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terça-feira, 17 de novembro de 2020

Uma fé que salva - Pregação de Domingo, 15


A similaridade do ato da unção dos pés de Jesus e a secagem deles com os seus próprios cabelos com o ato executado pelo próprio Mestre na lavagem dos pés dos discípulos e na sua secagem com a toalha é óbvia, em especial porque o amor é a motivação clara nos dois casos.

Jesus foi o recebedor desse ato de amor e humildade, e isso ocorreu antes de Ele reproduzir com os discípulos. A mulher acabou servindo de modelo para a humildade que Jesus posteriormente expressou.

Quem ama a Jesus e reconhece tão grande salvação faz coisas extremas por causa do amor a Ele. Hoje vemos uma igreja apática que não é capaz de demonstrar amor e fé usando a pandemia como desculpa para trata-lo de qualquer jeito.


domingo, 15 de novembro de 2020

O foco tira todos os outros projetos do seu caminho!

 


Vamos apontando mais alguns fatos interessantes da Série, afinal, começou a nova temporada e não sei se teremos mais algo a acrescentar. Colocaram uma Thatcher com uma atriz que parece um robô, com uma atuação sofrível, com voz de quem está morrendo, que não retrata a que eu conheci na adolescência,  e ainda por cima entra Diana, pois rouba a atenção com seu NADA A DIZER, e NADA A MOSTRAR, a não ser suas extravagâncias, cuja Elizabeth soube bem tratar do assunto: ignorando-a

Mas vamos lá!

T1: E:9

 Neste episódio, alguns fatos me chamaram atenção. O primeiro deles foi com Sutherland, o pintor do seu retrato. Em um momento ele pergunta à esposa do pintor quantos quadros ele pintava por ano.

- três ou quatro – responde a esposa

- sabe quantos eu pinto: sessenta e seis! Lógico que sou um amador. Seu marido é profissional claro. E quando pinta, não tem pressa!

Quando alguém se dedica a uma única coisa e que garante o seu sucesso, sempre demora mais. O foco tira todos os outros projetos do seu caminho. Se pintasse muitos quadros teria quantidade, e não valor.

 Em certo momento Wilsnton Churchill pede para ver o quadro, pois assim poderia dar palpites sobre o que poderia opinar.

 - afinal, conheço esse rosto melhor do que você. Se fez o pescoço muito grosso, ou braços muito curtos...

- não.

- geralmente as pessoas tem pouca noção de quem são! Precisam ignorar muita coisa sobre si mesmas para poder sobreviver.

- e considera sua responsabilidade expor tudo isso? – rebate Winston

- sim. Tanto o ruim quanto o bom.

- Concentre-se no que é bom e dará tudo certo. – avisa Winston – afinal o retrato não é só meu, mas do Reino Unido. Representa um governo.

Ele dizia isso com temor do que seria retratado. De fato, ele não gostou nem um pouco do que viu. Diz a história que esse quadro é considerado uma obra prima perdida, pois, mostra na série que ele pôs fogo na obra.


 Moral da história:

O pintor tinha toda razão: somos a pior pessoa a criticar a nós mesmos. Só vemos o que queremos ver. Quem pode nos retratar bem são os outros.

Se houver críticas ou elogios, vamos procurar acertar e receber como um conselho bom. Se não houver fundamento em críticas nas quais não gostamos, o tempo mostrará claramente.

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

E é nas pequenas coisas que a podridão começa

 


The Crown 4

(T1: E7)

A Jovem Elizabeth decidiu optar por um novo secretário, mas pulando a ordem da sucessão do secretário que estava sendo preparado, por considerar que o seguinte era mais simpático a ela. Seu atual secretário Tommy Lascelles em véspera de aposentadoria se opôs. Então ela foi tirar satisfação.

- Seria um grande erro – Disse Tommy

- Por quê?

