do Caio Fabio


A fé que se carrega  na disposições da  renúncia

Jamais ouviremos a voz de Deus para sacrificar nada nem ninguem. Hoje temos o evangelho com o caminho nítido que nos leva ao Pai, todo delineado.

Deus não nos chama mais a matar ninguém em sacrifício a não ser a nós mesmos!
Abraão tem que aprender a ultima lição: as vezes é melhor Deus sozinho, do que todas as promessas de Deus sem Ele. Temos a tendência de ficar cultuando as promessas de Deus. E o esquecemos.

Antes que o culto aos fins em si mesmo chegue, temos que ter a coragem de sacrificar todos os nossos “filhos” a Deus.
As vezes a verdadeira benção nunca chega porque estamos agarrados a Ismael, Agar, Isaque, etc,..

Enquanto não renunciamos, vamos ficando com as próprias forças, carregando no braço os isaques, as agares. Mas somos chamados a entregar tudo até as próprias bênçãos. Quando acreditamos que das pedras Deus pode suscitar filhos a Abraao. Ele creu assim.

São amputações que nos trazem benefícios. O Evangelho no máximo pede que entreguemos nossas vidas em confiança. Que nos manda fazer escolhas para vida. Mas parece que dar razão a Deus é muito penoso.

Abraão creu em Deus contra o absurdo. E a gente não crê em Deus nem no fluxo da mais absoluta razoabilidade do sentido da vida.

Shalom.

Qual é a tua história?



Textos Bíblicos: 1 João 2.1-2 / Hebreus 10:1-18
1 João 2.1   Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; 2.2 e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.


Introdução
Os Versos do texto Bíblico destacam a fraqueza do ser humano, e o grande poder salvador do nosso Pai, em Cristo. O pecado na vida de quem nasceu de Deus acontece por acidente. Porém, “se alguém pecar, tem um Advogado junto ao Pai”. Só Jesus pode restaurar uma vida assolada pelos seus erros e escolhas mal feitas, como a desta história chocante e real.
No Antigo Testamento, o povo de Deus oferecia sacrifícios vez após vez para encobrir seus pecados. Mas, na verdade, o sangue dos animais não os removia (Hebreus 10.11). Somente o precioso sacrifício de Jesus poderia fazer isso! Sacrifícios não são mais necessários devido ao sacrifício de Cristo.
Vejamos o que a Palavra do Senhor nos ensina quando se trata da restauração do Pecador:

Nos justificando e nos aceitando
Para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado. Efésios 1:6.
No Amado fomos feitos o objeto presente e atual do favor de Deus Pai, como o próprio Cristo é o objeto do Seu amor. Ou seja, Deus Pai nos deu o Seu Filho. O Seu filho, Cristo, deu a Sua vida por nós, nos resgatando e nos vivificando para que pudéssemos ser apresentados diante de Deus, Seu Pai, aceitáveis segundo a aceitação da Sua própria pessoa, pelo fato de termos sido inseridos e harmonizados Nele, em Sua completa obra redentora.
Portanto, o segredo de toda benção está no fato de ter Cristo satisfeito todas as exigências do Pai. Por isso, Cristo é amado pelo Pai e, os que crêem, são vistos como agradáveis, por estarem Nele. As bênçãos são concedidas nos lugares celestiais, da maneira mais excelente, não deixando lugar para nenhuma comparação.
Deus nos fez agradáveis a Si no Amado, esse é o fundamento do nosso descanso. Em virtude da união vital com Cristo, o nascido de novo possui a posição inalienável de ser um homem que está perante Deus, numa posição de santo e irrepreensível. Qual a solução de Deus para os nossos pecados? Cristo! Só nele somos aceitos e restaurados.

Nos purificando completamente de toda a culpa do pecado
...não como o sangue de animais que era uma lembrança do castigo do pecado e nunca poderia remover nossos pecados (Hebreus 3-6, 11-12).
Só a obra de Jesus Cristo na Cruz pode nos tornar sãos. Não precisamos mais crer em sacrifícios feitos por nenhum religioso, nem pagar promessa alguma, nem ir a montes, nem crer em água orada ou trazida do Jordão. Tudo isto é uma volta à antiga e caducada aliança.

