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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Comecei a ler este precioso livro


Bons livros é como se sentar diante de uma mesa farta.
Este é mais um que vale a pena.
Qual a diferença entre solitude e solidão? Solidão é estar só. Solitude é querer estar só, é buscar privacidade, um momento de quietude e silêncio.

Brennan Manning tem vivido diversos destes momentos ao longo de sua jornada espiritual. Convite à solitude apresenta seleções de momentos inesquecíveis do autor, nos quais ele se encontrou com Deus e consigo, nos mais diversos e imprevisíveis lugares.

Para ele, as lembranças são como presentes, verdadeiras dádivas, por isso devem ser revividas e constantemente trazidas à tona da memória.
Este é um livro de registros marcantes da jornada de fé de Manning, que convida você a reviver estes momentos junto com ele e a encontrar seus próprios momentos de solitude para ouvir a voz de Deus.

Nas últimas duas décadas, percorri meu país e o mundo, e com isso descobri que me conecto melhor com o outro quando me conecto com o meu eu interior. Quando consigo me desprender das pessoas e permito que o Senhor me liberte de uma dependência insalubre em relação a elas, mais eu consigo lhes dedicar minha existência, escutar com mais atenção, amar com mais altruísmo, falar com maior compaixão, brincar de maneira mais esportiva, me levar menos a sério e ter a plena consciência de que o meu rosto brilha sorridente sempre que me acho num jogo que aprecio completamente.

REcebi de um amigo

Graça e paz irmãos,

Vale a pena refletirmos:
"Um dia morri para George Muller, para suas opiniões e preferências, gosto e vontade; morri para o mundo, sua aprovação ou censura; morri para a aprovação ou acusação até mesmo de meus irmãos e amigos; e desde então tenho procurado apenas apresentar-me aprovado diante de Deus". George Muller.

"Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim". Paulo.


Em Cristo, aquEle que morreu por nós e nos fez morrer nEle,

Marco Sales

sábado, 19 de fevereiro de 2011

SEM AVISO

Este é um pequeno trecho do livro que indico ao lado, A DÁDIVA DA DOR. Se eu pudesse, daria um exemplar para cada médico, pois já se esqueceram de que a medicina é um dom a favor da humanidade e deve tratar o paciente como um todo e não como um mecânico.
O problema específico de Tania ocorre raramente, mas condições como lepra, diabetes, alcoolismo, esclerose múltipla, distúrbios nervosos e danos a coluna espinhal podem também resultar num estado de insensibilidade à dor estranhamente perigoso. De modo irônico, enquanto a maioria de nós procura farmacêuticos e médicos em busca de alívio para a dor, essas pessoas vivem constante perigo pela ausência dela.
Aprendi sobre ausência da dor quando trabalhava com lepra, uma doença que aflige mais de doze milhões de pessoas em todo o mundo. A lepra há muito provoca um medo que chega às raias da histeria, principalmente por causa das terríveis deformações que pode provocar se não for tratada. O nariz dos pacientes leprosos encolhe, as orelhas incham, e com o passar do tempo eles perdem os dedos e juntas, a seguir as mãos e os pés. Muitos também chegam a ficar cegos.
Depois de trabalhar algum tempo com pacientes na Índia, comecei a questionar a suposição clínica de que a lepra causava diretamente essa desfiguração. A carne dos pacientes simplesmente apodrecia? Ou seus problemas, como os de Tania, podiam ser remetidos à causa subjacente da insensibilidade à dor? Os pacientes de lepra talvez estivessem destruindo a si próprios sem saber, pela simples razão de lhes faltar igualmente um sistema que os avisasse do perigo. Ainda pesquisando esta teoria, visitei um grande leprosário na Nova Guiné, onde observei duas cenas terríveis que nunca mais esqueci.

Uma mulher num povoado próximo ao leprosário estava assando batatas num braseiro de carvão. Ela espetou um abatata com uma vareta afiada e a colocou sobre o fogo, girando lentamente a vareta entre os dedos como se fosse um espeto de churrasco. A batata caiu do espeto e fiquei observando enquanto ela tentava espetá-la sem conseguir, cada estocada fazendo a batata afundar mais na brasa. A mulher finalmente encolheu os ombros e olhou para o velho agachado a poucos passos dali. Ao ver o gesto, evidentemente sabendo o que era esperado dele, o homem arrastou-se até o fogo, enfiou a mão nas brasas, afastando os carvões ardentes para recuperar a batata, e depois voltou ao seu lugar.
Como cirurgião especializado em mãos humanas, fiquei estarrecido. Tudo acontecera depressa demais para que pudesse interferir, mas fui examinar imediatamente a mão do velho. Ele não tinha mais dedos, só tocos retorcidos cobertos de chagas supuradas e cicatrizes de antigos ferimentos. Aquela não era certamente a primeira vez que enfiara a mão no fogo. Aconselhei-o sobre a necessidade de cuidar de suas mãos, mas sua reação apática deu-me pouca confiança em que ouvira o que eu disse.

