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quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Quando Deixar é Ganhar!


Mateus 8.18-22 / 10.37-39 / 19.27-29

Lendo a Bíblia, gostaria de compartilhar o que ela nos ensina quando lemos e meditamos nela.

I A Ilustração da Revista Veja
Você já pensou em fazer uma troca que aparentemente não lhe traria nada de vantagem? Você trocaria seu carro por uma bicicleta? Um fogão a gás por um a lenha?
Tem gente que troca as temporais pelas eternas, numa sábia escolha.


Charles “Chuck” Feeney – o magnata que doou tudo o que ganhou. A Revista Veja de 07 de Novembro de 2007 trouxe a historia de Chuck, um bilionário dono de uma loja de importados,a Duty Free, que sempre doou a maior parte do que ganhava, e ao vender essa rede, doou 4 bilhões de dólares para sua fundação que ajuda paises pobres, alem da Irlanda do Norte, na luta pela paz. Nunca teve carro nem casa própria, e seu lema era “doe enquanto está vivo”. É bom saber de historia como essas para não pensarmos que isto é coisa do passado, mas que existe gente pautada pelos ensinos da Palavra de Deus, que certamente era seu caso.

II – Deixando coisas antigas – Mateus 8.18-22
A Bíblia afirma que quem deseja seguir a Jesus deve deixar a velha maneira de ser para ganhar uma nova e libertadora.
A vida abundante só se manifesta quando deixamos afundar o barco furado em que nos encontrávamos. Caso contrário, é ficar a vida toda tirando água da velha barca!
Seguir a Jesus não significa levar uma vida de pobreza e miséria, mas ser liberto de uma vida miserável de apego ao sistema deste mundo.


►Jesus toca em pontos chave: “covas” e “ninho” tem a ver com segurança material (v.20). o ser humano é escravo do futuro, por isso não consegue viver o presente.
►E o outro aspecto: “sepultar meu pai”(v. 21), tem a ver com esta vida em depreciação da outra, a eterna. Muitos crentes perderam a perspectiva da vida eterna, por isso vivem amarguradas e infelizes.

►A palavra de Deus afirma que para alcançar uma vida satisfeita e muito superior é preciso abandonar a própria vida, ser transformado pela Palavra e pelo Espírito Santo.
►Mateus 10.37-39 diz que os verdadeiros discípulos de Jesus são felizes, serenos e tranqüilos porque descobrem onde está a verdadeira vida: NELE!


Muitos crentes são infelizes e amargurados porque ainda se agarram ao fútil legado que receberam de uma vida na carne e no pecado. Têm grande dificuldade de entregar suas vidas a Deus.
Leia atentamente novamente os versículos escolhidos e perceba a fonte das suas tristezas.

►Jesus disse que os cuidados deste mundo e a as riquezas tem sufocado os que perecem sem libertação através da Sua Palavra. (Mateus 13.22).

III – Quando você deixa, verdadeiramente você encontra! – Mt 19.27-29
Qual a promessa de Deus para nós, os que decidimos seguir a Jesus Cristo?
Veja o que a Palavra de Deus diz à mesma pergunta que nós fazemos: neste mundo cem vezes mais e no vindouro, a vida eterna.
►quando você descobre que:
É Deus quem te sustenta; É Ele quem te dá saúde; É Ele quem cuida de você; É Ele quem te dá inteligência; É Ele quem cuidará de você no futuro, você adquirirá libertação.


O sistema deste mundo e o diabo querem encobrir isto dos santos de Deus nós!

Conclusão
Entregar-se totalmente a Jesus Cristo, sem reservas, leva seus discípulos a ganhar uma vida abundante, livre de preocupações e da angustia do apego às coisas e às pessoas quando vividas de modo destrutivos.

Shalom!

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sexta-feira, 16 de novembro de 2007

As 12 coisas mais importantes no Ministério!


Ao adquirir para a Igreja um livro de Mike Murdock, que não conhecia muito bem, resolvi pegar também um DVD com uma palestra sua. Gostei e aprendi muitas coisas interessantes de 12 coisas Importantes para o Seu Ministério:

Primeira: Missão.
Toda pessoa deve ter bem claro para o quê foi chamado, qual o ministério que desenvolve com excelência e se dedicar a ele. Cada pessoa deve distinguir seu ministério dos outros. Cada um deve conhecer sua “obsessão”. E quando descobrir isto, se dedicar a ele, formar sua biblioteca sobre o assunto.
Ninguém deve ficar incomodado com aquele que prega somente sobre determinado assunto ou desenvolve um tipo especifico de ministério. “você não pode ficar zangado pelo fato do seu Dentista não cortar a grama da sua casa!”.

