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sexta-feira, 21 de setembro de 2007

A Vida - Dom de Deus



Com dez meses, bebê anencéfala não quer sair do colo da mãe

A bebê anencéfala (sem cérebro) Marcela de Jesus Galante Ferreira, que ontem completou dez meses, está "gorda". A menina de Patrocínio Paulista (413 km a norte de São Paulo) pesa 11,2 kg, acima do esperado para um bebê de sua idade --normalmente entre 9,5 kg e 10 kg.

Segundo a pediatra Márcia Beani, que a acompanha desde o nascimento, Marcela está cada vez mais ativa. "Ela não quer sair do colo da mãe. Se é colocada na cama, fica chorosa, manhosa."

Na semana passada, a mãe da menina, a lavradora Cacilda Galante Ferreira, chegou a tirar a sonda que alimenta Marcela, mas apenas para dar-lhe papinha pela colher --por segurança, a sonda voltou a ser colocada.

Símbolo

Caso raro na medicina --bebês anencéfalos normalmente morrem algumas horas após o parto--, a sobrevivência de Marcela fez com que a menina se tornasse um símbolo de campanhas antiaborto lideradas por grupos religiosos.

Pela lei brasileira, a gestação pode ser interrompida em casos de anencefalia.
Marcela ficou internada até abril, quando teve alta. Passou a morar com a mãe em uma casa alugada pela família. Ela respira com ajuda de um capacete de oxigênio, mas hoje consegue ficar até duas horas sem o aparelho.

Fonte: Site BOL

Shalom!╬

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Uma Esperança de Futuro


Vamos Meditar!

O que te daria segurança de um futuro melhor?

Textos: Jeremias 29:11-13 e Mateus 6:19-20

Introdução: Muitas pessoas acham que o que pode lhes garantir um futuro melhor é uma grande conta bancária, uma boa poupança, certo número de bens materiais e uma boa estrutura financeira. A história prova que essa idéia é errada. Muitos que depositaram nisso suas esperanças não tiveram um futuro, pois perderam o que tinham.
Enquanto nossa esperança de um futuro melhor estiver em coisas que podem mudar, podem se desgastar ou podem ser perdidas, nosso futuro corre risco, nunca estaremos seguros.
A Bíblia mostra o que pode nos dar segurança. Se quisermos ter uma esperança de futuro:

1)Precisamos depositar nossa confiança em Deus.
Deus nunca muda. Precisamos conhecer a Deus e aprender a confiar Nele.
Muitos não conseguem confiar em Deus porque não o conhecem. Precisamos procurar conhecer a Deus cada vez melhor para ter um futuro tranqüilo.

2)Precisamos aceitar os planos de Deus para nós.
Não adianta conhecer a Deus e confiar Nele se não aceitamos os planos de Deus para nossa vida. Precisamos aceitar os planos de Deus para ter uma esperança de futuro.

3)Precisamos fazer de Deus o nosso maior tesouro.
A coisa mais preciosa que podemos ter na vida é um relacionamento de verdade com Deus. Devemos dedicar nossa vida a conseguir isso. Nosso relacionamento com Deus, o conhecimento de Seus planos e a aceitação de Sua direção para as nossas vidas são a nossa segurança de um futuro melhor.

Conclusão: Você quer entregar sua vida a Deus? Quer fazer Dele o seu maior tesouro? Quer depositar Nele a sua confiança e esperança de um futuro melhor?


Shalom.╬

Tentação real

Meditação de C.S. Lewis
COMO você deve se lembrar, eu disse que o primeiro passo rumo à humildade é perceber-se orgulhoso. Gostaria de acrescentar a isso agora que o próximo passo é empreender alguma tentativa séria de praticar as virtudes cristãs. Uma semana só não basta. Na primeira semana as coisas costumam parecer fáceis. Tente seis semanas seguidas. A essa altura, depois que tiver uma recaída ou que cair mais fundo do que o ponto de onde tiver partido, descobrirá algumas verdades sobre você mesmo. Ninguém tem consciência da sua própria maldade, enquanto não empenhar todos os esforços para ser bom. Há uma idéia tola circulando por aí de que as pessoas bondosas não conhecem o significado da tentação. Isso não passa de uma mentira deslavada. Só os que tentam resistir à tentação conhecem a sua força de fato. Nós mesmos só conseguimos nos dar conta da força do exército alemão lutando contra ele, e não quando nos entregamos. Você só poderá descobrir a força de uma ventania, se andar contra ela, mas não fará idéia dela se deitar-se no chão. Uma pessoa que se rende à tentação depois de cinco minutos, simplesmente, não saberá como se sentiria uma hora mais tarde. Eis a razão por que pessoas más, em certo sentido, não entendem muito da maldade. Elas vivem uma vida resguardada, rendendo-se sempre. Nós jamais descobriremos a força do mal que há dentro de nós, enquanto não tentarmos lutar contra ele; e Cristo, pelo fato de ter sido o único homem que nunca se rendeu diante da tentação, é, ao mesmo tempo, o único homem que conhece profundamente o que significa ser tentado – ele é o único realista absoluto.
– de Mere Christianity [Cristianismo Puro e Simples] 1914 Lewis (aos 15 anos de idade) dá início às suas aulas particulares com William T. Kirkpatrick, em Great Bookham, Surrey, que duram até março de 1917. Kirkpatrick viria a se tornar o professor de maior influência sobre a sua formação.