Alguns dias depois, conduzi um uma clínica de grupo num leprosário vizinho. Minha visita fora anunciada com antecedência, e ma hora marcada o administrador tocou uma campainha para chamar os pacientes. Fiquei com o resto do pessoal num pátio aberto, e no momento em que a campainha tocou, uma multidão de pessoas surgiu das cabanas individuais e das enfermarias em forma de barracas, vindo em nossa direção.
Um paciente jovem e animado chamou a minha atenção enquanto atravessava de muletas e com dificuldade o pátio, mantendo a perna esquerda enfaixada longe do chão. Embora fizesse o máximo para desajeitadamente apressar-se, os pacientes mais ágeis logo o deixaram para trás. Enquanto eu observava, o rapaz colocou as muletas debaixo do braço e começou a correr com os dois pés, um tanto inclinado e acenando violentamente para chamar a nossa atenção. Ele chegou ofegante quase na frente dos demais, e apoiou-se nas muletas com um sorriso de triunfo no rosto.
Pelo andar dele pude ver, no entanto, que algo estava muito errado. Andando em sua direção, percebi que as ataduras estavam ensopadas de sangue e seu pé esquerdo balançava livremente de um lado para o outro. Ao forçar um tornozelo já deslocado na corrida, ele pusera peso demais sobre o osso da perna e a pele arrebentara. Ele estava andando sobre a parte final da tíbia e com cada passo o osso nu tocava o solo. Os enfermeiros o repreenderam severamente, mas ele parecia orgulhoso de si mesmo por ter corrido tão depressa. Ajoelhei-me diante dele e descobri que pedrinhas e gravetos haviam penetrado até a cavidade óssea, o tutano, a medula do osso. Não tive escolha senão amputar a perna abaixo do joelho.

Essas duas cenas me perseguiram por muito tempo. Quando fecho os olhos, ainda posso ver duas expressões faciais, a indiferença cansada do velho que tirou a batata do fogo, a alegria efervescente do jovem que correu pelo pátio. Eventualmente, um perdeu a mão, o outro a perna; eles tinham em comum uma despreocupação absoluta com a autodestruição.
Por fim, Brand mostra que a dor e o sofrimento estão diretamente ligados à mente e é ali que se potencializa ou diminui.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Quer muito?

E a cada um a sua obra.
MArcos 13.34

Faz mais pelo grande mundo de Deus aquele que faz o melhor em seu pequeno mundo.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

CArgas pesadas 3

Como é possível a remoção dos fardos?
Quando abandonamos a religião da Felicidade
Tiago
1.12 Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam.

A felicidade bíblica tem pouco a ver com o culto a si mesmo que encontramos no mundo. O que temos hoje é um modelo de contos de fada e das novelas da Globo com happy end. Mas ninguém conta o que virá depois do último capítulo.

Algumas vezes as pessoas que servem a Deus vivem com um “contrato de fé” não declarado. Por darem tempo e energia no trabalho para Deus, pensam que merecem um tratamento especial em troca. Mas descobrem que a vida é a mesma para todos, com suas dificuldades e crises.
Phillip Yancey conta sobre seu amigo Douglas. Ele vive em muitos aspectos uma experiência de Jó, experimentando o fracasso de um ministério, a morte de sua esposa por câncer, e ferimentos impostos a ele e seu filho por um motorista bêbado. Entretanto, Douglas aconselha: “Não confunda Deus com a vida.”
O seu segredo estava em lançar sobre Jesus toda a ansiedade que torna nossas vidas insuportáveis se não forem lançados sobre os ombros do mais forte.
Ouse confiar.

Felicidade Bíblica é Cristo em nós, a esperança da glória de Deus (Colossenses 1.27). Em cada página do Novo Testamento encontramos servos e servas entregando suas vidas por saber que a vida eterna estaria mais próxima. O apóstolo Paulo dizia categoricamente que o viver era ter Cristo e o morrer seria lucro (Filipenses 1.21).

Uma das maneiras mais eficazes de não sermos felizes é insistir em sermos felizes a qualquer custo. A religião da felicidade é uma religião cruel e talvez a melhor maneira de não enlouquecer esteja em não nos importar muito de enlouquecermos!