Segundo: A importância do Espírito Santo
Ele define sua missão e você discerne qual é! Ele entende bem para o que você foi chamado. O Espírito Santo nos faz obedecer a Palavra de Deus. Ele não te ensinará pelos sentimentos, imaginações ou impressões, mas pela Sua Palavra.
Para isto precisamos nos dedicar a ter um tempo com Ele para orar, falar em línguas, e ouvir a Sua voz.
O preço da presença de Deus é o tempo que você dedica a Ele. O HABITO É MAIS PODEROSO DO QUE O DESEJO para orar, jejuar e estar na presença de Deus!
Murdock comenta que seu pai passava de 6 a 10 horas orando, pois era um intercessor. Odiava televisão e não a tinha em casa. Não ouvia musicas nem mesmo as de seu filho mas conhecia bem a voz do Espírito Santo.

Terceiro: Ordem
Ordem é a obsessão de Deus. Não as regras, o louvor, o Templo, nada mas ordem. Pois tudo quanto criou Ele o fez na mais perfeita! “Se o nariz fosse na cabeça, você morreria afogado na primeira chuva”! Nos sentimos bem quando colocamos as coisas em ordem.
Temos que colocar ordem na nossa vida em tudo.
A atmosfera que você cria determina o produto que você produz. A atmosfera que você cria determina o que sairá da tua vida.
Tenha certeza de que você faz as coisas certas todas as manhãs!

Quarto: Relacionamentos
O perdão determina a longevidade dos relacionamentos.
Dois tipos básicos de relacionamentos bons que devemos ter:
O primeiro é o familiar e está entre a prioridade. Separe pelo menos 1 dia por semana para a família.
Segundo, com os outros ministros e companheiros de ministérios.
Ambos os relacionamentos precisam de alimento.

Quinto: “Self-talk”, ou autodidata
Difícil de traduzir para o português, mas simplificado em: “Davi encorajava a si mesmo no Senhor”.

Sexto: Reações
As nossas reações revelam nosso caráter, nossa maturidade, nossa sabedoria e o tamanho do nosso inimigo.
Nenhum ataque do inimigo, seja quem for, pode nos ditar o que e quando precisamos reagir às situações (a)diversas. Temos que ter o controle de todas as coisas, pedir a Deus isso.
Quando ouvir acusações, não amplifique as ações dos inimigos. Dar atenção é re-agir negativamente e mostrar nossa fraqueza para receber ataque.

Sétimo: treinamento da equipe
Treinar e capacitar a equipe são muito importantes para o líder. O que você está fazendo nesta área? Mike fez 56 DVD’s para treinar sua equipe e deixar claro suas metas. Todos precisam ouvir o que você quer na mesma hora e do mesmo modo/fonte!
Tinha instruções até de como atender ao telefone. Tinha uma secretaria que atendia ao telefone terrivelmente, como uma agente funerária! “O Espírito Santo saía de mim rapidamente e os demônios vinham dentro de mim quando ouvia a voz dela!!” As suas palavras são as sementes para os sentimentos.
“Subtração é tão necessário quanto a multiplicação. O banheiro é tão necessário quanto a cozinha! Remover pessoas erradas é tão importante quanto ter as pessoas certas!”

Oitavo: Finanças
O dinheiro é um instrumento para o bem. Se fosse para o mal o diabo multiplicaria o dinheiro na vida de todo mundo. Qualquer pregador que não levanta dinheiro para a sua missão não deveria estar no ministério.

Nono: Sabedoria
“Eu uso o computador para arquivar as informações que recebo e a mente para criar”! Todo pregador e ministro precisam anotar todas as idéias e revelações recebidas.

Décimo: Amor
O amor deve fluir na vida de todo ministro. “Pare de estudar as pessoas e comece a estudar a Deus para não desanimar”.

Décimo primeiro: Palavras
Faça com que as tuas palavras tenham valor!

Décimo segundo: A Palavra de Deus
Todos precisamos conhecer bem a palavra de Deus. 3 capítulos por dia e 5 aos domingos faz com que leiamos a Bíblia toda em 1 ano. 40 capítulos por dia faz com que a leiamos em 1 mês.
Escolha um assunto de decida em qual deles você deseja se tornar um mestre!

