domingo, 23 de dezembro de 2012

E se Jesus, nosso Senhor não tivesse vindo?



Texto Bíblico:
Lucas
7.16   Todos ficaram possuídos de temor e glorificavam a Deus, dizendo: Grande profeta se levantou entre nós; e: Deus visitou o seu povo.

7.17   Esta notícia a respeito dele divulgou-se por toda a Judéia e por toda a circunvizinhança.

7.18   Todas estas coisas foram referidas a João pelos seus discípulos. E João, chamando dois deles,

7.19   enviou-os ao Senhor para perguntar: És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?

7.20   Quando os homens chegaram junto dele, disseram: João Batista enviou-nos para te perguntar: És tu aquele que estava para vir ou esperaremos outro?

7.21   Naquela mesma hora, curou Jesus muitos de moléstias, e de flagelos, e de espíritos malignos; e deu vista a muitos cegos.

7.22   Então, Jesus lhes respondeu: Ide e anunciai a João o que vistes e ouvistes: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres, anuncia-se-lhes o evangelho.


Introdução:
Você já teve um pesadelo, daqueles que te dá alívio quando acorda?
Creio que nossa vida seria um pesadelo sem Cristo!


Desenvolvimento
Vamos examinar alguns fatos bíblicos que mostram a situação do ser humano se Jesus não tivesse vindo para nos salvar.



1- Comemoraríamos a festa dos deuses pagãos (SOL) e não do verdadeiro Deus que se encarnou, morreu e ressuscitou
A igreja primitiva enfatizava muito claramente a importância de Jesus como a única luz capaz de iluminar a vida dos homens. Mas, insidiosamente uma outra mensagem foi se incorporando no seio da igreja como uma cilada. Sem perceber o ardil, vagarosamente a idolatria da Babilônia foi tomando corpo no meio da igreja. A adoração ao deus sol chegou de modo astucioso na celebração do Natal. Nada mais justo do que relacionar o Sol da justiça, que no monte da transfiguração teve o seu rosto resplandescente como o sol, com a estrela solar adorada na mitologia. Assim, Jesus Cristo foi comparado como o sol e identificado com o deus mitológico. O dia 25 de dezembro comemorado como a festa que celebrava o solstício de inverno, o renascimento do sol, quando, no hemisfério norte do globo terrestre, os dias começam a tornar-se mais longos. Quando o sol começa a prover mais calor, a agricultura torna-se possível. Luz é vida. Por conseguinte, talvez tenha sido próprio para o império romano substituir a festa pagã por uma celebração que tinha mais sentido para os cristãos do que a celebração das meras forças da natureza. Foi dentro deste contexto político e mitológico que a festa pagã da adoração ao sol foi implantada no coração da igreja com todas as suas representações. Durante aquelas festividades pagãs fogueiras eram acesas em homangem ao deus sol e permaneciam queimando por alguns dias. Durante este período as pessoas comiam e bebiam fartamente para tentar exorcizar a tristeza provocada pela ausência de luminosidade. As fogueiras natalinas foram mantidas por muitos anos no perímetro da igreja romana. Depois as velas foram tomando conta do cenário e mais recentemente as lâmpadas elétricas assumem o fascínio do embelezamento natalino. Só que pouca gente sabe que estas luzes que exercem tanto encantamento no espírito de Natal é uma representação moderna de uma antiga adoração ao deus sol. Sendo a luz algo cativante, a sedução de sua magia vem logo nos distrair da verdadeira luz que é Cristo.
A adoração ao sol é uma das mais antigas formas de misticismo, que a Bíblia condena veementemente. Quando no meio de ti, em alguma das tuas portas que te dá o Senhor teu Deus, se achar algum homem ou mulher que fizer mal aos olhos do Senhor teu Deus, traspassando o seu concerto, que for, e servir a outros deuses, e se encurvar a eles, ou ao sol, ou à lua, ou a todo o exército do céu, o que eu não ordenei, ... então levarás o homem ou a mulher que fez este malefício às tuas portas, sim, o tal homem ou mulher, e os apedrejarás com pedras até que morram. Deuteronômio 17:2-5. A essência da idolatria está em ter pensamentos indignos acerca de Deus. Tornar Deus como um objeto é uma afronta ao seu caráter. Fazer o Criador semelhante a uma criatura é algo ofensivo e indigno de um ser pensante. Um deus fabricado não é Deus.
Jesus Cristo é a encarnação de Deus ao nível do homem, mas não é um deus criado pelo homem. Ele é o Criador encarnado e não uma criatura divinizada. Jesus Cristo não pode ser entendido adequadamente em termos de qualquer categoria aplicável ao homem. Ele é por si mesmo, uma categoria. Ele não é apenas grande; é o único. Ele não pode ser comparado com nenhuma criatura. Ele é singular. Thomas Brooks dizia: Cristo é admirável, Cristo é muito admirável, Cristo é o mais admirável, Cristo é sempre admirável, Cristo é totalmente admirável. Ele não pode ser equiparado a qualquer outro, nem é análogo a nenhum símbolo que possamos confrontar. Ele é a Luz, que a luz se ofusca. Ele é o Sol, que o sol se apaga. Ele é a Vida, que a vida fenece. Ele é incomparável, extraordinário, invulgar, único, singular, insigne, admirável e só Ele merece o nosso reconhecimento, respeito e adoração.
Jesus é a Luz que não carece de iluminação. Ele brilha nos nossos corações com o fulgor resplandecente capaz de enceguecer. E indo Paulo no caminho, aconteceu que, chegando perto de Damasco, subitamente o cercou um resplendor de luz do céu. E, caindo em terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? E ele disse: Quem és, Senhor? E disso o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Atos 9:3-5. O apóstolo Paulo ficou três dias sem ver nada, e alguns anos mais tarde quando ele falava perante o rei Agripa disse: Ao meio dia, ó rei, vi no caminho uma luz do céu, que excedia o esplendor do sol, cuja claridade me envolveu a mim e aos que iam comigo. Atos 26:13. Jesus é a luz que não precisa de fogueira, nem de vela, nem de pisca-pisca ou qualquer outro material incandescente.