Existem muitas pessoas com vergonha de confessar sua dor, por medo de mostrar sua “fraqueza na fé”. O fardo se torna insuportável. A Bíblia diz que os discípulos não estão isentos da dor:

Mateus
10.22 Sereis odiados de todos por causa do meu nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo.

Hebreus
12.7 É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige?


Porém a promessa da presença do Senhor é constante:

Hebreus
13.5 Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei.
13.6 Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?
13.7 Lembrai-vos dos vossos guias, os quais vos pregaram a palavra de Deus; e, considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a fé que tiveram.
13.8 Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre.

Ser feliz conforme este mundo e a religião centrada no homem é um fardo pesadíssimo. Crer e confiar na presença constante do Senhor é uma libertação dos fardos pesados que nos leva a confiar irrestritamente no nosso Pai.

Brennan Manning afirma:
Em meio aos eventos trágicos que nos deixam destituídos de qualquer possibilidade de entender as coiss, a confiança não exige explicações, mas volta-se para Aquele que prometeu: “não vos deixarei órfãos” (Jo 14.18). em face da pressão da necessidade de respostas e soluções para os problemas da vida – respostas que não nos chegam rapidamente – a confiança na sabedoria e no poder de Jesus Cristo sabe como esperar.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Cargas pesadas 2

Como é possível a remoção dos fardos?
2)- Lançar sobre Ele a nossa ansiedade
1 Pedro
5.6 Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte,
5.7 lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.
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O Humilde, que se rende ao mais forte, recebe exaltação,o socorro necessário. Pedro chama os pesados e ansiosos para lançar sobre o forte toda a ansiedade que vai se acumulando nos ombros das pessoas, para que não sucumbam aos pesares que a vida impõe.

A ansiedade é uma ação corrosiva na vida das pessoas.
O ansioso tem um pesado fardo nas suas costas.

Brennan:
No meio da beleza estonteante de Country Kerry no sudoeste da Irlanda, Fionn MacCumhaill pergunta aos seus seguidores:
- Qual a musica mais linda do mundo?
E, alegre, seu filho exclama:
- o cuco que canta da arvore mais alta de todas.
- É um som bonito – disse Fion. Então perguntou:
- Oscar, em sua opinião, qual a musica mais linda do mundo?
- o máximo da musica é a vibração da lança contra o escudo – exclamou o robusto garoto.
- É um belo som – disse Fion.
E os outros caçadores falaram o que lhes dava prazer: a musica produzida por um cervo atravessando a água, a melodia produzida pelo uivo de lobos a distancia, a musica de uma cotovia, o riso feliz de uma menina, ou o sussurro da pessoa amada.
-são todos belos sons – disse Fion.
- Chefe, qual a sua opinião? – aventurou-se um deles.
- A musica do que está acontecendo – disse o grande Fionn – essa é a musica mais bela do mundo.

Há um comentário de Henry D. Thoreau muitas vezes citado, que provavelmente teve origem na consciência de que as preocupações com o ontem e o amanhã, em detrimento do aqui e agora são a mesma coisa que deixar de viver.

Conforme observa John Shea, é uma das melhores maneiras de percebermos que os terrores do futuro desconhecido nascem e são nutridos apenas em nossos pensamentos.

Permanecer com obstinação no aqui e agora, rejeitando a agitação que nos força a seguir em frente, silenciando as vozes que nos atraem para o amanhã e espantando a sugestão demoníaca: “mexa-se – Jesus está voltando”, é um ato de confiança inabalável na presença de Deus, que habita apenas na imediação irredutível do que Martin Buber chamou de o “concreto vivido”.

Sue Monk Kidd cita sua mentora Beatrice Bruteau: “Seja aquilo que você estiver fazendo no momento presente. Se estiver arando, faça isso em sua plenitude, com a mente e de todo o coração”. E Kidd Acrescenta: “certa vez ouvi uma história da tradição hassídica a respeito de um mestre conhecido por ter levado uma vida de plenitude singular. Depois da sua morte, perguntaram a um de seus alunos: ‘Qual era a coisa mais importante para o seu mestre?’O aluno respondeu: ‘qualquer coisa que ele estivesse fazendo no momento’”.
O que existe é o aqui e o agora. Por isso que Jesus recomenda: “Não andeis ansiosos pela vossa vida...”.

Viver no momento presente requer que acreditemos profundamente que a vida abundante prometida por Jesus pode ser vivida apenas aqui e agora.

