sábado, 14 de janeiro de 2017

Nosso Pai no céu

Vocês, orem assim: Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome. (Mateus 6.9)
Como devemos nos dirigir a Deus? Como devemos honrar aquele para quem oramos? E como devemos nos apresentar para que ele seja gracioso e disponha-se a nos ouvir? Nenhum outro nome em lugar algum deixa uma impressão mais favorável em Deus do que o nome “Pai”. Chamá-lo de Pai é uma maneira amistosa, afetiva, profunda e sincera de nos dirigirmos a ele.
Se o chamamos de Senhor, ou Deus, ou Juiz, não temos o mesmo conforto. Pois o nome Pai é instintivo e naturalmente afetivo. Essa é a razão pela qual ouvir-nos chamá-lo de Pai agrada mais a Deus e o comove a nos ouvir. Ao fazê-lo, nós nos reconhecemos como filhos de Deus, o que novamente excita o coração dele. Pois não há voz mais querida para um pai do que a do seu próprio filho.
Também é muito bom quando dizemos “no céu”. Tais palavras expressam necessidade penosa e miséria porque nós estamos na terra e Deus está no céu. Aqueles que oram: “Pai nosso que estás no céu”, e o fazem do mais profundo dos seus corações, reconhecem que eles têm um Pai e que esse Pai está no céu. Além disso, eles reconhecem que eles estão abandonados na terra e na miséria. Aqueles que oram dessa forma logo sentem um desejo sincero e ardente, assim como uma criança que vive longe da terra dos seus pais em miséria e aflição entre estrangeiros.
É como se eles estivessem dizendo: “Oh, Pai, tu estás no céu. Eu sou o teu pobre filho longe de ti na terra, em miséria, em perigo, em aflição e em necessidade. Estou cercado de demônios, grandes inimigos e vários tipos de perigo”. Aqueles que oram dessa maneira permanecem com os corações puros e enaltecidos em direção a Deus. Eles conseguem orar e obter a misericórdia de Deus.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Mal Afamado


Uma amiga cristã de forte testemunho conta que ouvira dizer sobre o filho de uma conhecida sua que tinha muitos problemas. Colocou no coração de falar com esse rapaz um dia.

Num momento muito improvável, Deus respondeu sua oração proporcionando um encontro entre ela e tal rapaz. “Você é o senhor fulano ...?”. – Sim, respondeu o moço – o mal afamado.

Ela então conta que aquele moço não gostava de ser isso, mas por causa das drogas.  Ela então conta que disse ao moço que se ele não quisesse mais essa vida, poderia nascer de novo.

- Nascer de novo é para os certinhos – respondeu - por causa das drogas isso não poderia acontecer, pois Jesus só falava com pessoas de boa conduta.

Mas Jesus falou a um homem chamado Nicodemos, muito certinho sobre sua necessidade de nascer de novo. Não importa o estado de cada pessoa, mas a necessidade de receber a Cristo.

Se aquele moço desejasse nascer de novo, e acabar com seu mal sentimento de ser de má fama, poderia pedir a Jesus, que pode dar a todos uma nova vida. Essa história deixou aquele moço em estado de “parto”.

Jesus respondeu:  — Eu afirmo ao senhor que isto é verdade: ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo. João 3.3

Conversa de amigo


Conversando com um amigo que está trabalhando na investigação da Lava-Jato:

- Pastor, nesse tempo de investigação, a gente desanima do ser humano! A corrupção está dentro de cada um de nós. Está vendo aquela fila? Ofereça alguma vantagem a qualquer um deles, e eles vão aceitar na hora!

 - Por isso que Deus enviou Cristo. Ele também desacreditou do ser humano. Mas amou tanto a nós e sentiu tanta dor que enviou Jesus para pagar a nossa pena. É tanta ruindade que o pior sofrimento de Jesus não foram os pregos enfiados no seu corpo, mas o pecado, a maldade de TODOS nós que o moeu!

“Ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” Isaías 53.5