2- Estaríamos condenados pelo pecado

Romanos
6.22   Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna;

6.23   porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.

Nascemos com uma dívida impagável. Condenados ao inferno e separados de Deus, não havia esperança para nós.
Mas o dom de Deus é o amor. Muitos sofrem com a condenação, nem sabendo dessa condenação.

O sofrimento emocional desnecessário – depressão, andiedade, culpa, temor e tristeza – é vencido pelo poder transformador do amor de Cristo.


3- Não teríamos amizade (O Valor da amizade) de uma igreja verdadeira

Hebreus
10.24   Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras.

10.25   Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.

É um privilégio ter uma igreja, uma comunidade de fé que nos ajuda a crescer na fé e tratar nosso caráter.


Provérbios 17.17
Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão.

Também é no meio da igreja que nasce amizades preciosas e duradouras.
Você tem feito amigos que te estimulam na fé?




4- A humanidade estaria um caos, sem amor
1 João
3.13   Irmãos, não vos maravilheis se o mundo vos odeia.

3.17   Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus?

O mundo nos odeia e não tem amor.
Sem Deus no mundo, que é amor, omundo estaria insuportável.
Se existe ainda viabilidade para o mundo, é porque o Espírito de Deus está presente.


5- Não teríamos esperança

Apocalipse

21.1   Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.

21.2   Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo.

21.3   Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles.

21.4   E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.

O Natal é a promessa de que o Deus vivo que veio na história e que vem diariamente em mistério um dia virá em glória. Deus está dizendo em Jesus que um dia tudo estará bem. Nada pode prejudicá-lo permanentemente, nenhum sofrimento é irrevogável, nenhuma perda é duradoura, nenhuma derrota é mais que transitória, nenhuma decepção é conclusiva.
Jesus não negou a realidade do sofrimento, do desânimo, da decepção, da frustração, e da morte. Simplesmente declarou que o reino de Deus conquistaria todos esses horrores, que o mor do Pai é tão pródigo que nenhum mal jamais poderia resisti-lo.
Brenann.


6- Não teríamos nossas orações respondidas
João

16.24   Até agora nada tendes pedido em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa.

16.25   Estas coisas vos tenho dito por meio de figuras; vem a hora em que não vos falarei por meio de comparações, mas vos falarei claramente a respeito do Pai.

16.26   Naquele dia, pedireis em meu nome; e não vos digo que rogarei ao Pai por vós.

A Alegria da vida cristã que testifica de um Deus vivo vem por meio das orações respondidas. Jesus providenciou esse recurso para que tenhamos na Sua palavra forças para prosseguir.
E isto veio somente pelo véu rasgado, pela pessoa de Cristo encarnada e ressuscitada.


7- Seríamos dominados pelo Ego
Enquanto os homens se queimam de febre pela grandeza, Deus se aniquila na insignificância, para nos fazer saber o que realmente tem significado. A humildade do Natal comparada com a humilhação da cruz pode ser uma boa reflexão para meros mortais que supõem ostentar a nobreza da divindade. (Glenio)


8- Viveríamos uma vida finita
Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. (I Coríntios 15 : 19)

A existência de Deus é provada pela nossa sede de eternidade.


9- Viveríamos com medo
E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão. (Hebreus 2.15)

Com medo do fim do mundo, moradores entram em pânico durante apagão no Norte Pioneiro
Publicado em: 21/12/2012 - 14:24 | Atualizado em: 22/12/2012 - 12:39
Um breve desligamento da energia elétrica à 0h desta sexta-feira (21) causou pânico em alguns moradores de três cidades do Norte Pioneiro. Pensando que o fim do mundo realmente havia chegado, vários passaram mal e tiveram que ser levados para o hospital.
Perto da 0h, as residências de Joaquim Távora (153 km de Londrina), Carlópolis (174 km) e Guapirama (137 km) tiveram uma queda rápida na energia elétrica. O susto que a piscada das luzes causou aos habitantes foi narrado pelo locutor e jornalista da região, Édico Correia.


Conclusão
Como você viveria sem Cristo?
Já teve esse pesadelo?

Loiuvado seja o Senhor pela vinda de Cristo, que nos fez renascer, substituindo nossa vida pela Dele para que possamos viver de fato com abundância.

Pr. Fábio Alcântara

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Palavra libertadora

Dizer NÃO.

É uma palavra libertadora.

Exige muita coragem!

Shalom.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Três Categorias

Na igreja,em geral, temos três categorias de pessoas:

1- Aqueles que nunca nasceram de novo.
Estes estão ali por estar. Gostam das pessoas, das atividades e pela conveniência.
Não amam a Deus e nem consideram Sua palavra. Não demonstram que são renascidos. 

2- Aqueles que são sobrecarregados com expectativas cristãs.
Esses são os que participam de grupos religiosos que gostam de impor sobre os crentes regras e mais regras que eles mesmos não cumprem. Assim tornam inválido o sacrifício da Cruz. O agente da salvaçao e da santificação são eles mesmos e não Deus. Nao conseguem ser amados por Deus.

3- Os que nasceram de novo
Estes crêem no pleno sacrificio de Cristo e na sua suficiência para a salvaçao. Vivem uma fé viva e leve. Se arrependem porque foram perdoados por Deus e s santificação é fruto da fé e comunhão com Cristo.

Onde você se enquadra?
Shalom.