quarta-feira, 14 de julho de 2010

Não o "por quê", mas "o quê"

Ruth Paxson, missionária na China, conta sobre uma mulher que, na Finlândia, embarcou no mesmo trem que ela. O primeiro aspecto que a senhorita Paxson notou foi seu radiante semblante feliz. A senhorita Paxson também observou que a mulher não tinha a Mão direita e que em seu lugar havia um gancho de aço.

Durante a conversa, a senhorita Paxson ficou sabendo que a mulher havia sido missionária na Índia onde cantraíra uma doença nos pulmões. Por essa razão a missionária foi enviada de volta ao seu País, sem esperança de vida. Ao retornar à Finlândia, adquiriu uma fazenda.

Certo dia, enquanto trabalhava com a debulhadora, sua mão direita foi decepada. Continuando a conversa, ela contou à senhorita Paxson: “quando minha mão foi cortada, imediatamente olhei para meu Senhor e disse: Senhor que queres que eu faça, pois não tenho minha mão direita! Qual é a obra? Não estou perguntando “por quê”, mas “o quê”!

Sem esmorecer por causa da sua limitação, Deus lhe dera o encargo de transformar sua fazenda em uma casa para cristãos idosos – e3 dessa forma trazer benção para muitos nos seus últimos dias.

Quando adversidades como essa acontecem, quão rapidamente o inimigo entra em cena e sussurra: “o Senhor está contra você! Certamente essa não é a vida que o Senhor lhe prometeu”. Se não tomarmos cuidado, acabaremos aceitando a seguinte acusação: “o Senhor é um mestre muito severo. A vida com Ele não é tudo aquilo que deveria ser. O seu Deus lhe enganou!”

Não negamos que as adversidades, perseguições e sofrimentos acometem tantos cristãos quanto as demais pessoas no mundo, mas isso não significa que o Senhor esteja contra nós. Precisamos compreender a advertência de Oswald Chambers: “a raiz dos males é a suspeita de que Deus não é bom”.

Lembre-se que ainda que Deus não tenha lhe enviado certa situação, Ele a usará a fim de ajudá-lo a conhecê-Lo. Portanto, não perguntemos o “por quê”. o que poderia ser mais importante do que conhecê-Lo?

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