- Há um modo de se fazer as coisas por aqui. Uma ordem desenvolvida por gerações. E a individualidade na casa de Windsor, qualquer desvio no modo de se fazer as coisas, não deve ser encorajado. Isso resulta em catástrofes como a abdicação.

- A abdicação ao trono e a escolha do meu secretário não tem comparação entre si. – Diz a Rainha

- Eu discordo. Eu servi ao seu tio, como sabe. E é nas pequenas coisas que a podridão começa. Se errar uma vez, é mais fácil errar de novo. Se for individualista uma vez, é mais fácil voltar a ser. No caso do seu tio, começou por querer usar o Palácio de Buckingham como escritório e a York House como lar. Depois parou de ir à igreja e decidiu que queria vender Sandringham. Dispensou cortesãos que haviam servido ao pai dele em favor de bajuladores mais jovens. É claro, ninguém esperava a renúncia na época, mas o ego e a teimosia, o individualismo, a podridão se instalaram. Mas como sempre, a Senhora decide.

Ela decidiu por preservar a ordem das coisas.

 

Lição de liderança:

Pular etapas, e a ordem das coisas pelo individualismo traz vitórias pessoais, mas não compensa pelo sofrimento posterior. Seguir protocolo, obedecer regras é difícil, mas evita corrupção e queda.

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

É melhor calar e suspeitarem de sua pouca sabedoria, do que falar e eliminar qualquer dúvida

 


T1: E:4

Conselho da rainha Mary, avó da Elizabeth II, quando questionada sobre o que fazer e o que não fazer, justamente em uma situação em que via a necessidade de interferir no poder, mas se via limitada.

“Não me parece certo, como chefe de estado, não fazer nada. Não fazer nada não é trabalhar”.

“É o que há de mais certo. Não fazer nada é o trabalho mais difícil de todos. Ele exige toda a sua energia. Ser imparcial não é natural, não é humano. Se pre vão querer que você sorria, concorde ou feche a cara. E quando você faz isso, declara uma posição. Um ponto de vista. E essa é única coisa a que um soberano não tem direito. Quanto menos fizer, disser, concordar ou sorrir,

“Ou pensar? Ou Sentir? Ou respirar? Ou existir” – desabafa Elizabeth

“... será melhor!” – diz a avó!

“Isso é bom para a soberana. Mas como eu fico? “

Essa posição sempre durou no seu longo reinado.

 

É assim que a rainha Elizabeth II faz raros pronunciamentos, e todos comedidos e muito bem pensados. Em 68 anos de reinado, foram apenas cinco pronunciamentos realizado pela rainha Elizabeth II, além das mensagens de Natal. Assim, além da pandemia do Corona vírus, o último pronunciamento havia sido em 2002, após a morte da rainha-mãe. Antes disso, se fez presente em 1991 durante a Guerra do Golfo e em 1997, ao lamentar a morte da princesa Diana.

Abraham Lincoln já disse que “ É melhor calar e suspeitarem de sua pouca sabedoria, do que falar e eliminar qualquer dúvida”. Aprendeu com provérbios que afirma: “Até o estulto, quando se cala, é tido por sábio, e o que cerra os lábios, por sábio.” Provérbios 17.28

 

Na vida

Presidente Trump, que desejo que não seja reeleito, e certo presidente que conhecemos teria outro destino se medisse suas palavras. Muitos de nós seríamos melhor sucedidos também. Conheço alguns companheiros de ministério sem autoridade por causa do Facebook, WhatsApp, etc...

E aplicando para a vida de oração, é mais fácil se atirar no trabalho de Deus do que esperar que Ele mesmo faça Seu trabalho, afinal esperar é muito difícil. Mas pouco produtivo.

Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera.

