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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O Ministério de Cura de Jesus Cristo



Texto Bíblico: Mateus 9.1-11
Mateus
4.23   Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo.
4.24   E a sua fama correu por toda a Síria; trouxeram-lhe, então, todos os doentes, acometidos de várias enfermidades e tormentos: endemoninhados, lunáticos e paralíticos. E ele os curou.
4.25   E da Galiléia, Decápolis, Jerusalém, Judéia e dalém do Jordão numerosas multidões o seguiam.



Introduzindo

A bíblia descreve o ministério de Jesus Cristo como sendo triplo: ensino, pregação e cura. O ensino e a pregação não são difíceis de entender ou até mesmo imitar. Mas como devemos compreender o ministério de cura?

Talvez possamos começar afirmando a excelência da criação de Deus. Isso para dizer que a doença não era parte da intenção original de Deus para o mundo.
No novo universo não haverá doença, nem dor, nem morte e nem lágrimas (Ap. 21.4).
Como a doença e a morte são intrusas estranhas no mundo de Deus, médicos e enfermeiros estão certos em declarar guerra contra eles.
Alem disso, toda cura é divina, uma vez que nosso Pai colocou no corpo humano processos terapêuticos extraordinários para combater as doenças, como anticorpos e sistemas de defesas no organismo.


Vamos ver os detalhes:

1)- As curas foram demonstrações sobrenaturais do Reino de Deus
João 10.25   Respondeu-lhes Jesus: Já vo-lo disse, e não credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai testificam a meu respeito.

Os evangelhos deixam claro que o ministério de cura de Jesus pertenceu a uma ordem diferente. Assim como transformar água em vinho, multiplicar Paes e peixes e andar sobre as águas, as curas foram demonstrações sobrenaturais do Reino de Deus.
Ao tentar entendê-las, seremos sábios em evitar extremos opostos: por um lado seria absurdo colocar Deus em uma camisa de força e declarar que milagres não podem acontecer. Por outro lado, não temos liberdade de dizer que fazer milagres é normal na vida cristã a toda hora.
Seja como for que venhamos a defini-los, milagres certamente pertencem à ordem sobrenatural das coisas. Se afirmarmos ser capazes de curar os enfermos como Jesus, precisamos nos lembrar de que ele curou sem uso de meios médicos ou cirúrgicos, sem demora, sem diploma e sem moderação, mas imediata, completa e permanentemente.
Como vimos no versículo acima, o propósito das curas feitas pelo Senhor eram para fazer com que o povo acreditasse quem ele era: o filho de Deus. Se não cressem nas palavras, onde qualquer sábio do tempo de Jesus também tinha o poder de persuasão, creriam nas manifestações espetaculares que aqueles não podiam fazer.
Por isso também hoje, em algumas ocasiões, Deus faz uma cura espetacular para que uma situação seja revelada na vida de alguma pessoa.


2)- Jesus veio nos curar por inteiro
“E eis que lhe trouxeram um paralítico deitado num leito. Jesus, pois, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Tem ânimo, filho; perdoados são os teus pecados.” Mateus 9:2

Um aspecto importante do ministério de Jesus era curar física e espiritualmente. O dom de curar fisicamente não é o dom mais importante que Deus dá. A Bíblia diz em Deus provê a cura física porque Ele quer que nos curemos espiritualmente.

Jesus Cristo deu-nos a cura espiritual ao morrer pelos nossos pecados. A Bíblia diz em Isaías 53:4-5 “Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”

3)- Jesus deseja que haja milagres
João
14.12   Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai.

É muito bom saber que somos assistidos por um Deus que cura. Na Bíblia o nome de Deus que se manifesta na ação curadora era Jeová rafá (Êxodo 15.26): Eu sou o Deus que te sara
Durante a caminhada no deserto o povo de Israel experimentou muitos milagres, um deles é a cura das enfermidades. O Senhor sarou as águas amargas de Mara e saciou o povo.

