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sábado, 11 de dezembro de 2010

A Desconstrução da Religião

Estas são anotações de uma palestra que estudei. Talvez não dê para entender algum contexto, mas tem muita coisa boa aqui sobre o Evangelho.

  • Já imaginou Jesus tomando tererê, com pecdores, num sábado?
  • O problema é que o pecador vem para o evangelho e nós o transformamos em Religioso. O grande risco da igreja é a transformação do Evangelho em um sistema religioso.
  • Jesus disse que quando uma pessoa tivesse problemas, você deve chamá-la; se ela não quiser ouvir, chama outra pessoa; se não der certo, chame a igreja; se não der certo, trate-as como publicanos e gentios. E o que é que Jesus fez com os publicanos e pecadores? Gastou mais tempo com eles!
  • O Odre velho não suporta o odre novo. O cristianismo começou dentro de Jerusalém, usando o templo de Jerusalém, vivendo como judeus, tendo o formato judaico e durante muitos anos, eles eram todos judeus. Mas Deus enviou seu filho ao mundo, não para o s judeus. Então Deus começa a mover-se e a provocar circunstancias. Estevão é morto, sob o dedo de Deus. Já tinha se passado 10 anos, após pentecostes. A igreja estava só em Jerusalém. Vem a crise e arrebenta o odre. A igreja se espalha e vai para Samaria e vai para outros lugares para levar o evangelho. Mas o Judeu ia atrás com suas leis e cobranças. “Não podem fazer isto, não podem trabalhar no sábado...”. A Religião sempre fareja o evangelho. É como um cão caçando. Ela não quer a verdade. Não falo de libertinagem, mas de liberdade em Cristo.
  • Quando Judas se enforcou, ficou um vazio. Faltava alguém. Os discípulos se reuniram e quiseram colocar alguém no lugar. Usaram os métodos judaicos e fizeram um Urim e Tumim, um jogo de pedras. Descobriram entre Maria e José. Escolheram Matias. Quem foi este? Não se sabe nada dele. Sem expressão no NT, porque Deus não queria Matias, queria Saulo. Mas estavam acostumados a fazer religião! Um dia Deus encontrou Saulo? Um Pit bull, raça mais terrível da religião. Era um psicopata! Mas Deus estava interessado nele. Quando Deus estava interessado em nele.
  • Religião é quando o homem faz; evangelho é quando Deus faz! Ele desmancha os planos de Saulo. Deus sempre nos surpreende. Saulo era o homem que Deus escolheu para substituir Judas. Mas os discípulos escolheram Matias. Sempre que Deus usa um homem, ele leva para seu seminário desértico! E torna-los dependentes de Deus.
  • Essa Desconstrução é um processo de Deus nas nossas vidas. Trazemos uma carga religiosa muito forte. (a cultura brasileira é uma característica).
  • Saulo também precisava dessa obra. Mesmo depois que Deus trata com Saulo, quando ele volta para Jerusalém, ele obedece as ordens dos religiosos, raspa a cabeça, faz voto e vai ao templo com medo de ofender a religião. Mas Deus tinha um plano. Trouxe uma grande confusão, para que ele fosse desmascarado. Agora estava nas mãos dos judeus, e entra num processo pesado, a ponto de ser morto. Em uma das cartas, ele disse: quando você tiver alguma causa, busque a Deus para julgar, e não busque um tribunal humano. Paulo não estava entre irmãos, mas entre “feras” religiosas.
  • A religião é um monstro, feita pelo diabo. Entra na vida das pessoas e domina.
  • Quanto mais religioso, mais tempo para a reconstrução. Quanto mais desgraçada for a pessoa, mais indigna, mais fácil para ser liberado. Precisamos ser desconstruídos. Temos muito de religião. A desconstrução é na escola de Deus. Ele vai promover todas as possibilidades para isso.
  • Na Bíblia é comum aparecerem duplas significando Religião e evangelho: Adão e Cristo; O irmão mais velho, e o irmão mais novo.
  • No Egito, José teve dois filhos: Manasses (significa "eu me esqueci do meu sofrimento na terra da minha peregrinação"; e Efraim (significa: Deus me fez prosperar na terra da minha peregrinação). O primeiro significa esquecimento; o segundo, prosperidade; o primeiro representa a morte, o segundo, a vida). Jacó está para morrer e vai abençoar seus filhos. Abençoou a todos e agora chega a benção de José. José aparece diante de Jacó, com seus dois filhos. Ele segura um com a mão direita, onde estava Efraim, e na mão esquerda, Manasses. O mais velho, Manasses, teria que receber a mão direita na cabeça. A benção da direita é diferente da esquerda, espiritualmente falando. Jose se curva diante do Pai. Jacó pega a mão direita e coloca na mão de Efraim, e a esquerda, na de Manasses. José disse: meu pai, não é assim! Mas Jacó responde: eu sei! Mas o menor será maior do que o mais velho! Jacó construiu uma CRUZ! Adão tem que morrer, Cristo ressuscita. O Velho adão morre! O Novo homem ressuscita! Eu me esqueço, eu me lembro. Esqueço-me das minhas dores, e vou me lembrar das bênçãos em Cristo. O povo de Israel foi lembrado por Efraim, e não por Manasses! Isto representa, que nos temos que morrer, para que Cristo viva. Não há nenhuma esperança para o velho homem! Nossa natureza carnal tem que morrer!
  • Caim cheira suor! Caim trouxe o fruto da terra: suor, o próprio esforço para ser aceito. O que Abel trouxe? A primícia do rebanho. Antes do dilúvio não havia animais carnívoros. Os pastores de ovelha não tinham trabalho! Deus aceitar a oferta de Abel era uma afronta à auto suficiência de Caim!
  • Quando Adão pecou, foi lhe feita uma canga de pele de animais. Essa pele significa que um animal foi sacrificado, apontando para a expiação que viria em Cristo. Só o sangue pode apagar o pecado. Abel, de alguma forma soube desse principio; Caim também. Abel foi aceito, pois estava sob base de sacrifício, mas Caim não, pois estava sob próprio esforço. Deus havia dito: se procederes bem, não seria certo que teria feito bem? Muitos afirmam que isto seria uma forma de Deus dizer que Caim controlaria o pecado. Mas como alguém pode dominar o pecado? Paulo afirma que o pecado é que nos domina! “quero fazer o certo, mas não consigo!” então grita: “graças a Deus, por Cristo”. Só Jesus pode vencer o pecado! Mas Deus disse: o pecado jaz à porta. Quem é o pecado? “aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado”. A ovelha que morre pelo pecador, foi chamada de pecado. Cristo morreu pelo pecador, não tinha pecado, mas foi chamado de pecado. Aquele que não tinha pecado, Deus o fez pecado por nós. Não pecador, mas PECADO. A ovelha que morre pelo pecador, é chamada de ovelha do pecado. Cristo não tinha pecado, mas Deus o fez pecado, não pecador! A ovelha que morre pelo pecado, em favor do pecador, é chamada ovelha do pecado. Quem estava na porta deitada? A ovelha. “Caim, proceda certo, ofereça a ovelha, não seus frutos”! Caim caiu o semblante. Como se conhece um religioso? Pela cara! Caim não foi aceito. Era o sinal de uma pessoa não aceita. Qual a cara de uma pessoa que não foi aceita? Que tem raiva dos outros. Ela persegue o outro, o que é livre. Cara de religioso: mal humorado, crítico, briguento, cheia de direitos, despreza o outro, cheira “sovaco”. Religioso é insuportável.