Encontramos em Mateus 8.5-10 uma ilustração viva de alguém que não se entregou à ansiedade mesmo em momentos de profunda dor.

8.5 Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, apresentou-se-lhe um centurião, implorando:
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8.6 Senhor, o meu criado jaz em casa, de cama, paralítico, sofrendo horrivelmente.
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8.7 Jesus lhe disse: Eu irei curá-lo.
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8.8 Mas o centurião respondeu: Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado.
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8.9 Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, tenho soldados às minhas ordens e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz.
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8.10 Ouvindo isto, admirou-se Jesus e disse aos que o seguiam: Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta.

A primeira experiência da Palavra de Deus é que:

A Fé confia no poder do Pai, acima das circunstâncias.
O centurião confiava no principio da autoridade e sabia que uma palavra bastava para algo poderoso acontecer. Ele confiou no poder de Jesus e não se importava se Jesus fosse na sua casa ou enviasse apenas uma palavra.
Ele não foi como nós que queremos ter um médico ao lado da nossa cama para nos atender em nossas urgências como se fosse a única da Terra. O centurião confiou e não se entregou à ansiedade.

- A fé humilde coloca tudo aos pés de quem tem condições de agir.

- A fé espera a palavra reagir positivamente.

Jesus elogia o centurião: Nunca vi uma fé como esta!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

As Cargas Pesadas


Texto Bíblico:
Mateus 11.
28 Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.
11.29 Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma.
11.30 Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.

Já empurrou um carro sem combustível?
Muitas vezes nossa vida se torna tão pesada que a cada noite parece que estamos puxando um carro sem combustível!

A Linha de Plimsoll
Samuel Plimsoll , filho de Thomas Plimsoll e Priscila Disposto , nasceu em Bristol em 10 fevereiro de 1824. Plimsoll envolveu-se em transporte de carvão para Londres e logo se tornou um dos principais especialistas da Grã-Bretanha sobre o comércio nesta comunidade. Até 1862, havia escrito dois livros sobre o assunto, o comércio de exportação de carvão da Inglaterra e para o Interior do Carvão Comércio . Sua pesquisa sobre o comércio de carvão fez ciente dos perigos enfrentados pelos marinheiros. Ele estava particularmente preocupado com a negligência de alguns proprietários de navios e da indiferença do governo para a questão da segurança marítima. Os navios estavam sendo conhecidos como “caixões”.

Enquanto trabalhava em Londres Plimsoll morava em uma das casas de alojamento modelo para os trabalhadores estabelecido pelo Lord Shaftesbury . Consciente do papel que Shaftesbury tinha jogado em persuadir o Parlamento a aprovar uma legislação protetora, Plimsoll decidiu tentar e se tornar um membro da Câmara dos Comuns .

Nas Eleições Gerais de 1868 , Plimsoll foi eleito deputado por Derby . Ele imediatamente começou a campanha para a legislação do governo para proteger os marinheiros. Para apoiar seu caso, ele publicou Nossos Marinheiros (1873), um livro que forneceu elementos de prova documental sobre a escala do problema. Esta informação que incluiu cerca de 1.000 velejadores de um ano estavam sendo afogado em navios de cerca de costas britânicas. Como parte de sua campanha, uma cópia do nosso Marinheiro foi dado a todos os membros da Câmara dos Comuns .

Plimsoll foi particularmente crítico do Merchant Shipping Act 1871 . Como resultado desta legislação marinheiros foram obrigados, sob pena de prisão e multa, para ir para o mar e completar uma viagem, uma vez que tinha assinado um contrato. Isso tornou difícil para os marinheiros de sair de um navio, uma vez que percebi que era unseaworthy. Em março de 1873, o The Times se juntou a campanha Plimsoll imprimindo uma história de quinze marinheiros que haviam sido presos por três meses após eles se recusaram a ir a bordo do navio Peru . Quando o navio finalmente deixou de Cardiff , com uma nova tripulação, que afundou na Baía de Biscaia e três homens morreram afogados.

O armador teve defensores poderosos na Câmara dos Comuns e foi alegado por eles que o governo não deve aprovar legislação que a liberdade restrita de entidades patronais para executar suas empresas. Gradualmente, outros políticos, como Lord Shaftesbury , envolveu-se na campanha de Plimsoll. Em 1875, Benjamin Disraeli , o conservador primeiro-ministro, mudou de idéia sobre o assunto e em 1875 deu o seu apoio a uma navios Unseaworthy Bill.

