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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Bom humor e confiança são bem-vindos mesmo em tempos difíceis


Li esta matéria na Voce S/A e achei muito oportuna, ainda mais para nós os discipulos do Senhor!


Algumas pessoas costumam afi rmar que crise é sinônimo de oportunidade e os mesmos caracteres são usados em chinês para escrever ambas as palavras. Eu, de meu lado, acho que esta crise que o mundo atravessa acabou por se tornar uma oportunidade para que pudéssemos ver, de fato, quem é quem. Alguns acabaram por mostrar seu melhor lado — equilíbrio, controle emocional, capacidade de se recriar.


Outros, diante das difi culdades, acabaram por permitir que seu lado menos admirável afl orasse: pouca gentileza no trato com colegas, um azedume e um espírito aziago que só fazem com que uma situação difícil se torne ainda pior. Se você preza seu emprego, zela por sua imagem e quer que as pessoas o associem a coisas positivas, cuide para não se deixar contaminar por esse espírito ruim que parece ter se instalado em algumas empresas e em algumas pessoas.


A gentileza é atemporal e, não importa o momento que você está vivendo, ela deve continuar presente em suas interações. Afi nal, se as coisas estão mais difíceis para você agora, estão mais difíceis para todos. Em qualquer circunstância, estão valendo aquelas regras que dizem que cumprimentar quem cruza seu caminho é atitude obrigatória dos elegantes.


Vale também esta afi rmação para o autocontrole: expulse a autocomiseração de seu cotidiano, controle seu temperamento, já que, na minha opinião, mau humor é um estado de espírito sempre presente naqueles que não têm controle sobre suas emoções. E como é que alguém mal-humorado imagina um futuro de sucesso, uma posição de liderança? Quem não tem competência para se gerenciar difi cilmente verá validada sua capacidade de liderança.


Assim, sugiro que todos nós passemos a nos policiar com mais rigor e façamos a nossa parte, a fi m de que, superadas a crise e as difi culdades, todos se lembrem de nós como pessoas resilientes, com capacidade de gerenciar as difi culdades com sabedoria e criatividade. Do contrário, o pano cai e as pessoas acabarão por descobrir quem é quem de fato e sem máscaras.


Bom humor e confiança são sempre bem-vindos.
Célia Leão.

sábado, 24 de outubro de 2009

Como Administrar as Finanças

O Globo Repórter desta Sexta-feira traz liçoes muito preciosas. VAle a Pena assistir:

http://g1.globo.com/globoreporter/0,,LS0-16627-76478,00.html

Shalom.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Sem o sofrimento seríamos capetas!


Talvez algumas devocionais do livro O Conhecimento de Deus ao Longo do Ano, de James Ian Packer, um dos teólogos protestantes vivos mais conhecidos no mundo, não agradaram a todos. Ele deixa claro que o não-sofrimento dos crentes seria um enorme prejuízo para o sofredor e para o reino de Deus. Porque “quando a cruz é mais pesada, a comunhão com o Pai e o Filho é mais vívida e a alegria cristã é maior” (p. 129).


Aos 83 anos, o apreciado professor do Regent College, em Vancouver, no Canadá, entende que, quando Deus em sua sabedoria pretende fazer em nós algo que ainda não alcançamos, não deveríamos ficar surpresos com certos acontecimentos inesperados, tristes e desencorajadores. O propósito de Deus é tanto nos fortalecer em paciência, bom humor, compaixão, humildade e mansidão, como destruir nossa complacência, nossas fantasias e algumas formas encobertas de orgulho e vaidade.


Ninguém duvida que o sofrimento de José na casa paterna, na mansão de Potifar e no calabouço dos prisioneiros do rei, foi a escola na qual ele se preparou para ser a maior autoridade no Egito depois do Faraó e uma peça importante na história de Israel.


O fato de Jacó ter de andar apoiado em uma vara o resto da vida e de Paulo não ser dispensado do espinho na carne obrigou-os a se livrar do hábito humano da segurança demasiada e do desperdício da graça que está em Deus.