Shalom!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Evangelho é...

Ele nos Vence, se vencendo;

Ele se derrota, para nos derrotar;

Ele se humilha, para nos humilhar;

Ele se esvazia, para nos esvaziar;

Ele morre, para nos matar;

Ele ressuscita, para nos fazer vivos;

Com a vitória dEle!

É substituição de vida!!

sábado, 4 de dezembro de 2010

O Nome Dele Não é Henry!

Compartilhei com a Igreja este testemunho muito interessante, de Larry Lea.

Eu tinha 17 anos em 1968 — quando fui trancado na ala psiquiátrica do Hospital Mother Frances, em Tyler, Texas. Tinha um automóvel conversível novinho em folha, uma namorada belíssima; era campeão de golfe de meu Estado, o que me rendera uma bolsa de estudos para a universidade. Morava numa imensa mansão (tendo só para mim todo o andar superior dela; dois quartos, dois banhos e um gabinete de estudos). Possuía tudo que um jovem pode desejar. Mas, apesar disso, fiquei completamente louco, pois todas as minhas posses eram coisas exteriores; interiormente não tinha nada.

Algumas semanas antes, havia tentado "pedir socor­ro" ao meu pai, um homem que havia enriquecido no ramo do petróleo.

Pai, me ajude! suplicara.

