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terça-feira, 14 de julho de 2020

quinta-feira, 9 de julho de 2020

Indicação





Um filme sobre perdão de um homem que marcou a sua época na televisão. 

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Felizes são os infelizes




Felizes as pessoas que choram, pois Deus as consolará. (Mateus 5.4, NTLH)



No púlpito da montanha, Jesus fala sobre os felizes deste mundo. O que ele diz é um verdadeiro absurdo, tanto para aquela época quanto para hoje. Na psicologia de Jesus, felizes são os pobres de espírito, os chorões, os famintos, os misericordiosos, os limpos de coração, os pacificadores, os insultados, os caluniados (Mateus 5.1-12).

Com esse discurso, Jesus agride o conceito geral e particular da felicidade pessoal. Como é possível serem felizes os que choram? Como é possível serem felizes os que não satisfazem os desejos da carne? Como é possível serem felizes os que levam desaforos para casa, os que não se vingam na base do olho por olho, dente por dente?

Nosso mundo vive a ditadura da felicidade, onde nunca encontramos onde a pomos e nunca a pomos onde estamos. Vivemos infelizes por não sermos felizes e não sabemos o que é ser feliz porque nunca seremos se não soubermos o que seja. Mas felicidade é ser contente e aproveitar o que se vive, sem achar que é os outros que o são. Obrigatoriedade de ser feliz, segundo o conceito do mundo, é decretar a infelicidade da vida.

Mas Jesus não deixa por menos. Quem está equivocado não é ele, mas a cultura do pecado. O certo virou de cabeça para baixo no momento da queda. Jesus está tentando mostrar que o que está de cabeça para baixo precisa ficar de cabeça para cima outra vez. O verdadeiro conceito de felicidade não é o que está em voga, mas o revolucionário, proposto por Jesus. Nunca me esquecerei do verdadeiro conceito de felicidade proposto por Jesus!

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Provisão de Deus

Wesley Dizia: " O fim da nossa oração não é informar a Deus, como se Ele antecipadamente não soubesse de nossas necessidades, mas informar a nós mesmos; fixar mais profundamente em nossos corações o sentido de nossas necessidades e o sentido da nossa contínua dependência daquele que é o único capaz de suprir tudo o que está nos faltando. Não é tanto mover a Deus, que está mais pronto a dar do que em nós a pedir, mas mover-nos a nós mesmos, para que possamos  querer e estar prntos a receber as boas dádivas que Ele nos preparou".

Assista o Culto e complemente esse pensamento!


Oração e provisão de Deus

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Pare de Lutar


Filipenses 4.6-7


Pare de lutar. Não tente fazer isso por si mesmo: deixe Deus lutar por você. Depois de ter aceitado se entregar, você será tentado a lutar, em vez de descansar, confiar e receber. “Quando desisti de tentar e simplesmente confiei, fui abençoado.” Há uma verdade profunda nessa simples declaração. Enquanto estiver tentando, você estará firmado em si mesmo; mas, no momento em que começar a confiar, você estará firmado em Cristo; ele se torna o centro, não você.

“Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural [você não recebe esta nova vida por ter nascido de pais cristãos], nem pela vontade da carne [você não recebe a nova vida insistindo em sua vontade, tentando] nem pela vontade de algum homem [ninguém pode lhe dar a nova vida por meio de algum rito, cerimônia ou instituição], mas nasceram de Deus” (Jo 1.12-13). Está bem claro. O novo nascimento, que leva a uma nova vida, é uma dádiva aceita pela fé, por aqueles que “creram em seu nome”. Mas essa fé não é mero assentimento intelectual; é crer com sua vida, entregar-se a Outro. Significa derrubar as barreiras de seu ser mais íntimo e deixar que Jesus entre e assuma o controle como Único Dono.

As duas leis da vida são receber e dar. Mas primeiro vem o receber. Muitos as invertem e tentam primeiro dar, experimentar, fazer. Não, primeiro receba, receba mediante uma fé tranquila que se apropria de algo. Então você dará naturalmente e usando os recursos que este receber lhe deu. Mas, se você tentar dar antes de receber, estará dando de seu vazio. Sua vida religiosa será cansativa e, consequentemente, vazia.

Um estudante de teologia estava tenso e ansioso, esforçando-se para ser bom. Determinado e com os nervos à flor da pele, ele seria bom a qualquer custo. Quando lhe mostrei a possibilidade de aceitar a Dádiva, ele pareceu incrédulo. Mas relaxou, recebeu-a e se alegrou! Ele ficava repetindo: “É bom demais para ser verdade! Lutei durante toda a minha vida; agora estou recebendo!”. Ele estava livre, desimpedido e feliz de modo abundante. Fé é receber, simples e puramente.