Deus ordena os eventos da vida humana, diz Packer, “com duplo propósito: santificação pessoal do cristão e serviço na vida do povo de Deus”.

+ do que notícias/Ultimato

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Remorso de poupar demais pode ser maior do que o de gastar, diz pesquisa

SÃO PAULO - Um estudo conduzido por pesquisadores das universidades de Columbia e Harvard detectou que pensar sempre no futuro, inclusive quando o assunto é dinheiro , não é tão positivo quanto se imagina.A necessidade de se sentir eficiente e a tendência a se sentir culpado quando se faz alguma coisa "just for fun" (apenas para diversão, na tradução livre) é universalmente humano, diz o estudo, mas a obsessão pela produtividade pode fazer o indivíduo enxergar momentos de prazer - a exemplo de uma compra - como perda de tempo, irresponsabilidade ou imoralidade, o que não é bom.
Os pesquisadores Anat Keinan (Harvard) e Ran Kivetz (Columbia) disseram que o que acontece é que há pessoas que têm o hábito de superestimar os benefícios do que irão receber no futuro, por tomar decisões responsáveis agora. O nome dado ao fenômeno foi "hipermetropia", igual ao problema que acomete a visão, segundo publicado na Revista de Harvard dos meses de setembro e outubro.Relação com o dinheiroQuando trazido para o lado financeiro, o hábito pode ser encarado da seguinte forma: a pessoa poupa muito dinheiro, pensando nas condições futuras, o que a leva a não consumir aqueles produtos de que mais gosta. No futuro, isso tende a gerar um grande remorso, maior até do que se ela tivesse comprado.
A professora de Harvard começou a pensar na questão depois de notar uma tendência de reclamação das pessoas por ter estudado muito e trabalhado demais, em detrimento de sair aos finais de semana e viajar, por exemplo. Os pesquisadores pensaram, então, em analisar este comportamento com um estudo formal, que foi aplicado em estudantes.O resultado foi que, quando analisado o curto prazo, na escolha entre trabalho e prazer, quem escolheu a diversão se arrependeu mais. Mas quando consideradas decisões feitas há mais de cinco anos, mais pessoas se arrependeram de ter escolhido o trabalho.A teoria e a realidadeCom base no estudo, a professora de Harvard detectou que grupos nos extremos são raridades, sendo eles os que gastam tudo com prazer ou os que vivem voltados para o trabalho.
A maioria de nós está "no meio", segundo Anat, já que "pensamos que é importante o trabalho e ter objetivos e alcançá-los, mas também pensamos em outras coisas", como família, amigos, hobbies etc.Ela finaliza dizendo que tomar uma decisão fútil hoje pode ser um investimento em uma recordação adorável e em um futuro de felicidade.
Yahoo