JEOVÁ-RAFÁ está relacionado à força física, à saúde e nos ensina que Deus é que nos dá a vida e força para viver. Não há bênção material maior que a saúde! O senhor cura todo tipo de enfermidades (Salmo 103.3; Isaías 61.1,2) Tanto física, mental ou espiritual (Mateus 11.28-30).
Jesus ao trazer salvação integral às pessoas e curou toda sorte de doenças e enfermidades (Mateus 4.23), Ele é o nosso JEOVÁ-RAFÁ que levou todas as nossas feridas e dores (Isaías 53.3,4).

A igreja continua viva e Jesus se move por meio dela. Por isso devemos orar. O prazer do senhor é que oremos crendo que Ele está vivo e pode transformar realidades. Ele disse aos discípulos que as obras que Ele fez também estão disponíveis aos que creem nele. 

Você já experimentou a bênção de JEOVÁ-RAFÁ, manifestado em Jesus Cristo? Ele pode curar!


4)- Jesus deu recursos para a Igreja exercer o ministério de cura

“Está doente algum de vós? Chame os anciãos da igreja, e estes orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor; e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.” Tiago 5:14-15

A Palavra de Deus ensina uma disciplina a ser feita pela igreja. Quando estamos doentes, podemos  chamar os irmãos da igreja e pedir  oração e a unção com óleo. Se a Palavra manda fazer, precisamos obedecer. Você pode aproveitar desse recurso. Não importa como Deus agirá, mas não podemos deixar de fazê-lo.


Concluindo
Os milagres nunca eliminam a necessidade de uma fé pessoal. A Bíblia diz em João 20:29-31 “Disse-lhe Jesus: Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram. Jesus, na verdade, operou na presença de seus discípulos ainda muitos outros sinais que não estão escritos neste livro; estes, porém, estão escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.”

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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

A Prova Real



QUADRILÁTERO WESLEYANO

            O Quadrilátero Wesleyano é uma teoria que é creditada a John Wesley, um dos líderes do movimento Metodista da Igreja Protestante no século dezoito. É designado a servir aos cristãos, mas suas idéias básicas podem ser aplicadas virtualmente a qualquer um.

            O Quadrilátero diz que existem quatro autoridade, que nós podemos usar, para tomarmos decisões: -- a Bíblia, a Razão, a Tradição, e a Experiência – explicando-as como segue:

    *
            A BÍBLIA: Assumindo que existe o Deus teísta (Onisciente, Onipresente e Benevolente), o curso lógico de ação seria fazer o que quer que Ele diga. Ele é Deus, portanto, Ele pode dizer o que Ele quiser, até mesmo, se o que Ele afirma parece contradizer a lógica. Se existe alguma espécie de divindade superior, alguma forma de revelação especial que seja recebida dele deverá ser tratada com a máxima autoridade, uma vez que ela vem do ser que criou a própria lógica. 

      *

RAZÃO: A maioria das pessoas na sociedade provavelmente usaria a razão, antes da revelação; mas fazer desta forma seria ilógico. Na sua forma mais básica, a lógica não é nada mais do que distinguir o que é verdade e o que não é. Deus é necessariamente a verdade absoluta, então (novamente), qualquer coisa que Ele diga tomaria o lugar do entendimento de lógica humana, porque Sua verdade seria mais verdadeira que as nossas. Na maioria dos casos, não existe conflito entre Deus e a lógica, de maneira que não há necessidade de escolher entre os dois.

    *

TRADIÇÃO: Embora a tradição seja raramente o fator determinante em um argumento, ela nunca deverá ser desconsiderada simplesmente porque é tradição. Tradição, costumes, e crenças históricas existem por alguma razão, e, embora, algumas vezes, se prove que esta razão está errada, ela é freqüentemente válida. Tradições de uma igreja ou sociedade podem fornecer suporte para uma posição ou crença, mas elas nunca deverão ser usadas como um argumento autônomo.

    *
           
            EXPERIÊNCIA: A experiência pessoal pode ser difícil de usar em um argumento, porque é virtualmente impossível prová-las, no dia-a-dia, depois que elas acontecem. No entanto, alguém pode dizer: 'Os poodles não podem voar – (a) Eu nunca os vi voando –(b) ninguém que eu saiba os viu voando; e – (c) Eles não têm asas ou foguete, e vi poucas coisas que podem voar, sem asas ou foguetes'.  Não existe necessidade de recorrer à tradição, razão, ou revelação para se chegar a tal conclusão. Assim como a tradição, embora a experiência muito freqüentemente possa apenas fornecer suporte para um argumento.