Nos aperfeiçoando pelo sacrifício feito por Jesus
“Porque, com uma única oferta, [Cristo] aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados” (Hebreus 10.14-16).
Somente através de Jesus podemos ser declarados completamente limpos. O crente é possuidor de uma natureza semelhante à de Cristo quanto às Suas qualidades morais, por isso, somos capazes de gozar plenamente dessa perfeita comunhão e harmonia, na Sua presença: Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor. Efésios 1:4.
O Senhor Jesus é o objeto de toda a afeição de Seu Pai, e por Ele os afetos do Pai são nossos. Que posição para pobres criaturas como nós! Que descanso é para aquele a quem foi dada esta revelação: que em Cristo, se tornou aceito incondicionalmente diante de Deus! Que graça! Deus nos fez agradáveis a si no Amado! Que Deus abra os nossos olhos para vermos a posição que ocupamos em Cristo, diante Dele!
  
Qual é a tua história? Seja ela qual for, para Deus não existe gravidade suficiente que ele não possa restaurar. O poder purificador de Cristo pode remover a pior mancha do pecado.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Aprendemos?

Como Pastor, minha maior tristeza é ver que os crentes e até eu mesmo, não aprendemos com a Palavra.


Ouvimos e lemos muitas coisas maravilhosas. Ouvimos e gostamos de ensinar, mas quando Deus pede fé, tudo isso parece que vira conceitos para os outros, menos para os que vivem as crises. Muitos querem dar "glória a Deus", mas ninguém quer ser quebrantado.



Antes do ser humano passar por uma substituição, ele precisa de um quebrantamento. As boas novas são as notícias da redenção que requerem arrependimento. Para que haja contrição é preciso haver quebrantamento. Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará. Oséias 6:1.
O Senhor promove o fracasso do soberbo para que ele possa ser humilhado em sua auto-suficiência e, deste modo, em sua humilhação, venha a clamar pela misericórdia divina. Os quebrantados são os únicos ouvidos capazes de ouvir a mensagem de Cristo.
Sem o quebrantamento não haverá a vivificação do Alto, nem o avivamento espiritual. Foi preciso um quebra pau na esfera espiritual para erguer a cruz que é capaz de quebrar a auto-suficiência desta turma inquebrantável por si mesma.
O evangelho é o anúncio divino aos que foram quebrantados pela graça. O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados; Isaías 61:1.
A reconstrução demanda o quebrantamento, e este, o goro da soberba. Nada, além da cruz de Cristo, pode abortar a altivez do pecado.
A pregação das boas novas só tem sentido se o cara estiver vivendo em maus lençóis. O nadador só grita por socorro quando as forças já se esvaíram. Por isso a proclamação do evangelho atinge apenas aos quebrantados, isto é, aqueles que já fizeram de tudo e não obtiveram nenhum êxito em sua vida de confiança em Deus e que foram quebrantados pela graça de Deus em Cristo Jesus.



Que Deus nos socorra e tenha misericórdia de nós.


Shalom.

sábado, 20 de agosto de 2011

Leia a resposta de um ex ateu sobre a fé


O senhor acredita em Deus?   

 Sim. Mas já fui ateu por muito tempo. Quando digo que acredito em Deus, é porque acho essa uma das hipóteses mais elegantes em relação, por exemplo, à origem do universo. Não é que eu rejeite o acaso ou a violência implícitos no darwinismo – pelo contrário. Mas considero que o conceito de Deus na tradição ocidental é, em termos filosóficos, muito sofisticado. Lembro-me sempre de algo que o escritor inglês Chesterton dizia: não há problema em não acreditar em Deus; o problema é que quem deixa de acreditar em Deus começa a acreditar em qualquer outra bobagem, seja na história, na ciência ou em si mesmo, que é a coisa mais brega de todas. Só alguém muito alienado pode acreditar em si mesmo. Minha posição teológica não é óbvia e confunde muito as pessoas. Opero no debate público assumindo os riscos do niilismo, e sou muitas vezes acusado de niilista. Quase nunca lanço a hipótese de Deus no debate moral, filosófico ou político. Do ponto de vista político, a importância que vejo na religião é outra. Para mim, ela é uma fonte de hábitos morais, e historicamente oferece resistência à tendência do estado moderno de querer fazer a cura das almas, como se dizia na Idade Média – querer se meter na vida moral das pessoas.