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Alexandre

Li estes dois testemunhos: um de quem se sentiu culpado por não ajudar; O outro mostrando que não somos donos das circunstâncias. Aprendi Muito.
Conhecíamos Alexandre há mais de cinco anos. Chegou com 20 e poucos, com o cérebro já detonado pelo crack. Durante o curso de discipulado foi alcançando coerência, e, ao fim de seis meses, voltou à sua casa para fazer vestibular, ciente do que queria: ser piloto missionário. Terminou o ensino médio, inspirou o pai a estudar e fizeram vestibular juntos. O pai passou em direito -- Alexandre, ainda tratando de ser lúcido, não.
Vieram outras crises; a razão saía por uma fresta da janela, ficava uma algaravia religiosa indecifrável. Nas crises, ele nos visitava para longas conversas. Nunca foi mau o rapaz. Eu sempre lhe sabia gentil, apesar das incoerências. Meu marido tinha ouvidos para lhe decifrar as angústias no meio da verborragia. Aconselhava, ouvia.
Nos últimos meses, Alexandre começou a observar minha filha que se tornava menina moça e a notar-lhe a beleza florescendo. Ligava às três da manhã falando da menina que vira no balanço, de suas amiguinhas, do toque puro que lhe deu na perna, de como Deus ama os anjos. Meu instinto de mãe se põe de guarda. Aviso às coleguinhas e, quando Alexandre vem, eu o acompanho ao redor da floresta que circunda a comunidade.
Na terça-feira a bicicleta com adesivo Yokohama para na minha porta. Nesse dia Reinaldo está com pressa. Explica pro Alexandre:
-- Tô de saída. Tenho reunião com pastores na cidade.
O rapaz insiste, mais transtornado que nunca na esperança absurda que tem em Reinaldo.
-- Você é meu pai, meu pastor, eu preciso de você.
Reinaldo começa a se irritar. Explica que não dá. Alexandre implora.
-- Deixa eu voltar pra viver aqui com vocês.
-- Como? Você se droga, anda por aqui observando nossas crianças e me liga de madrugada falando nelas. Como posso confiar pra te deixar morar aqui?
-- Não vou fazer nada com elas, só quero ser como elas, nascer de novo numa família de Deus, Reinaldo. Eu quero ser de Deus e não sei como, será que elas me ajudam?
-- Hoje não posso. Tô atrasado demais. Olha, já fizemos tudo o que podíamos por você. Agora acabou.
-- Como acabou? Não acaba não, olha.
E mostrou um rolo de papel higiênico que tinha nas mãos.
Reinaldo se irritou com aquele rolo -- me contou depois --, mesmo assim segurou a ponta enquanto o menino desenrolava lentamente tirando de dentro uma Bíblia pequena amarfanhada, pra ler o Salmo 136.
-- Olha o que a Bíblia fala: “Rendei graças ao Senhor, porque seu amor dura para sempre”.
E assim foi lendo parado no sol quente ao lado do carro o Salmo todo enquanto Reinaldo tentava lhe dizer que estava atrasado, que era pastor, que conhecia a Bíblia, que voltasse depois ou nem isto.
Foi-se o pastor pra reunião e o garoto em desespero para a estrada quente de bicicleta. Reinaldo disse que ainda o viu quando voltava, pedalando, percebendo o carro, mas nem o parou de novo como seria seu costume. Virou o rosto como se dissesse: “Olhe, você, meu pastor, falhou, me trocou por uma reunião, não me ouviu, deixou que seu amor acabasse, sendo que o amor de Deus nunca acaba”.
Acabou também naquela tarde a história de Alexandre e sua busca por Deus. Na manhã seguinte sua irmã nos ligou, chamando para o velório. O rapaz se matou na tarde anterior nas rodas de uma carreta de carga depois de duas outras tentativas. Choramos eu e Reinaldo muitas lágrimas de angústia, desespero e culpa, e ainda choro enquanto escrevo isto. Por nós, e por todos os Alexandres da vida que encontram na rua os levitas e não os samaritanos.
Bráulia Ribeiro