domingo, 9 de setembro de 2007

A pequena sabedoria de não alimentar abutres


Daudy contou esta história:


Nyani, o macaco, odiava os abutres.
Mas Tico, o primo de sua esposa, era uma criatura dotada de pequeníssima inteligência. Tico meramente dizia que odiava os abutres; porem ficava fascinado pelos seus agudos bicos, seus pescoços sem penas, pelo modo como suas caudas balançavam quando andavam, e pela curva de suas perigosas garras.


Um dia, um abutre pousou no chão, perto da árvore da família Tico. Seus olhos beberam cada movimento da ave de rapina. Tico olhou de um lado para o outro. Ninguém estava olhando, e Tico jogou comida para o abutre. Então, por causa da voz intima que dentro dele falava em altos brados contra os abutres, Tico gritou com voz irada. E com muitos gestos, ordenou que o abutre fosse embora.


No dia seguinte, vieram dois abutres. Seus olhos ficaram vermelhos quando os observou, espiando por um buraco na arvore. Sua boca ficou seca. Furtivamente olhou para verificar se era observado, mas os habitantes do mato não estavam olhando em sua direção. Novamente jogou comida para os perversos abutres, os quais, aproximando-se, crocitavam de um modo que não era nada agradável para os ouvidos.


Logo outros abutres se aproximavam cada vez mais, pois Tico continuava a alimenta-los. Então,l em voz que podia ser ouvida mesmo nos espinheiros mais distantes, ele proferia ameaças de jogar pedras, e que teriam sido horríveis se antes não tivesse jogado comida. Os abutres esvoaçavam, mas voltavam e não se afastavam do terreno.
Clara, a girafa, de seu ponto vantajoso acima dos espinheiros, viu tudo isso e sacudiu a cabeça tristemente, pois sabia que aqueles que alimentavam os abutres procuravam dificuldades.
Passou-se uma semana.
Os abutres já não se mantinham à distancia. Chegavam até as raízes da árvore, a comer de modo horrível o alimento que o pequeno macaco lhes lançava furtivamente. Tico os observava avidamente, embora o receio lhe fizesse encolher o estômago.


No calor do meio dia, no dia seguinte, os abutres, cada vez mais ousados, adejavam por cima da arvore, e embora Tico ralhasse com eles em aparente ira, crocitavam e esvoaçavam desajeitadamente para finalmente virem pousar na arvore, a disputar selvagemente a comida que Tico lhes oferecia.


Bem acima voavam em círculos outros abutres. Durante todo o tempo iam chegando mais e mais abutres. Continuavam pousando e se amontoando cada vez mais perto de Tico.
Realmente assustado, Tico batia com um pau nodoso em redor de si, mas sem efeito algum. Os abutres que ele havia encorajado estavam rapidamente a domina-lo. Cada vez chegavam mais abutres.


Finalmente lançaram-se contra ele com suas horríveis cabeças e com seus bicos despedaçadores, e ficaram a bicar ferozmente em seus olhos, seu corpo, seus membros. Os gritos do macaco eram abafados pelo crocitar de dezenas de abutres.


Ao pôr do sol, Nyani voltou de uma viagem. Ficou horrorizado ao encontrar completamente limpos os ossos do primo de sua esposa, o qual havia sido comido a bicadas pelos horrendos pássaros.
“Puxa!”, disse um dos que estavam a ouvir Daudi, ao mesmo tempo em que estremecia. Esta noite terei muitos sonhos ".
“Outro que estava ouvindo tirou sarro, segurando a banqueta e que estava assentado. “posso ver aquelas horríveis cabeças com seus pescoços sem penas a beliscar-me”.
Daudi sorriu, e então tornou-se muito sério.


“Entre vocês há alguns que já me contaram que suas dificuldades são pensamentos que não são puros. A lição de meu provérbio é o seguinte: “Alimentem esses pensamentos por meio daquilo que vêem, que lêem, que ouvem e que falam, e acabarão adejando por cima das vidas de vocês até domina-las”.