Mas ele era alcoólatra, e não conhecia a Jesus. Seu coração encontrava-se tão vazio quanto o meu. A única coisa que fez foi fitar-me uns instantes, não querendo crer no que ouvia, e em seguida exclamou, com forte sentimento de frustração:

Larry, você é um rapaz que tem tudo, e ainda assim se sente deprimido. Deve estar tomando drogas.

Minha mãe, que era crente, veio em minha defesa.

Meu filho não iria mexer com drogas, replicou, chocada com a insinuação de papai. Deve estar com tumor no cérebro ou algo parecido.

E ficou nisso. Certo dia, ainda nessa fase de depres­são, resolvi ir à igreja num domingo pela manhã, dese­joso de encontrar ali algo que fosse real. Estava tão necessitado de orientação espiritual que ao final do culto fui à frente, (apesar de saber que todos os meus colegas estavam sentados na última fila, a me olhar). E disse ao pastor:

Pastor, será que pode ajudar-me? Estou a ponto de enlouquecer, e não sei o que há de errado comigo.

Sabe qual foi a resposta do pastor? Deu-me um tapinha no ombro, e procurou tranqüilizar-me dizendo em voz baixa:

Isso vai passar, meu filho. Você é um bom rapaz. Olhe aqui, preencha este cartão.

Tudo que meu pai podia me oferecer era dinheiro, e a igreja, por seu lado, apenas um cartão para preencher. Não sabia a quem mais recorrer; e, como minha mãe continuasse insistindo em que devia estar doente, resolvi ir ao médico. Fiz diversos exames, mas não se constatou uma causa física para meus males emocionais. Então fui internado na ala psiquiátrica do hospital para me subme­ter a uma bateria de testes psicológicos.

Pouco depois da internação, entrou em meu quarto um médico que me disse num tom de voz compreensivo:

Acha-se um pouco deprimido, não é? Estes compri­midos aqui são excelentes, concluiu entregando-me qua­tro tranqüilizantes.

Daí por diante, de quatro em quatro horas, alguém vinha trazer-me os quatro comprimidos. Foi o fim; perdi todo o contato com a realidade, e mergulhei num mundo de penumbra. Os médicos disseram que se tratava de um colapso nervoso, mas na verdade o que eu tinha mesmo era um "colapso pecaminoso". Era pecador e ainda não tinha conhecimento da expiação realizada por Cristo. Também não sabia que era possível ter-se um propósito definido na vida.


Permaneci naquele hospital um mês e meio, sempre fechado entre suas paredes, sem ver o sol. Grande parte do tempo encontrava-me deitado, num profundo estado de torpor provocado pelas drogas, com os olhos revi­rados. Quando recobrava a consciência, pensava que a faxineira, uma senhora de cor, era minha mãe, e que o paciente do quarto em frente era o médico. E ali estava eu: herdeiro de uma grande fortuna, mas tinha perdido a razão. Afinal, meus pais, muito consternados e não sem certa relutância, tomaram as providências para que fosse transferido para o hospital estadual para doentes mentais.

Mas antes de ser levado para lá, certo dia, dei uma saída do quarto, e pus-me a caminhar pelo corredor, onde vi um crucifixo. Curioso, tirei-o da parede e, fazendo grande esforço para colocar os olhos em foco e aclarar as idéias, consegui ler a inscrição em latim: INRI. A mente ainda muito embotada, continuei a va­guear pelos corredores daquele hospital católico, reco­lhendo todos os crucifixos que encontrava, e pensando naquelas letras confusas. Assim que as freiras me viram segurando os crucifixos junto ao peito, vieram correndo para recuperá-los. Mas, ao vê-las, disparei também, perseguido por elas. Até esse momento estivera resmun­gando desconexamente. Mas aí passei a berrar apar­valhado: "O nome dele não é Henry... o nome dele não é Henry. O nome dele é Jesus!"

Alguns dias depois, houve um momento, no quarto, em que consegui recobrar totalmente a lucidez. Então me ajoelhei e me pus a clamar:

"Jesus! Jesus misericordioso!"

Não foi uma oração muito certinha pelos padrões religiosos. Simplesmente clamava por Jesus chorando, soluçando, suplicando-lhe que me acudisse.

De repente, ouvi uma voz interior falando ao meu coração. "Agora você é meu filho", dizia ele. "Levará minha mensagem a esta geração. Será meu ministro; minha voz." Em seguida, disse-me que podia me levantar e ir para casa.

Sentia-me completamente bom, mas não poderia sair, pois as portas estavam trancadas.