De Caio Fábio para Bráulia Ribeiro

Li o texto Alexandre (Ultimato, edição setembro/outubro, 2009) e me comovi profundamente com a dor de vocês, tão simples e verdadeiramente expressa pela Bráulia.
Você e eu já tivemos todas as chances de nos tornarmos mais próximos em razão de amigos comuns e de muitas identificações simples e práticas no Evangelho. Além disso, muitos já fizeram tudo para que isto acontecesse, mas as circunstâncias não permitiram; e a culpa é minha, não sua.
Não posso dizer que leio o que você escreve, que pesquiso, que estou informado sobre você em detalhes...
Sabia e soube de você mais pelo George Foster, pelo Pedro do Borel (hoje no Egito), pelo André Fernandes e pelo Tiago da Jocum em Brasília, do que por quaisquer outros meios. E todos me dão o mesmo testemunho; sim, falam-me da carta escrita com amor de Deus em seu coração para com todos os que passam em seu caminho.
Entretanto, amiga no Senhor, somente Jesus nunca foi levita e sacerdote na estrada, sendo sempre o samaritano.
Sim, além dele, todos os demais somos samaritanos de vez em quando, e ficamos felizes com isso. Embora em nossa ignorância e distração não registremos a quantidade enorme de vezes em que passamos de largo fazendo da agenda da estrada [...] o caminho de nossa pressa, e não fazendo a estrada submeter-se ao caminho interior, ao invés de seguir o roteiro da estrada [...], todos os dias vejo-me escolhendo apressadamente as agendas da estrada enquanto negligencio a agenda do caminho.
O levita e o sacerdote seguiram a estrada e seu “tempo”. O samaritano seguiu o seu caminho.
A estrada, todavia, é apressada, diferentemente do caminho, que só segue quando tem a permissão da vida para passar. Graças a Deus somos perdoados todos os dias pelas escolhas da estrada contra as veredas calmas do caminho!
Entretanto, o que desejo de coração dizer a você, publicamente, visto que seu texto é público, é que nem você e nem ele têm esse poder todo! Sim, vocês não têm o poder de saber nada além do que se tornou história com as configurações de “história” [...] de passado, portanto.
Na noite que meu filho Lukas morreu atropelado saindo de uma festa com os irmãos, antes de ir ele me ligou e me disse que estava meio cansado, a fim de dormir, e que se fosse seria apenas pelos irmãos e porque lá haveria uma moçada da Igreja Presbiteriana Betânia que ele não via há muito tempo.
“Vá meu filho! Vai ser legal! A Bruna está indo só por sua causa. E ela já saiu!”, foi o que eu disse; e ele foi.
O interessante em tudo isto é que por uma certeza mais profunda do que a morte dele naquela noite, eu sabia que não fora a “minha força” que o pusera no chão daquela estrada fria de Itaipú. Havia um caminho naquela estrada que estava para além de mim. E certamente muito para além da própria estrada.
Conheço a sensação de não atender a insistências que acabam de modo catastrófico. No curso da vida já deixei para visitar no dia seguinte muita gente que morreu durante a noite; já adiei idas que se confirmaram atrasadas depois dos fatos; já passei e soube que o “deixado” não resistiu; já sim, já muita coisa...
Sei também que o nível de pessoalidade do conhecimento do moço que se autovitimou aprofunda qualquer dor. Aumenta toda sensação de culpa e exacerba as perspectivas de responsabilidade e de omissão. Tais fatos, todavia, servem a nós de muitos modos quando o coração é como o de vocês.
A gente aprende que todos estão a um passo de qualquer coisa.
A gente aprende que por vezes nem todos os esforços do mundo mudam determinadas realidades.
A gente aprende que muita dor culposa que se sente decorre da culpa da bondade cristã salvadora, a qual assume para si poderes de salvação que não estão em nossas mãos.
A gente aprende a discernir quais são as coisas que podem esperar ante um desespero e quais não podem.
A gente aprende que nem todo desespero tem que parar o nosso caminho também.
A gente aprende, sutilmente, o que é agenda da estrada e o que é agenda do caminho.
Mas ninguém aprende isso sem se sentir levita e sacerdote de vez em quando, posto que nossos atos samaritanos são emblemáticos, mas nossas omissões levíticas e sacerdotais são a regra na agitação de nossas inúmeras distrações.
O pecado é adotar o caminho do levita e do sacerdote como modo de se desviar de gente na estrada. Ora, esse jamais foi ou será o caso de vocês, graças a Deus.
Entretanto, o mesmo samaritano um dia deve ter tido seu dia de levita. Ou, então, ele seria “Ele”. E não era...
Assim, minha oração é uma só nesse particular: “Senhor, faz de mim o samaritano possível no dia de hoje em minha existência! E salva-me dessa horrível tendência natural que tenho a, na estrada, preferir a omissão do caminho do levita e do sacerdote!”.
Sim, pois o mais devotado dos samaritanos tem seus momentos de pressa de levita e de sacerdote. E mais: isto é assim para que todo ato samaritano de nossa vida seja pura glória e graça de Deus sobre nós; e não fruto de nossa certeza de que em nossa existência não existem omissões.
Louvo a verdade de sua dor sincera e exposta de modo tão simples e franco.
Recomendo, no entanto, que essa dor se torne louvor àquele que amava o Alexandre, e que o ama e que o tem em seu seio, pois quem danou o Alexandre apenas por que a dor de sua perturbação mental o levou a um desatino?
O Alexandre, sim, o do salmo, o que buscava consolação onde há consolação, era apenas um jovem em estado de perturbação adquirida pelo vício. Não era filho do inferno.
Nenhum diabo teve o poder de tirar o Alexandre das mãos do Senhor Jesus! Assim como nenhum diabo tentará (e vencerá) vocês com a culpa de que poderiam ser os salvadores do Alexandre e não o foram.
Manos amados, também isto está consumado! Recebam meu amor e meu carinho sincero e cheio de orações.
Nele, em quem nenhum de nós tem o poder de salvar, mas apenas o de cooperar com o Salvador, o qual salva com ou sem nós,• Caio Fábio D´Araújo Filho é psicanalista clínico, escritor e pregador do Evangelho da Graça de Jesus.