“Mas deixem-nos morrer à mingua, e ir-se-ão embora. Alimentem-nos, e voltarão em grupos cada vez mais numerosos”.
“A muitos já aconteceu que os ossos de suas almas foram bicados por tão perversos bicos”.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Não ameis o mundo



Não ameis o mundo nem o que nele há” 1 Joao 2.15

Se você for para a margem de um lago e observar as moscas que vem se banhar, vai perceber que, embora mergulhe o corpo na água, mantém as asas fora dela; e, depois de nadar um pouquinho, saem voando com suas asas secas pelo céu ensolarado.
Essa é a lição para nós. Estamos aqui, imersos nos cuidados e nos negócios do mundo; mas precisamos manter as asas de nossa alma, nossa fé e nosso amor, fora do mundo para que, tendo-as desimpedidas, estejamos prontos para alçar vôo para o Céu. Afinal, contentes com a terra, não nos interessamos pelo céu!

J. Inglis

Jonas e as lições do Sofrimento

Jonas 1

A historia de Jonas é uma das mais lidas e fascinantes da Bíblia. Mas de todos os debates, uma coisa é certa: Jonas fez uma séria análise da alma, naquele malcheiroso hotel subaquático.
Todos nós podemos nos identificar com ele. Algumas vezes, a vida simplesmente vai mal. Quando isto nos acontece, tal como Jonas, precisamos fazer algumas perguntas difíceis a nós mesmos.

Existe algum pecado na minha vida?
À luz da desobediência evidente de Jonas, Deus teve que fazer algo drástico para chamar-lhe a atenção e conduzi-lo ao arrependimento.
O quê posso aprender dessa situação?
As pessoas más de Nínive eram inimigas do povo de Deus. Jonas achou que eles deveriam ser julgados e não deveriam ter uma segunda chance. É óbvio que ele precisava aprender a lição, compartilhando a compaixão de Deus pelos perdidos. “Tendo em vista o que eles fizeram e como abandonaram os seus maus caminhos, Deus se arrependeu e não os destruiu”Jn 3.10.

Posso demonstrar a gloria de Deus nessa situação?
Muitas vezes não se trata do nosso sofrimento, mas de que as pessoas vejam o poder de Deus operando na nossa fraqueza. Jonas encontrou-se numa situação desesperadora, mas Deus o usou para que conduzisse uma nação pagã ao arrependimento.
Por isto, nosso Senhor Jesus Cristo deseja que sua Igreja seja sempre madura, vivendo para Sua glória.
Shalom.

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

A Arca, o Senhor e Nós na posição correta

Números 14.39-45

O Senhor disse ao povo que havia saído do Egito que ficassem no deserto. Mas arrependidos de haverem irritado ao Senhor, desejaram então tomar a Terra Prometida por esforço. E ao entrar nas regiões montanhosas, os amalequitas e os cananeus atacaram e derrotaram os israelitas. Mas a Arca da aliança, o Senhor e Moisés permaneceram no acampamento.

Alguns fatos podemos considerar para que tenhamos uma vida tranqüila e satisfeita, não cometendo os mesmos erros dos israelitas:

Primeiro: não eram humildes.(v.40) Ficaram bravos com a correção de Deus para suas vidas. Por isso mesmo o Senhor determinou que nenhum deles vissem a terra prometida, senão Josué e Calebe, porque TINHAM UM CORAÇAO DIFERENTE (v. 14.24)
Deus preza tanto um coração humilde como o de Josué e Calebe que por quatro vezes seus nomes são mencionados.

Segundo: eram desobedientes (v. 41). Nada é tão claro para Deus de que as pessoas são desobedientes como o sintoma da MURMURAÇÃO. Ela é o sinal claro das pessoas rebeldes, intratáveis e arrogantes e que não crêem de fato na presença real dEle em suas vidas. Quando alguém murmura, ela está dizendo assim: “Deus é fraco demais para me ajudar. É melhor eu fazer as coisas do meu jeito”.

Terceiro: abandonaram a Deus (43) e a Congregação para seguir o curso deste mundo, simbolizado pela “região montanhosa” (v.44a). Isto significa que fizeram e planejaram tudo à revelia de Deus, lidando com seus próprios braços e jeito de lidar com as situações.

Quarto: o deserto é difícil, mas Deus está ali! (44b)O deserto era difícil, mas Deus estava presente. A região montanhosa parecia uma boa saída, mas o Senhor não estava lá!
Às vezes ficamos enfatuados com o calor do Deserto, mas é melhor ali, no centro da vontade de Deus que encontramos o milagre de encontrar fontes de água.
Os amalequitas e os cananeus espirituais estão prontos a derrotar quem está longe da presença de Deus. Provérbios nos lembra de que o Senhor é uma Torre forte onde encontramos abrigo o tempo todo. Torre forte é o nome do SENHOR; a ela correrá o justo, e estará em alto refúgio. (Provérbios 18 : 10)

Shalom ╬