No dia seguinte, o médico veio me examinar e fez a pergunta de rotina:

Como está indo, Larry?

Agora estou bem melhor, respondi.

Não entendendo bem, ele teve um instante de hesita­ção e depois indagou secamente:

Por que acha que está melhor?

Fitei-o firmemente e disse:

Porque ontem conversei com Deus.

Ele franziu as sobrancelhas e resmungou meio cético:

Ah, bom.

Mas era impossível ele não perceber que meu tor­mento interior dera lugar a uma imensa paz. Alguns dias depois me deu alta.

Reconheço que é meio estranho pensar que alguém possa iniciar um relacionamento com Deus numa ala psiquiátrica, mas foi o que me sucedeu. Clamei a Jesus e ele entrou ali, atravessando portas trancadas e janelas gradeadas. Veio direto ao meu coração, e me fez um chamado para servir à minha geração. Quando saí do hospital ia como um potrinho recém-nascido, de pernas bambas; reiniciava a vida. Dessa vez, porém, não estava só; a partir daquele momento ele sempre cuidou de mim.

Por que fiz questão de voltar a essas páginas som­brias de minha vida para narrá-las aqui? Porque esse meu período de sofrimento está esquecido; é coisa do passado. Hoje, gozo uma paz profunda, e minha vida tem um propósito divino. E acredito que você, leitor, está incluído nesse propósito. Deus me fez chegar até você para que também participe da bênção que me concedeu.

Não sei em que pontos minhas experiências podem ser semelhantes às suas, nem a que altura desta exposição a Palavra do Senhor tocará seu coração, mas certamente tocará — e a verdade o libertará. E tudo que há de negativo em sua vida — os hábitos arraigados que o impedem de receber as melhores bênçãos de Deus, as formas obsoletas de enxergar a si mesmo e aos outros, as tradições estéreis que o controlam, embora a verdade há muito as tenha derrubado — tudo isso será contestado pelo Espírito de Deus, que faz novas todas as coisas.

Então eu o convido a gozar da mesma graça que gozo, e a aprender, sob a orientação amiga e terna do Espírito Santo, o que aprendi por meio das dolorosas experiên­cias que vivi, mas que foram tão preciosas para mim.

Como está você agora? Será que sua situação é tão desesperadora como foi a minha? Encontra-se num lugar de onde não possa sair, nem pagando; um lugar de onde não há meio de escape? Talvez não esteja numa situação dessas; talvez esteja apenas passando por uma fase de tédio espiritual, com a sensação de que não há nada de novo em sua experiência de vida. Converteu-se há alguns anos, e agora tem a impressão de que já ouviu tudo que tinha de ouvir. Há quanto tempo, pensa você meio cético, Deus não revela nada de novo a ninguém?

Pois deixe-me dizer-lhe uma coisa: pare de tentar resolver seus problemas por meio de racionalizações, ou de esperar que se solucionem com o tempo. Ore a respeito deles.

É bem provável que sua situação não seja desespera­dora, mas pode ser que o seja, não sei. O fato é que Deus só vem ao nosso encontro, comunica-nos sua paz e equaciona nossos problemas quando nos ajoelhamos e lhe falamos do quanto necessitamos dele, e invocamos o seu nome; e só fazemos isso quando estamos desespera­dos. É o que você tem a fazer. Faça isso, amigo. Faça-o agora.

E ao clamar a Deus não esqueça: o nome dele não é Henry. O nome dele é Jesus

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Nem uma hora?


Estou lendo este livro que comprei há 20 anos.
Redescobrindo o valor de pelos menos 1 hora com Deus.

shalom.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Parábola do Semeador 3

OS QUE CAÍRAM ENTRE OS ESPINHOS

A Parábola do semeador traz muita clareza para os que querem se achegar aos pés de Jesus para ouvir sua explicação sobre o sucesso ou o fracasso da vida espiritual.

O sucesso, segundo a bíblia é paz consigo, com Deus e com as circunstancias ao seu redor. É a certeza dos pecados perdoados e da vida eterna.

O Fracasso é o vislumbre desse sucesso, mas não consumar a plenitude que está em viver esse evangelho. É voltar à velha vida e à velha natureza.

3- PESSOAS COMO AS SEMENTES QUE CAÍRAM ENTRE OS ESPINHOS

4.18 Os outros, os semeados entre os espinhos, são os que ouvem a palavra,

4.19 mas os cuidados do mundo, a fascinação da riqueza e as demais ambições, concorrendo, sufocam a palavra, ficando ela infrutífera.