Por que o senhor deixou de ser ateu?

Comecei a achar o ateísmo aborrecido, do ponto de vista filosófico. A hipótese do Deus bíblico, na qual estamos ligados a um enredo e um drama moral muito maior do que o átomo, me atraiu. Sou basicamente pessimista, cético, descrente, quase na fronteira da melancolia. Mas tenho sorte sem merecê-la. Percebo uma certa beleza, uma certa misericórdia no mundo, que não consigo deduzir a partir dos seres humanos, tampouco de mim mesmo. Tenho a clara sensação de que às vezes acontecem milagres. Só encontro isso na tradição teológica.

Luiz Felipe Pondé – Filósofo ex ateu Veja Julho/2010

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Somos Mordomos


A CONVERSÃO NA CONTRIBUIÇÃO
A conversão implica numa mudança radical do vazio da idolatria, para o completo significado decorrente do Deus vivo. E não há idolatria mais dominante do que a idolatria das riquezas. O escravo mais oprimido, e mais ansioso que existe, é aquele que se encontra governado pela tirania do dinheiro. Mamon é o maior senhor de escravos do mundo. As riquezas, Mamon, exercem fascínio imperioso sobre a realidade humana. Mas as riquezas se constituem apenas num instrumento para ser usado, nunca numa divindade para ser adorada. Ninguém pode servir a dois senhores. Ou há de odiar um e amar o outro, ou se devotará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas. Mateus 6:24. A riqueza em si não causa danos, mas o seu domínio na personalidade é o maior prejuízo aos seus donos.
A maior cegueira se concentra na miopia espiritual. Quando o véu está posto no entendimento fica muito difícil a compreensão verdadeira dos fatos. O apóstolo Paulo fala dos judeus que mantinham uma cortina no seu intelecto, incapacitando sua visão real do Evangelho, mas, quando um deles se converte ao Senhor, então o véu lhe é tirado. 2 Corintios 3:16. Hugh Matin afirmou:
Se a religião de um homem não afeta a maneira como ele usa o dinheiro, a religião deste homem é vã. O homem sem visão espiritual é aquele que apenas vê a impor-tância das riquezas para sua existência.
Sabemos pela experiência histórica que todos aqueles que foram convertidos ao Senhor Jesus Cristo, viram convertida a maneira como lidavam com o dinheiro. Quando o coração é convertido o bolso também se converte. O órgão que mais evidencia a transformação espiritual é o bolso em sua sensibilidade. Se a sua fé não atinge a algibeira, de modo profundo, esta fé é rasa demais, para merecer confiança. Quem tiver bens do mundo e, vendo o irmão necessitado, cerrar-lhe o seu coração, como estará nele o amor de Deus?
1 João 3:17Nenhuma pessoa foi jamais distinguida pelo que recebeu. A honra deve ser sempre prestada em função daquilo que ela deu.
Não há conversão genuína que não desemboque num afluente de contribuição verdadeira. A graça não torna a contribuição algo opcional, mas inteiramente voluntária. Não é uma contribuição motivada pela cobrança constrangida, pelos interesses negociados ou pela imposição do dever. A graça converte o coração de tal modo que a sua contribuição se constitui no prazer liberal de uma serena generosidade. Deus tem um método secreto para recompensar a liberalidade dos seus santos: Ele faz com que a alegria da participação constitua no seu patrimônio de contentamento, capaz de beneficiar o contribuinte de modo satisfatório. Assim, podemos dizer com toda certeza, que o convertido já foi beneficiado com a satisfação de ser um contribuinte. O meu grande privilégio é poder contribuir com toda alegria para o Reino de Deus, com as riquezas que Deus coloca em minhas mãos, para administrá-las.
A contribuição é uma certa medida da conversão, quando vista sob o ângulo da revelação da Palavra de Deus. É possível dar sem amar, mas é impossível amar sem darQuando damos a Deus tudo o que temos e somos, entregamos-lhe sim-plesmente o que lhe pertence. O convertido se entregou totalmente a Deus, e, entrega como expressão de felicidade, o resultado de sua mordomia. Deste modo, a contribuição cristã, fruto, primeiramente da alegria, se manifesta em toda a sua exultação. Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade, pois Deus ama ao que dá com alegria.