Stanley Jones

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Para os briguentos de plantão


Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Mateus 5.9



O termo pacificadores, em seu sentido literal, designa os amigos de Deus e dos homens, aqueles que profundamente aborrecem e detestam toda discórdia e debate, todo desacordo e contenda, e em consequência, trabalham com todas as forças para impedir que se acenda esse fogo do inferno, ou, quando aceso, que se propague, alastrando-se ainda mais.

Eles se esforçam por acalmar o atormentado espírito das pessoas, por lhes aquietar as paixões tumultuosas, por abrandar a mente dos partidos rivais, e, se possível, reconciliar uns com os outros. Empregam todo seu vigor, todos os talentos que Deus lhes deu, não só para preservar a paz onde ela está, mas para também restaurá-la onde ela não exista.

A alegria de seu coração é promover, confirmar e aumentar a mútua boa vontade entre todos, mais especialmente entre os filhos(As) de Deus, quando são divididos acerca de coisas de pequena importância, os quais tendo um mesmo Senhor e uma só fé (Ef 4.5) sendo todos chamados em uma só esperança de vocação (Ef 4.4), devem todos andar de acordo com a vocação segundo a qual foram chamados, com toda humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-se uns aos outros em amor, esforçando-se por guardarem a unidade do Espírito no vínculo da paz (Ef 4.1-3).



John Wesley

sexta-feira, 29 de maio de 2020

O excesso de atividades não nos deixa viver



Me lembro que quando era mais jovem eu chegava no escritório onde trabalhava como office boy, aos 12 anos, já tinha o costume de ler os destaques e alguma reportagem que me interessava na Folha de Londrina, depois fazia o café dos meus chefes, com aquele “rabo quente”, datilografava alguns relatórios que minha chefe me pedia. Eu fazia uma coisa de cada vez.

Hoje, como muita gente, me pego perdido em fazer café, ligar o WhatsApp, lembrar de listar as tarefas do dia e ainda ver se tem algum videozinho no YouTube em que eu possa aproveitar alguma coisa. MAS TUDO AO MESMO TEMPO! Que loucura. Qual mente consegue ficar sã por muito tempo num ritmo desses?

Estamos sempre adiantados, graças à velocidade as tarefas se sobrepõem, queremos que nossa mente seja como um computador, mas ela não é feita para essa tarefa. Ninguém que faça várias tarefas ao mesmo tempo conseguirá fixar algum conhecimento com durabilidade. Resultado, teremos uma certa atenção em alguma coisa! Nunca fazendo o que estamos fazendo. Queremos impressionar e não estar à margem da vida, ser como os outros são por isso vivemos como aquele coelho mal humorado e doido correndo atrás dos afazeres, de olho no relógio que o escraviza.

É comum as pessoas não saberem o que fazer com o tempo vago. Ficam tão perdidas que são capazes de passar uma tarde inteira imersa em sua busca por algo que a agrade, sem nada encontrar. Impressionante como nem conseguimos escolher algo na NETFLIX, por exemplo. São tantas opções, tantas séries e filmes que somos capazes de zapear sem parar e nada assistir. Interessante quando você vai para a praia e fica num lugar com uma televisão mixuruca e a única opção é a Sessão da Tarde e consegue assistir. Única opção, mas a gente completa a tarefa de ver o filme série C!

Estamos ligados o tempo todo. Por isso é cada vez maior o número de gente que só dorme à base de remédio. “Os emails e whats fazem sexo a noite, pois você já viu como estão multiplicados no dia seguinte?” Ri muito com essa frase do Leandro Karnal. E não é que tem perturbado que lê a mensagem às duas da manhã quando você envia?! Esses dias por acaso estava sem sono e mandei só pro vivente responder no dia seguinte. E não é que o trem apitou de volta me dando um baita susto!!
Estava com 4 devocionais em casa mais uns 5 no escritório. Lia todos a busca de uma palavra “revelada”. Nada.

7 livros estavam na minha gaveta. Revista Veja estava chegando e a outra ainda estava fechada! Que isso! Como diz Mario Cortella, o que importa é saber o que importa. Conhecimento é diferente de informação. Hoje temos muita informação e nenhuma profundidade.
Eu passo a acreditar, pois não sou nenhum guru e estou duramente aprendendo a domar a minha mente, que se nos dedicarmos a uma coisa por vez, mesmo que por dias a fio, seremos mais úteis do que querer saber tudo sem entender nada.

Um livro devocional.
Um Livro.
Uma Bíblia de estudo.
Um filme.
Uma série por vez sem procurar outra a não ser que descarte.
Uma bolsa (tipo de mulher) ao invés de uma mochila pesada cheia de serviço pra casa, que na verdade importa mais ao ego do que para as pessoas.
Uma coisa de cada vez. Um bom lema para a vida moderníssima!

Fábio Alcântara