Jesus disse que existe muita concorrência com a Sua Palavra. ... concorrendo, sufocam a palavra, ficando ela infrutífera. Muitos cristãos tem deixado a impiedade, o mundo concorrer com Jesus. E como a Palavra de Jesus exige renúncia a si mesmo, geralmente ele perde para a concorrência!

Aqui Jesus expõe sobre um delicado assunto que tem tirado muitos da fé: o dinheiro e os cuidados deste mundo. É bom lembrar que a Bíblia fala mais sobre dinheiro do que sobre oração, por exemplo.

SENTADOS AOS PÉS DE JESUS, ENTENDEMOS QUE:

1)- As que caíram entre os espinhos são os que ouvem a Palavra

4.18 Os outros, os semeados entre os espinhos, são os que ouvem a palavra,

Conheço muita gente que OUVE A PALAVRA. Isto no sentido de Marcos 4.12: escutam mas não ouvem!

A Palavra é o evangelho de Deus que traz SALVAÇÃO EM PRIMEIRO LUGAR.

A Palavra traz alívio às pessoas. Muitos/as vão até Jesus quando precisam de um alívio para a alma, esperança para uma situação difícil, uma crise conjugal e familiar.

São amigos da Palavra de Jesus.

Conheço muita gente que ouve a Palavra pelo rádio, pela TV. Tem as que vão em muitas denominações. São simpatizantes das promessas bíblicas mas nenhum compromisso com Jesus.

2)- As que caíram entre os espinhos são sufocadas pelos cuidados do mundo

4.19 mas os cuidados do mundo

A Palavra de Deus é sufocada pelos cuidados deste mundo.

A fé das pessoas que com coração espinhoso não conseguem decidir para que lado vão ficar. Ficam em volta da Palavra como abelhas ao redor das flores.

Os cuidados do mundo e suas preocupações são mais fortes do que a pessoa de Jesus. Elas se enveredam de tal forma pelo sistema sufocante que este mundo oferece que não conseguem forças para se desvencilhar das preocupações.

São preocupadas com a comida e a bebida. São preocupadas com as roupas, os calçados e com a casa. São incapazes de reconhecer que Deus pode sustentá-las até o último suspiro da sua vida.

João Wesley dizia que Deus era capaz de cuidar de todos os detalhes da sua vida e não iria acumular nada para que sua fé nEle não se enfraquecesse. Ele viveu neste mundo tendo um status de diplomata e ganhou muito dinheiro com sua vida acadêmica. Mas soube o que era ter uma vida significante, mesmo depois da sua morte, como a maioria dos “grandes homens” libertos do sistema do mundo. Em 1744, escreveu: “Quando eu morrer, se deixar dez libras... você e toda a humanidade podem testemunhar contra mim”. Quando morreu, em 1791, o único dinheiro citado em seu testamento foi a miscelânea de moedas encontradas em seus bolsos e gavetas. Havia doado a maior parte do dinheiro que ganhou em sua vida. Se você for à Inglaterra, não vai ouvir falar dos ricaços que passaram pela vida como fumaça; mas vai ouvir e ver muitos monumentos e praças com o nome de Wesley. Seu tesouro está no céu e sua vida marcou a história.

3)- As que caíram entre os espinhos são sufocadas pelas fascinação das riquezas

4.19 mas os cuidados do mundo, a fascinação da riqueza

A Riqueza fascina. Hoje os jovens querem ganhar salários como dos mega-jogadores de futebol.

Veja o que acontece quando a Mega Sena acumula. Milhões de pessoas se aglomeram às portas das lotéricas para tentar a sorte de ganhar o dinheiro acumulado. Como se um acertozinho já não resolvesse seus problemas, não é? Então o que ganha já começa a riqueza abençoado: tem que se esconder!!

Muita gente quer ganhar dinheiro a todo custo. Seja pouco ou muito.

Porém, estão completamente divididas entre a fidelidade a Deus e à Mamom. Vejam aqueles que começam na vida cristã, e quando prosperam, suas agendas sufocam as disciplinas espirituais.

Lucas


16.13 Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.(RA)


Lucas

16.13 Nenhum servo pode servir a dois senhores, porque ou há de aborrecer a um e amar ao outro ou se há de chegar a um e desprezar ao outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom. (RC)

Ter dinheiro não é problema. Mas ter a cabeça nele torna uma pessoa doente. Ela então passará a dedicar a sua vida a acumular. Mas no Reino de Deus quanto mais se acumula, mais pobre se torna; quanto mais damos, mais ricos nos tornamos.