(quando assistir à segunda parte, compartilho aqui no Blog)
Shalom!
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quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Para Pensar

Fachada
A Universal não é igreja, porque não preenche os padrões bíblicos de Igreja. É seita porque se enquadra em qualquer parâmetro que explique o que é uma seita. Mas, não é só a IURD: muitos movimentos recentes apareceram como se fossem expressões do pentecostalismo ou dos carismáticos e não passam de movimentos tomados por espíritos enganadores" (João).

Paredão
Em todos os testemunhos veiculados nas campanhas da Universal não se dá ênfase à transformação de vida através da conversão e, sim, à igreja: 'depois que conheci a Universal, tudo mudou em minha vida'. Não seria Deus o transformador de vidas? E mais: nenhuma igreja evangélica põe Deus contra a parede na hora da oração, como a Universal faz" (Josenildo).
Fonte: Pavablog.blogspot.com

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Os Conselhos de Wesley sobre o uso do Dinheiro



Qual a orientação de Deus para os cristãos usarem seus recursos financeiros? Wesley apresentou quatro prioridades bíblicas:


I. Providencie tudo que for necessário para você e sua família (1Timóteo 5:8). O crente deve assegurar que sua família tenha satisfeitas as necessidades e confortos, ou seja, “alimento suficiente e saudável para comer e roupas limpas para vestir”, assim como um lugar para morar. Deve ainda assegurar que a família tenha como viver caso aconteça alguma coisa com a pessoa que a sustenta.


II. “Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes.” (1Timóteo 6.8) Como os cristãos decidem quanto gastar com eles mesmos e com a família? Qual é o limite? Wesley respondeu citando as palavras de Paulo a Timóteo. Acrescentou que a palavra traduzida como “vestir” significa literalmente “cobrir”, o que inclui residência além de roupas. E prossegue: “Segue-se, claramente, que tudo que ultrapassar isso é, aos olhos do apóstolo, riqueza. Ou seja, tudo que vai além das necessidades básicas ou, no máximo, das conveniências. Qualquer pessoa que tiver o suficiente para comer, roupa para vestir, um lugar para deitar a cabeça e mais alguma coisa é rica” (trecho de O perigo da riqueza).


III. “Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos.” (Romanos 12.17) e “Não devam nada a ninguém” (Romanos 13.8). Wesley disse que a forma seguinte de gastar o dinheiro é pagar aos credores; e acrescentou que os que possuem negócios próprios precisam de ferramentas, estoque ou capital adequados para fazerem o negócio prosperar.


IV. “Façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé” e “Enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos” (Gálatas 6.10). Depois que o cristão cuidou da família, dos credores e de seu negócio, a obrigação seguinte é usar todo o dinheiro que sobrar para atender as necessidades dos outros. Wesley ensinou que Deus dá dinheiro a seus filhos para que atendam suas necessidades razoáveis e espera que, depois lhe devolvam o restante, dando aos pobres. Deus quer que todos os seus filhos se considerem “apenas um dos pobres, cujas carências foram supridas por parte da substância de Deus que ele colocou nas mãos deles com essa finalidade”.


Então, Deus irá perguntar:


Foste um benfeitor da humanidade? Alimentaste os famintos, vestiste os despidos, confortaste os enfermos, ajudaste o estrangeiro, acalmaste os aflitos, segundo o que cada um necessitava? Foste olhos para o cego, pés para o aleijado, pai para os órfãos e marido para as viúvas? (trecho de O bom mordomo).


Além desses quatro princípios bíblicos, Wesley reconheceu que há situações que dão margem a dúvidas. Nem sempre é óbvio como o cristão deve usar o dinheiro de Deus. Assim, apresentou quatro perguntas que as pessoas devem fazer antes de decidir como usar o dinheiro:


• Ao gastar este dinheiro, estou agindo como se ele fosse meu ou como um mordomo do Senhor?
• O que a Bíblia exige de mim para gastar esse dinheiro dessa forma?
• Posso oferecer essa minha compra ao Senhor como sacrifício?
• Deus me recompensará por esse gasto na ressurreição dos justos?


Wesley advertia especialmente contra comprar muitas coisas para as crianças. Pessoas que jamais desperdiçariam dinheiro com elas mesmas às vezes eram mais indulgentes com os filhos. Com base no princípio de que atender um desejo desnecessário serve apenas para fazer com que ele cresça, Wesley inquiriu esses pais bem intencionados:
Por que vocês compram para eles mais orgulho, luxúria, vaidade, tolice e desejos prejudiciais? [...] Por que gastam mais para aumentar as tentações e armadilhas deles e marcá-los com mais tristezas?” (trecho de O uso do dinheiro).