            A idéia de um Quadrilátero é executada em todas aquelas quatro partes que estão ligadas. De maneira ideal, uma afirmação ou proposição concordaria com todas as quatro partes, mas a revelação toma a precedência absoluta. A razão vem em seguida; a tradição e a experiência seguem de perto. Ou se você preferir, as experiências das pessoas no passado.


A Prova Real



QUADRILÁTERO WESLEYANO

            O Quadrilátero Wesleyano é uma teoria que é creditada a John Wesley, um dos líderes do movimento Metodista da Igreja Protestante no século dezoito. É designado a servir aos cristãos, mas suas idéias básicas podem ser aplicadas virtualmente a qualquer um.

            O Quadrilátero diz que existem quatro autoridade, que nós podemos usar, para tomarmos decisões: -- a Bíblia, a Razão, a Tradição, e a Experiência – explicando-as como segue:

    *
            A BÍBLIA: Assumindo que existe o Deus teísta (Onisciente, Onipresente e Benevolente), o curso lógico de ação seria fazer o que quer que Ele diga. Ele é Deus, portanto, Ele pode dizer o que Ele quiser, até mesmo, se o que Ele afirma parece contradizer a lógica. Se existe alguma espécie de divindade superior, alguma forma de revelação especial que seja recebida dele deverá ser tratada com a máxima autoridade, uma vez que ela vem do ser que criou a própria lógica. 

      *

RAZÃO: A maioria das pessoas na sociedade provavelmente usaria a razão, antes da revelação; mas fazer desta forma seria ilógico. Na sua forma mais básica, a lógica não é nada mais do que distinguir o que é verdade e o que não é. Deus é necessariamente a verdade absoluta, então (novamente), qualquer coisa que Ele diga tomaria o lugar do entendimento de lógica humana, porque Sua verdade seria mais verdadeira que as nossas. Na maioria dos casos, não existe conflito entre Deus e a lógica, de maneira que não há necessidade de escolher entre os dois.

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TRADIÇÃO: Embora a tradição seja raramente o fator determinante em um argumento, ela nunca deverá ser desconsiderada simplesmente porque é tradição. Tradição, costumes, e crenças históricas existem por alguma razão, e, embora, algumas vezes, se prove que esta razão está errada, ela é freqüentemente válida. Tradições de uma igreja ou sociedade podem fornecer suporte para uma posição ou crença, mas elas nunca deverão ser usadas como um argumento autônomo.

    *
           
            EXPERIÊNCIA: A experiência pessoal pode ser difícil de usar em um argumento, porque é virtualmente impossível prová-las, no dia-a-dia, depois que elas acontecem. No entanto, alguém pode dizer: 'Os poodles não podem voar – (a) Eu nunca os vi voando –(b) ninguém que eu saiba os viu voando; e – (c) Eles não têm asas ou foguete, e vi poucas coisas que podem voar, sem asas ou foguetes'.  Não existe necessidade de recorrer à tradição, razão, ou revelação para se chegar a tal conclusão. Assim como a tradição, embora a experiência muito freqüentemente possa apenas fornecer suporte para um argumento.

            A idéia de um Quadrilátero é executada em todas aquelas quatro partes que estão ligadas. De maneira ideal, uma afirmação ou proposição concordaria com todas as quatro partes, mas a revelação toma a precedência absoluta. A razão vem em seguida; a tradição e a experiência seguem de perto. Ou se você preferir, as experiências das pessoas no passado.


As confusoes

Graça e paz, meus milhares de leitores espalhados pela minha consciência....

Blog é isso né: você escreve e imagina que todos te lêem.... mas é  assim mesmo.

1 Timóteo

1.4   nem se ocupem com fábulas e genealogias sem fim, que, antes, promovem discussões do que o serviço de Deus, na fé.