Veja o que diz: Provérbios

11.24 Algumas pessoas gastam com generosidade e ficam cada vez mais ricas; outras são econômicas demais e acabam ficando cada vez mais pobres.

11.25 Quem é generoso progride na vida; quem ajuda será ajudado.

Esse estilo de vida faz de nós verdadeiros ricos.

4)- As caíram entre os espinhos são sufocadas pelas ambições mundanas

4.19 mas... as demais ambições, concorrendo, sufocam a palavra, ficando ela infrutífera.

Os ambiciosos se tornam avarentos.

O avarento é um sofredor. Não tem liberdade de sentar-se em cima de um banco e olhar as estrelas. Pergunte a um quando foi que ele viu estrelas no céu e ele não saberá te dizer.

A avareza é um prazer louco no coração da pessoa que a escraviza numa necessidade desesperada de possuir mais e mais. José ingenieros, com sabedoria disse: se um avarento possuísse o sol, deixaria o universo às escuras para evitar que seu tesouro se gastasse.

Porem há um pensamento hindu que diz o seguinte: não há no mundo homem mais generoso doq eu o avarento: ele dá aos outros as suas próprias riquezas, sem tê-las ao menos tocado. Plutarco sabiamente colocou que: a avareza, maneira de grave e cruel tirania, obriga o homem a ganhar e o proíbe de fazer uso do que ele ganhou; desperta o apetite e o priva do prazer de satisfazê-lo.

Os avarentos são invariavelmente tristes. A Bíblia não fala que ser rico se constitui num pecado. Deus quer abençoar os seus com toda sorte de bênçãos. Porem, se o dinheiro e a riqueza se constituírem num terrível tirano, então o caminho da miséria está estabelecido. Lemos na Bíblia a respeito de muitos homens que foram ricos e que foram honestos e piedosos, e dedicaram suas riquezas ao serviço de Deus e no bem do próximo. O dinheiro para eles era servo e não senhor. Eram felizes, pois podiam se utilizar do dinheiro sem que este os dominasse.

PARA DESENVOLVER A FÉ

1)- Para se livrar do sufoco da preocupação pelos cuidados deste mundo, confie em Jesus.

Mateus 6

6.25 Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes?


6.26 Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves?


6.27 Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?


6.28 E por que andais ansiosos quanto ao vestuário? Considerai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham, nem fiam.


6.29 Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.


6.30 Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós outros, homens de pequena fé?

2)- Para se livrar da fascinação das riquezas, lembre-se de que você é um herdeiro de Deus

Romanos

8.17 Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados.

8.32 Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?


Efésios

3.6 a saber, que os gentios são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho;

3)- Para se livrar do sufoco das ambições mundanas, aprenda a ser contente

Aprenda a ter momentos felizes no presente para ter uma vida com significados.

Filipenses

4.11 Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação.


1 Timóteo

6.8 Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes.


Judas

1.16 Os tais são murmuradores, são descontentes, andando segundo as suas paixões. A sua boca vive propalando grandes arrogâncias; são aduladores dos outros, por motivos interesseiros.

Conclusão/Desafio

Jesus contou esta parábola descrevendo os tipos de pessoas que viriam a crer nele. Ao meditar nas suas palavras, fica o desafio de não deixar que fiquemos como aqueles que recebem a palavra entre os espinhos. Os cuidados deste mundo, as fascinações das riquezas e as ambições têm deixados muitos abastados neste mundo, mas vazios na eternidade. O que é mais importante para você? Esta vida passageira ou a eternidade com Deus, começando no presente tempo?

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Eleiçoes 2010


Deixando o candidato/a e o pecado individual à parte, realmente nenhum cristão deve votar em pessoas ou partidos que nao respeitam a Palavra de Deus.

O PT deseja ser moderninho eimitar paises "desenvolvidos", legalizando a pratica egoísta e individualista do aborto por pura estética.

Além do mais, dá ânsia ver a Dilma ao lado do Dirceu, do Palocci e aquela corja do PT que vive advogando em causa própria e de interesses corporativos, que de trabalhadores não têm nada. Ô partidinho que passou de idealista em prol do povo, para uma idolatria da legenda "PT".

Agora, estamos num mato sem cachorro.
Dilma, corroída pelo PT.
Serra, voltando uma era FHC.

Ai Marina. Volta logo.
Ou será melhor orar para que Jesus volte logo?

Cristãos, não votem em candidatos que não expressem a vontade de Deus através da Bíblia.