2 Coríntios 9:7Se não há canção no coração, não há conversão. A alegria é o sinal de maturidade espiritual. Dar de mau humor é grosseria. Dar com alegria é libertação. A maior alegria que alguém pode gozar, é ver a felicidade do outro, sem inveja, e, contribuir liberalmente, sem avareza. A alegria é que lubrifica os eixos do mundo. Quem não se alegra na contribuição, não contribui com a ver dadeira alegria neste mundo.
Em segundo lugar, a contribuição convertida se caracteriza por um gesto voluntário. Pois segundo as suas posses ( o que eu mesmo testifico ), e ainda acima delas, deram voluntariamente.
2 Coríntios 8:3. Não é mero dever nem obrigação que motiva a generosidade cristã, mas prazer voluntário. Não é constrangimento nem sugestão, mas decisão livre de um espírito liberto. Só uma vontade desobrigada pode ser isenta na sua decisão. A espontaneidade é a alavanca da sincera contribuição. E daqui dou o meu parecer sobre o que vos con-vém: No ano passado fostes os primeiros, não só a dar, mas também a querer dar. Agora, porém, completai o já começado, para que, assim como houve a prontidão de vontade, haja também o cumprimento, segundo o que tendes. 2 Coríntios 8:10-11. Nada que é obrigatório, é prazenteiro.
Uma terceira marca da contribuição, é sua generosidade liberal. Aquele que não é liberal com o que tem, simplesmente engana-se a si mesmo quando pensa que seria liberal se tivesse mais. O Criador é sempre generoso com os seus bens, para que aprendamos a ser generosos com os bens sob nossa administração. Em muita prova de tribulação houve abundância do seu gozo, e a sua profunda pobreza transbordou em riquezas da sua generosidade. 2 Coríntios 8:2Nada é tão poderoso nos relacionamentos quanto a gentileza, e nada é tão gentil com a força real da generosidade. A liberalidade é a fonte mais forte para o enriquecimento das verdadeiras amizades. Nenhuma contribuição tem legitimidade se não for motivada pelo gênero da generosidade. Portanto, julguei necessário exortar a estes irmãos, para que primeiro fossem ter convosco, e preparassem de antemão a vossa dádiva, já antes anunciada, para que esteja pronta como expressão de gene-rosidade, e não de avareza. 2 Coríntios 9:5. Um ofertante sem liberalidade é uma árvore sem folhas e sem frutos.
A quarta evidência de uma contribuição cristã, é a consciência de pura mordomia. O salvo sabe que não é nada, nem dono de coisa alguma.Mas quem sou eu, e quem é meu povo que pudéssemos dar voluntariamente estas coisas? Tudo vem de Ti, e somente devolvemos o que vem das tuas mãos. Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e todos os que nele habitam. 1 Crônicas 29:14 e Salmo 24:1. Paul S. Rees foi muito feliz com a sua afirmação:Mordomia não é deixar uma gorjeta sobre a mesa de Deus; é a confissão de uma dívida impagável contraída no Calvário. Deus não somente nos gerou no Jardim do Éden como nos regenerou em Cristo, nos ressuscitando do Túmulo do Jardim. Nós somos dele por criação e pertencemos a Ele pela salvação. A má mordomia resulta em nada menos do que reter de Deus aquilo que lhe pertence.
A contribuição evangélica não é propriamente uma estratégia de levantamento de fundos, mas é a maneira de Deus levar o homem do fundo de sua avareza. O que impede um homem entrar no reino dos céus não é o fato de possuir riquezas, mas o fato de as riquezas o possuírem. O desastre de uma vida próspera se apresenta na presunção orgulhosa de ser o dono de qualquer propriedade que pertence unicamente a Deus. Por isso, a verdadeira conversão diz respeito à transformação do coração que envolve o amor concentrado na alegria voluntária da generosidade liberal, que se manifesta na consciência administrativa da mordomia cristã. Em tudo o que fiz, mostrei-lhes que mediante o trabalho árduo devemos ajudar os fracos, lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber. Atos 20:35