Deparei-me com velhas novas confusões: a ressurreiçao do calvinismo. O expositor é uma pessoa que gosto  muito. Não deixei que meu afeto diminuisse, mas fiquei desapontado, pois o espaço poderia ser usado para assuntos mais edificantes para aquele galera simples reunida ali.

Predestinação? Eleição?

Prefiro crer que Deus salva a TODOS sem excessão do que alguns distintos. Fica com mais cara do Deus que conheço e aprendi a amar. Ademais, essas questões velhas, que ao longo dos séculos só dividiram a igreja, só levam a divisão e confusão, e no final os dois viadutos (calvinismo e arminianismo) desembocam no mesmo lugar, já que ninguem sabe nada e todos interpretam a biblia com seu próprioóculos.

Por isso, meu amigo e minha amiga, fique na sua igreja e seja feliz, sabendo que todo Pastor, pregador... têm pés de barro. Uma hora eles quebram. 

Fique com a Bíblia e Jesus.

Shalom.

domingo, 23 de dezembro de 2012

E se Jesus, nosso Senhor não tivesse vindo?



Texto Bíblico:
Lucas
7.16   Todos ficaram possuídos de temor e glorificavam a Deus, dizendo: Grande profeta se levantou entre nós; e: Deus visitou o seu povo.

7.17   Esta notícia a respeito dele divulgou-se por toda a Judéia e por toda a circunvizinhança.

7.18   Todas estas coisas foram referidas a João pelos seus discípulos. E João, chamando dois deles,

7.19   enviou-os ao Senhor para perguntar: És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?

7.20   Quando os homens chegaram junto dele, disseram: João Batista enviou-nos para te perguntar: És tu aquele que estava para vir ou esperaremos outro?

7.21   Naquela mesma hora, curou Jesus muitos de moléstias, e de flagelos, e de espíritos malignos; e deu vista a muitos cegos.

7.22   Então, Jesus lhes respondeu: Ide e anunciai a João o que vistes e ouvistes: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres, anuncia-se-lhes o evangelho.


Introdução:
Você já teve um pesadelo, daqueles que te dá alívio quando acorda?
Creio que nossa vida seria um pesadelo sem Cristo!


Desenvolvimento
Vamos examinar alguns fatos bíblicos que mostram a situação do ser humano se Jesus não tivesse vindo para nos salvar.