Isaías 64:4

sábado, 31 de outubro de 2020

Mais alguns apontamentos deste livro ÚNICO


O sucesso deixa pistas

“Aqueles que se concentram em apenas uma única coisa são os que avançam neste mundo”. OG Mandino

 “Pode haver apenas uma única coisa mais importante. Muitas coisas podem ser importantes, as apenas uma pode ser a mais importante”. Ross Garber

 “Você tem que pensar numa coisa. Persiga essa coisa que escolheu”. George S. Palton


 Um produto, um serviço

Um produto. Um serviço. KFC tem o frango frito. Intel os microprocessadores. Starbucks, o café. O Google, o mecanismo de busca. Inovações tecnológicas, mudanças culturais e forças competitivas em geral ditam a evolução ou transformação da única coisa de certo negócio. As empresas mais bem sucedidas sabem disso e estão sempre se perguntando: qual é nossa Única Coisa?

Quando você entende a ideia da ÚNICA coisa, começa a enxergar o mundo dos negócios de outra maneira. Se hoje sua empresa não sabe qual é a Única Coisa dela, então a Única coisa dela é ir procura-la.

 

Uma pessoa

A única coisa é um tema dominante., que se mostra em diversas formas. Pegue o conceito e aplique-o a pessoas, e você verá que uma só delas pode fazer toda a diferença.

Na juventude de Walt Disney, sua pessoa única foi Roy; Para Sam Walton, dono do Wal Mart, foi L.S. Robson; Albert Einstein, teve Max Talmud; Oprah Winfrey teve seu pai e Jeffrey D. Jacobs; John Lennon e Paul McCartney tiveram George Martin, o quinto Beatle.

Fábio Alcântara tem...

Todo mundo tem uma pessoa que significa muito ou foi a primeira a influenciar, treinar ou conduzir.

 

Uma paixão, uma habilidade

Veja os bastidores de qualquer história de sucesso extraordinário e a Única Coisa está sempre lá. Ela aparece na vida de qualquer negócio de sucesso na vida profissional de qualquer pessoa de sucesso. Tambem aparece em torno de paixões pessoais e habilidades.

Todos nós as temos, mas quem alcança esse sucesso tem sempre uma paixão intensa ou uma habilidade que se destaca, definindo-o ou motivando-o mais do que qualquer outra coisa.

Esse é o roteiro das histórias de sucesso: paixão por algo leva a um tempo desproporcional de prática e treinamento. Resumindo: não adianta ter paixão, mas a insistência e prática naquilo que se gosta se transforma em sucesso.

Um músico, toca todos os dias. Um nadador, nada. Um escritor, escreve.

 

Única Coisa

As portas do mundo foram abertas e a visão que oferecem é estonteante. Por meio da tecnologia e da inovação, sobram oportunidades, e as possibilidades parecem não ter fim.

A consequência não intencional da abundancia é que somos bombardeados por mais informações e escolhas num dia do que nossos ancestrais recebiam durante a vida toda. Atormentados e apressados, uma sensação de que tentamos demais e conseguimos de menos nos assombra dia a dia.

Percebemos que o caminho para se chegar ao “mais”, passa pelo “menos”, mas a questão é: onde começar? De tudo o que a vida tem a oferecer, como escolher? Como tomar as melhores decisões, viver a vida num nível extraordinário e não olhar para trás?

Viva a Única Coisa. A única coisa repousa no coração do sucesso e é o ponto de partida para alcançar resultados extraordinários.

terça-feira, 27 de outubro de 2020

sábado, 24 de outubro de 2020

Pragmatismo de Churchill

 


T:1 E:4

I

Pragmatismo de Churchill

Quando a jovem Elizabeth convida Churchill para se sentar e tomar um chá, ele prontamente a corrige:

“Ninguém lhe explicou? O soberano nunca oferece refresco ou chá ao Primeiro Ministro. Nem uma cadeira. O precedente criado pela sua trisavó foi nos manter em pé, como conselheiros privados. Desperdiçar tempo é um pecado grave. E, se aprendi algo em 52 anos de serviço público, é que não existe problema tão complexo nem crise tão grave que não possa ser resolvido dentro de 20 minutos. Então, vamos ao assunto? “

Moral da história: como ele, não gosto de reuniões prolixas e enroladas.