Pr. Glenio Paranaguá

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Crente Bateria

Tenho compartilhado na Igreja sobre o "crente bateria". 
aqueles que oram um dia e passam outros sete sem orar, até que as coisas começam a irem mal. Então oram e refazem suas forças. Então não seria melhor orar todos os dias?


Encontrei esta oração justamente nesse caminho:



Renovados pela Oração
Isaías 40.31
mas os que confiam no SENHOR recebem sempre novas forças. Voam nas alturas como águias, correm e não perdem as forças, andam e não se cansam

Senhor, quanta renovação em nós uma hora passada em Tua presença realiza!
Quantos pesados fardos tiram do nosso peito!
Quantas terras ressequidas renovam-se como num aguaceiro!
Ajoelhamo-nos- e tudo em redor parece diminuir!
Levantamo-nos – e tudo, distante e perto, enfileira-se radiante, nítido e bravo.
Ajoelhamo-nos – tão fracos; levantamo-nos – tão cheios de poder!

Por que então, cometemos contra nós esse erro (de não orar sempre)  ou de modo que nem sempre somos fortes;
Às vezes somos dominados por preocupações; de modo que às vezes somos fracos ou impiedosos, ansiosos ou agitados, quando conosco está a oração, e a alegria, e a força e a coragem estão em ti?

Arcebispo Trench

 SHALOM.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Para Meditar

Desfalecendo
Êxodo 18:13-27

Sem dúvida, desfalecerás… —Êxodo 18:18

A filha de meu amigo Jeferson pediu- -lhe que realizasse a cerimônia de seu casamento. Enquanto viajavam a um lugar exótico e romântico para a cerimônia, pensavam que tudo seria uma grande alegria. Mas havia um problema maior — como o grupo de participantes do casamento era bem restrito, Jeferson teria que realizar três papéis diferentes que poderiam entrar em conflito, ele seria o juiz de paz, o pai da noiva e o fotógrafo do casamento!

Você já se sentiu como se estivesse usando muitos chapéus? Jetro achou que seu genro Moisés estava (Êxodo 18). Liderar os israelitas, intermediar disputas pessoais e transmitir adiante os julgamentos à multidão, exigia muito dele. Finalmente, Jetro aproximou-se de Moisés e lhe disse: “…isto é pesado demais para ti; tu só não o podes fazer” (v.18). Com muita sabedoria aconselhou Moisés a delegar pequenas disputas aos outros conselheiros e assumir apenas as causas mais graves (Êxodo 18:22).

Se você é uma mãe com filhos pequenos, um grande executivo ou um voluntário sobrecarregado na igreja, também poderá aprender uma lição com Moisés. Por que você não procura discernir através da oração se há tarefas que podem ser delegadas a outros ou até mesmo interrompidas — para você não desfalecer?

Se não nos afastamos para descansar, podemos desabar. —Havner

SHALOM.






terça-feira, 9 de agosto de 2011

As provaçoes no ânimo

Muitas são as provações.
Precisamos nos manter firmes e precisamos da ajuda do Senhor.

Nesse caminho, encontrei conselhos alentadores:

"Se penso no mundo, ganho a marca do mundo; se penso em minhas provaçoes e sofrimentos, ganho as marcas das provaçoes e sofrimentos; se penso em meus fracassos, ganho as marcas do fracasso; se penso em Cristo, o Senhor, ganho as marcas de Cristo".

E todos sabiam que eles tinham andado com ELE. Atos 4.13

Shalom.