1- Comemoraríamos a festa dos deuses pagãos (SOL) e não do verdadeiro Deus que se encarnou, morreu e ressuscitou
A igreja primitiva enfatizava muito claramente a importância de Jesus como a única luz capaz de iluminar a vida dos homens. Mas, insidiosamente uma outra mensagem foi se incorporando no seio da igreja como uma cilada. Sem perceber o ardil, vagarosamente a idolatria da Babilônia foi tomando corpo no meio da igreja. A adoração ao deus sol chegou de modo astucioso na celebração do Natal. Nada mais justo do que relacionar o Sol da justiça, que no monte da transfiguração teve o seu rosto resplandescente como o sol, com a estrela solar adorada na mitologia. Assim, Jesus Cristo foi comparado como o sol e identificado com o deus mitológico. O dia 25 de dezembro comemorado como a festa que celebrava o solstício de inverno, o renascimento do sol, quando, no hemisfério norte do globo terrestre, os dias começam a tornar-se mais longos. Quando o sol começa a prover mais calor, a agricultura torna-se possível. Luz é vida. Por conseguinte, talvez tenha sido próprio para o império romano substituir a festa pagã por uma celebração que tinha mais sentido para os cristãos do que a celebração das meras forças da natureza. Foi dentro deste contexto político e mitológico que a festa pagã da adoração ao sol foi implantada no coração da igreja com todas as suas representações. Durante aquelas festividades pagãs fogueiras eram acesas em homangem ao deus sol e permaneciam queimando por alguns dias. Durante este período as pessoas comiam e bebiam fartamente para tentar exorcizar a tristeza provocada pela ausência de luminosidade. As fogueiras natalinas foram mantidas por muitos anos no perímetro da igreja romana. Depois as velas foram tomando conta do cenário e mais recentemente as lâmpadas elétricas assumem o fascínio do embelezamento natalino. Só que pouca gente sabe que estas luzes que exercem tanto encantamento no espírito de Natal é uma representação moderna de uma antiga adoração ao deus sol. Sendo a luz algo cativante, a sedução de sua magia vem logo nos distrair da verdadeira luz que é Cristo.
A adoração ao sol é uma das mais antigas formas de misticismo, que a Bíblia condena veementemente. Quando no meio de ti, em alguma das tuas portas que te dá o Senhor teu Deus, se achar algum homem ou mulher que fizer mal aos olhos do Senhor teu Deus, traspassando o seu concerto, que for, e servir a outros deuses, e se encurvar a eles, ou ao sol, ou à lua, ou a todo o exército do céu, o que eu não ordenei, ... então levarás o homem ou a mulher que fez este malefício às tuas portas, sim, o tal homem ou mulher, e os apedrejarás com pedras até que morram. Deuteronômio 17:2-5. A essência da idolatria está em ter pensamentos indignos acerca de Deus. Tornar Deus como um objeto é uma afronta ao seu caráter. Fazer o Criador semelhante a uma criatura é algo ofensivo e indigno de um ser pensante. Um deus fabricado não é Deus.
Jesus Cristo é a encarnação de Deus ao nível do homem, mas não é um deus criado pelo homem. Ele é o Criador encarnado e não uma criatura divinizada. Jesus Cristo não pode ser entendido adequadamente em termos de qualquer categoria aplicável ao homem. Ele é por si mesmo, uma categoria. Ele não é apenas grande; é o único. Ele não pode ser comparado com nenhuma criatura. Ele é singular. Thomas Brooks dizia: Cristo é admirável, Cristo é muito admirável, Cristo é o mais admirável, Cristo é sempre admirável, Cristo é totalmente admirável. Ele não pode ser equiparado a qualquer outro, nem é análogo a nenhum símbolo que possamos confrontar. Ele é a Luz, que a luz se ofusca. Ele é o Sol, que o sol se apaga. Ele é a Vida, que a vida fenece. Ele é incomparável, extraordinário, invulgar, único, singular, insigne, admirável e só Ele merece o nosso reconhecimento, respeito e adoração.
Jesus é a Luz que não carece de iluminação. Ele brilha nos nossos corações com o fulgor resplandecente capaz de enceguecer. E indo Paulo no caminho, aconteceu que, chegando perto de Damasco, subitamente o cercou um resplendor de luz do céu. E, caindo em terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? E ele disse: Quem és, Senhor? E disso o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Atos 9:3-5. O apóstolo Paulo ficou três dias sem ver nada, e alguns anos mais tarde quando ele falava perante o rei Agripa disse: Ao meio dia, ó rei, vi no caminho uma luz do céu, que excedia o esplendor do sol, cuja claridade me envolveu a mim e aos que iam comigo. Atos 26:13. Jesus é a luz que não precisa de fogueira, nem de vela, nem de pisca-pisca ou qualquer outro material incandescente.




2- Estaríamos condenados pelo pecado

Romanos
6.22   Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna;

6.23   porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.

Nascemos com uma dívida impagável. Condenados ao inferno e separados de Deus, não havia esperança para nós.
Mas o dom de Deus é o amor. Muitos sofrem com a condenação, nem sabendo dessa condenação.

O sofrimento emocional desnecessário – depressão, andiedade, culpa, temor e tristeza – é vencido pelo poder transformador do amor de Cristo.


3- Não teríamos amizade (O Valor da amizade) de uma igreja verdadeira

Hebreus
10.24   Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras.

10.25   Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.

É um privilégio ter uma igreja, uma comunidade de fé que nos ajuda a crescer na fé e tratar nosso caráter.


Provérbios 17.17
Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão.

Também é no meio da igreja que nasce amizades preciosas e duradouras.
Você tem feito amigos que te estimulam na fé?




4- A humanidade estaria um caos, sem amor
1 João
3.13   Irmãos, não vos maravilheis se o mundo vos odeia.

3.17   Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus?