Caio Fabio

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Filmes

Faz tempo que nao via a um filme evangelico. Qualidade muito ruim.

Mas por indicação de irmãos, vi O Fazendeiro de Deus e Prova de Fogo.

Gostei muito dos dois. Vale a pena.

Shalom.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

VOCÊ É DISTRAIDO?
Marvin Williams
Leitura:Lucas 10:38-42

Na pesquisa “Os Obstáculos Para o Crescimento”, feita com dados obtidos em entrevistas com mais de 20 mil cristãos em 139 países, descobriu-se que em média 40 por cento dos cristãos ao redor do mundo dizem que “frequentemente” ou “sempre” executam rapidamente suas tarefas, umas após outras. Cerca de 60 por cento dos cristãos afirmam que “frequentemente” ou “sempre” as ocupações da vida atrapalham o desenvolvimento de seu relacionamento com Deus. É evidente que as ocupações realmente interferem em nossa comunhão com Ele.Parece que Marta também permitiu que as suas ocupações a impedissem de compartilhar o seu tempo com Jesus. Quando ela recebeu Jesus e os discípulos em sua casa, ela ocupou-se demais com o preparo das refeições, com a lavagem dos pés e com o conforto de cada um deles. Tudo isto era necessário, mas parece que Lucas insinua que a ocupação de Marta com os preparativos transformou-se numa agitação, impedindo-a de refletir sobre as palavras de Jesus e de desfrutar momentos com Ele (Lucas 10:38-42).E quanto a nós? Estamos correndo de um lado para outro, permitindo que as ocupações da vida ou até mesmo o trabalho para Jesus, nos impeçam de desfrutar uma doce comunhão com Ele? Peçamos a Deus que nos ajude a diminuir nossas distrações, e que Jesus seja o centro de nossos interesses.

Se você está ocupado demais para Deus, priorize novamente seus interesses.
Shalom.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

CONTENTAMENTO

Mateus 6:24-34

Uma fotografia fascinante de uma senhora idosa sentada numa pilha de lixo me fez refletir. Ela sorria enquanto se alimentava com comida que havia apanhado da lata de lixo. Era preciso tão pouco para a mulher se satisfazer.Fala-se muito sobre as dificuldades econômicas e o aumento do custo de vida. Muitos estão cada vez mais ansiosos quanto ao seu sustento. É possível atender ao ensino do nosso Senhor Jesus em Mateus 6:25: “não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir?”Nosso Senhor não estava dizendo que não precisamos trabalhar; que não precisamos comer, ou que não precisamos nos incomodar sobre como nos vestimos. Estava nos advertindo para que estas coisas não se tornassem tão importantes a ponto de nos tornarmos escravos do dinheiro, ao invés de nele confiarmos. Ele afirmou: “Ninguém pode servir a dois senhores” (Mateus 6:24).Buscar primeiro “o seu reino e a sua justiça” (Mateus 6:33) é reconhecer que não importa o quanto nos esforçamos para construir uma vida melhor para nós e nossas famílias, ao final é o Senhor que cuida das nossas necessidades. E como Deus é nosso Pai Celestial, teremos o suficiente.

O dinheiro nos serve bem se o recebermos como provisão de Deus.