Finalmente, Wesley sugeriu a seguinte oração para o crente que ainda está em dúvida:
Senhor, tu vês que vou gastar essa quantia em alimento, objetos ou móveis. E sabes que vivo com um único objetivo: ser mordomo de teus bens; e gasto essa porção buscando realizar o projeto que tinhas ao me confiar o dinheiro. Sabes que faço isso em obediência à tua Palavra, como mandaste, e porque ordenaste. Rogo-te que o que vou adquirir seja sacrifício santo, aceitável por meio de Jesus Cristo! E dá-me um testemunho em mim mesmo de que, por esse esforço de amor, serei recompensado quando recompensares todas as pessoas de acordo com as obras que praticarem (trecho de O uso do dinheiro).


Wesley tinha certeza de que qualquer crente que tivesse a consciência limpa depois de fazer essa oração usaria o dinheiro com sabedoria.

Wesley e o Dinheiro


Na infância, Wesley conheceu a pobreza. Samuel, seu pai, era pároco anglicano em uma das paróquias que pagava menos na Inglaterra e tinha nove filhos para alimentar e vestir. John via sempre o pai endividado e certa vez o viu ser preso por causa de dívidas. Quando decidiu seguir o ministério não tinha ilusões quanto às suas recompensas financeiras.


Entretanto Wesley não enfrentou a mesma pobreza de seu pai. Em vez de se tornar o pregador de uma paróquia, sentiu a orientação de Deus para dar aulas da Universidade Oxford. Foi eleito membro da Lincoln College e sua situação financeira mudou completamente.
Passou a receber no mínimo 30 libras por ano – mais do que suficiente para sustentar um homem solteiro naquela época. Parece que apreciou sua relativa prosperidade enquanto dava aulas, gastando o dinheiro com jogo, cigarro e bebida.


Um fato ocorrido em Oxford alterou sua perspectiva do dinheiro. Havia acabado de comprar quadros para seu quarto quando uma das camareiras bateu à sua porta. Era inverno e ele reparou que ela só tinha um vestido fino de linho para protegê-la do frio. Enfiou a mão no bolso para dar-lhe dinheiro para comprar um casaco e descobriu que sobrara muito pouco. Entendeu, então, que Deus não estava contente com a forma como gastava seu dinheiro. Perguntou a si mesmo:
Será que teu Mestre dirá: “Bem está, servo bom e fiel?”. Adornaste tuas paredes com o dinheiro que poderia ter protegido essa pobre criatura do frio”! Ó justiça! Ó misericórdia! Esses quadros são o sangue dessa pobre empregada (trecho de Sobre roupas).
Talvez como reflexo desse acontecimento, Wesley passou a limitar seus gastos a fim de ter dinheiro para dar aos pobres. Verificou que em um ano sua renda havia sido 30 libras, seus gastos para viver, 28 libras e, então, tinha 2 libras para doar. No ano seguinte a renda dobrou, mas gastou as mesmas 28, então pôde doar 32. No terceiro ano, a renda pulou para 90 libras. De novo, viveu com 28 e doou 62. No quarto ano, ganhou 120 libras, gastou 28 e deu 92 para os pobres.


Wesley pregava que os cristãos não deviam se limitar ao dízimo, mas dar toda renda extra depois de atender as necessidades da família e pagar os credores. Ele acreditava que, com o aumento de renda, o cristão deveria elevar seu padrão de doação, não seu padrão de vida.
Mesmo quando sua renda subiu para milhares de libras, continuou a viver em simplicidade e doava todo o dinheiro que sobrava. Em determinado ano, sua renda chegou a mais de 1.400 libras. John ficou com apenas 30 e doou todo o restante. Ele temia acumular tesouros na terra, por isso tão logo recebia, enviava o dinheiro para caridade. Declarou nunca ter possuído mais do que 100 libras ao mesmo tempo.


Entre as maneiras como Wesley limitava seus gastos estavam a vida sem luxos e a identificação com os necessitados. Pregava que os cristãos deveriam se considerar membros da classe pobre a quem Deus entregou o dinheiro como ajuda. Colocava suas palavras em prática, vivendo e comendo com os pobres. Sob a liderança de Wesley, metodistas de Londres abriram na cidade duas casas para abrigar viúvas que eram sustentadas por ofertas levantadas nas reuniões e na Ceia do Senhor.


