quarta-feira, 11 de abril de 2012

A Depressão dos ministros

Sentado na ponta do banco da igreja praticamente vazia, o pároco passa a tarde com a “Bíblia” aberta sobre o colo, prestando atendimento aos fiéis. Cada palavra sussurrada ecoa pelo templo desocupado. São histórias de aflição, angústia, medo e dor de pessoas que enxergam, na figura do sacerdote, o lenitivo para seus males. Dele se espera a palavra certa, o conforto imediato, a esperança revigorante. O ofício de se ocupar dos outros é feito de graça, mas tem um custo alto. E tanta responsabilidade às vezes cobra seu preço. Muitos padres vão além dos seus limites, na ânsia de se doar, o que os faz mergulhar num mar de angústias que não há consulta com bispo ou oração que surta efeito. Por isso, a Igreja Católica tem pedido socorro à ciência e encaminhado muitos de seus servos para a terapia. 


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