No ano seguinte, Samuel Plimsoll conseguiu convencer o Parlamento a alterar a Lei 1.871 Marinha Mercante . Esta prevista a marcação de uma linha em um navio lados que desapareceria abaixo da linha de água, se o navio estava sobrecarregado. Uma outra alteração em 1877 impôs um limite para o peso da carga que os navios foram autorizados a transportar e criou regras que regem a contratação de marinheiros e suas acomodações a bordo.


Jesus sentiu os fardos pesados que o povo carregava.
Problemas, preocupações, necessidades e falta de amor. Tudo isso estava fazendo o povo sucumbir como os navios cargueiros que transportavam os trabalhadores ingleses dos navios com excesso de carga. Precisamos ter uma linha de Plimsoll espiritual para saber quando o limite está chegando ao fim, a ponto de sucumbirmos diante das cargas pesadas.

O que a bíblia diz sobre as cargas?

1)- Vinde, Tomai e Aprendei
Mateus 11.28-30


Jesus afirma que:
Aos cansados de carregar as pesadas cargas, ele dá descanso.
11.28 — Venham a mim, todos vocês que estão cansados de carregar as suas pesadas cargas, e eu lhes darei descanso.
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O convite de Jesus é para todos os que se humilham na sua presença. Na bíblia humilhar-se é render-se aos pés do mais forte. Na nossa fraqueza, podemos contar com aquele que suporta os fardos mais pesados e alivia os fracos.

Qual é a sua carga? Quais as maiores dificuldades que pesam seus olhos e seus ombros, os deixando arcados?
Que tal ir até Ele em oração e humildade para receber descanso de alguém que pode realmente aliviar sua alma através da fé e do descanso no Pai que cuida de todos os detalhes da nossa vida?

Jesus afirma que:
11.29 Sejam meus seguidores e aprendam comigo porque sou bondoso e tenho um coração humilde; e vocês encontrarão descanso.
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Seguir e aprender com Ele leva ao descanso. O Jugo que encontramos na nossa Bíblia se refere como esta tradução: seguir os seus passos, de bondade e humildade para encontrar descanso.
Quais eram os passos de Jesus? Ir até seu Pai para orar e descansar do trabalho intenso, que combatia os homens e os demônios, mas os vencia através da comunhão com seu Aba.
Então qual é o fardo leve de Jesus? Andar na sua Palavra!

É muito tentador tentar usar nossa própria força, baseada na vingança, raiva e suposto poder pessoal. Mas logo descobrimos que fazemos tudo errado e o rasgo no pano velho se torna ainda maior!

Jesus nos deu a Sua vida para que descansássemos. Com o coração humilde, ele nos ensina a fazer como Ele: se entregar nos braços daquele que tem poder e abandonar nossa prepotência. Deus tem prazer em trabalhar para aquele que o buscam.

Você tem duvida do poder de Deus?
Recentemente os astrônomos descobriram o primeiro sistema multiplanetário encontrado em volta de uma estrela além do nosso. A Upslon Andromedae, a 400 trilhões de quilômetros da terra, cujo brilho dá para ser visto a olho nu.
Um Deus como o nosso não é digno de desconfiança. E isso é suficiente para nos fazer descansar. E quando Ele começa a operar? Quando nós descansamos sob seu domínio, em humildade, como Jesus fazia.

Isaías 64.4 Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera.

Jesus afirma que:
11.30 Os deveres que eu exijo de vocês são fáceis, e a carga que eu ponho sobre vocês é leve.

Devemos aprender com Jesus. Ele oferece uma troca- nós damos nosso fardo: os problemas e as crises a ele em troca Jesus nos dá o seu - a riqueza da Sua Palavra para andarmos nela. Por isso é que Ele diz que o seu jugo é leve, pois deseja que andemos no caminho da vida; pesado são os nossos jugos, com suas deformidades pecaminosas,crises e dramas sem fim.

A carga dele é leva porque vem embasada pela Sua presença poderosa e confortadora conosco. George Muller afirmava: em mil provações, não são quinhentas as que trabalham para o bem daquele que crê, mas novecentas e noventa e nove, mais uma.

E nós? Podemos também reconhecer o poder de Deus operando na nossa vida? Ou estamos esperando que um trovão poderoso acompanhado de um raio na forma de cruz nos convença? Essa não é a fé que agrada a Deus, mas sim um espírito confiante, manso e tranqüilo que demonstra completa confiança no Deus que nos regenerou para a Sua glória.


A confiança, dessa maneira, pode ajudar a superar o desânimo quando a vida não ocorre como pensávamos que deveria. Você deseja trocar de fardo com Jesus? Ele está disposto a tomar o seu para que haja descanso!