Em 1748, Wesley morava nas mesmas acomodações que qualquer outro ministro metodista que estivesse na cidade. Alegrava-se por comer da mesma comida à mesma mesa, esperando ansioso pelo banquete celestial que todos os cristãos irão compartilhar.
John Wesley não se identificava com os pobres apenas compartilhando alimento e moradia e abrindo mão de luxo, mas algumas vezes deixava de atender algumas de suas necessidades para doar o dinheiro. Durante quase quatro anos alimentou-se basicamente de batatas. Isso não foi apenas para melhorar a saúde, mas também para poupar. “O que eu economizo com carne irá alimentar alguém que não tem nada.”


Em 1744, Wesley escreveu: “[Quando eu morrer], se deixar dez libras... você e toda a humanidade [podem] testemunhar contra mim, que vivi e morri como ladrão e assaltante”. Quando morreu, em 1791, o único dinheiro citado em seu testamento foi a miscelânea de moedas encontradas em seus bolsos e gavetas. Havia doado a maior parte das 30 mil libras que ganhou em sua vida.

domingo, 7 de outubro de 2007

Antes de tudo, a oração


Leia cada uma das folhas do Novo Testamento e marque todas as referencias acerca da oração. Você verá como ela é enfatizada. Só no primeiro evangelho há 41 referencias e em todo o Novo Testamento há 230, algumas delas extensivas, com dez palavras diferentes par a oração. Lá nós podemosler sobre “orando em todo o tempo com toda a oração” (Efésios 6.18). Métodos, formas e modos diferentes, todos eles disponíveis para o homem usar contra o diabo, em benefício e em adoração.

Orar Sempre!
Alguns textos usam uma palavra especial assim como um martelo que martela o prego bem fundo. A expressão “sem cessar”(do grego ektenes, adialeiptos) surge apenas seis vezes nas Escrituras e apenas acerca da oração, como se esta fosse a única coisa que nunca poderíamos deixar de fazer.


Atos 12.5
Pedro, pois, era guardado na prisão; mas a igreja fazia contínua oração por ele a Deus.

Romanos 1.9
Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, me é testemunha de como incessantemente faço menção de vós,

1 Tessalonicenses 1.2-3
Sempre damos graças a Deus por vós todos, fazendo menção de vós em nossas orações, Lembrando-nos sem cessar da obra da vossa fé, do trabalho do amor, e da paciência da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, diante de nosso Deus e Pai.

1 Tessalonicenses 5.17
Orai sem cessar.

2 Timoteo 1.3
Dou graças a Deus, a quem desde os meus antepassados sirvo com uma consciência pura, de que sem cessar faço memória de ti nas minhas orações noite e dia;

Lucas 18.1
Jesus ensinou sobre o dever de orar sempre sem desfalecer.


Perseverança no propósito de orar
Outro conjunto de exemplos mostra o uso de uma palavra que significa “continue a fazer isso, persevere, seja daqueles que permanecem, mostre constância, não existes, e mantenha-se acordado”. Traduza estes textos para si mesmo:

Colossenses 4.2
Perseverai em oração, velando nela com ação de graças;

Romanos 12.12
Perseverai na oração.

Atos 6.4
Mas nós perseveraremos na oração.

Efésios 6.18
Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos,


A oração que agrada a Deus
A maneira com que Jesus Cristo fala da oração não é como muitos supõem. Ele disse: “Pedi e dar-se-vos-á. Buscai. Batei”. (Mateus 7.7). No grego, estas palavras estão no presente do indicativo – esteja pedindo, esteja buscando, esteja batendo. Mas em outro lugar, Ele usa um tempo diferente (aoristo) indicando uma única ação completa – “o pão nosso de cada dia nos dá hoje” (Mateus 6.11). Peça uma vez, mas todos os dias, “dá-nos hoje”. Peça a necessidade de cada dia, diariamente. É assim que Deus gosta, não “ter fé” para tudo durante um ano todo, mas irmos a Ele como crianças, vez após vez, pedindo pelo pão da vida e o Espírito Santo, diariamente, não de uma vez por todas. Nós sempre recebemos, todos os dias.


Deus ouve as orações
A Bíblia declara constantemente que a oração sempre será ouvida.

Mateus 6.8
Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.

Mateus 7.8
Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á.

1 João 5.14-15
E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que lhe fizemos.

╬Rinhard Bonke