O mundo nos odeia e não tem amor.
Sem Deus no mundo, que é amor, omundo estaria insuportável.
Se existe ainda viabilidade para o mundo, é porque o Espírito de Deus está presente.


5- Não teríamos esperança

Apocalipse

21.1   Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.

21.2   Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo.

21.3   Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles.

21.4   E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.

O Natal é a promessa de que o Deus vivo que veio na história e que vem diariamente em mistério um dia virá em glória. Deus está dizendo em Jesus que um dia tudo estará bem. Nada pode prejudicá-lo permanentemente, nenhum sofrimento é irrevogável, nenhuma perda é duradoura, nenhuma derrota é mais que transitória, nenhuma decepção é conclusiva.
Jesus não negou a realidade do sofrimento, do desânimo, da decepção, da frustração, e da morte. Simplesmente declarou que o reino de Deus conquistaria todos esses horrores, que o mor do Pai é tão pródigo que nenhum mal jamais poderia resisti-lo.
Brenann.


6- Não teríamos nossas orações respondidas
João

16.24   Até agora nada tendes pedido em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa.

16.25   Estas coisas vos tenho dito por meio de figuras; vem a hora em que não vos falarei por meio de comparações, mas vos falarei claramente a respeito do Pai.

16.26   Naquele dia, pedireis em meu nome; e não vos digo que rogarei ao Pai por vós.

A Alegria da vida cristã que testifica de um Deus vivo vem por meio das orações respondidas. Jesus providenciou esse recurso para que tenhamos na Sua palavra forças para prosseguir.
E isto veio somente pelo véu rasgado, pela pessoa de Cristo encarnada e ressuscitada.


7- Seríamos dominados pelo Ego
Enquanto os homens se queimam de febre pela grandeza, Deus se aniquila na insignificância, para nos fazer saber o que realmente tem significado. A humildade do Natal comparada com a humilhação da cruz pode ser uma boa reflexão para meros mortais que supõem ostentar a nobreza da divindade. (Glenio)


8- Viveríamos uma vida finita
Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. (I Coríntios 15 : 19)

A existência de Deus é provada pela nossa sede de eternidade.


9- Viveríamos com medo
E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão. (Hebreus 2.15)

Com medo do fim do mundo, moradores entram em pânico durante apagão no Norte Pioneiro
Publicado em: 21/12/2012 - 14:24 | Atualizado em: 22/12/2012 - 12:39
Um breve desligamento da energia elétrica à 0h desta sexta-feira (21) causou pânico em alguns moradores de três cidades do Norte Pioneiro. Pensando que o fim do mundo realmente havia chegado, vários passaram mal e tiveram que ser levados para o hospital.
Perto da 0h, as residências de Joaquim Távora (153 km de Londrina), Carlópolis (174 km) e Guapirama (137 km) tiveram uma queda rápida na energia elétrica. O susto que a piscada das luzes causou aos habitantes foi narrado pelo locutor e jornalista da região, Édico Correia.


Conclusão
Como você viveria sem Cristo?
Já teve esse pesadelo?

Loiuvado seja o Senhor pela vinda de Cristo, que nos fez renascer, substituindo nossa vida pela Dele para que possamos viver de fato com abundância.

Pr. Fábio Alcântara

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Palavra libertadora

Dizer NÃO.

É uma palavra libertadora.

Exige muita coragem!

Shalom.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Três Categorias

Na igreja,em geral, temos três categorias de pessoas:

1- Aqueles que nunca nasceram de novo.
Estes estão ali por estar. Gostam das pessoas, das atividades e pela conveniência.
Não amam a Deus e nem consideram Sua palavra. Não demonstram que são renascidos. 

2- Aqueles que são sobrecarregados com expectativas cristãs.
Esses são os que participam de grupos religiosos que gostam de impor sobre os crentes regras e mais regras que eles mesmos não cumprem. Assim tornam inválido o sacrifício da Cruz. O agente da salvaçao e da santificação são eles mesmos e não Deus. Nao conseguem ser amados por Deus.

3- Os que nasceram de novo
Estes crêem no pleno sacrificio de Cristo e na sua suficiência para a salvaçao. Vivem uma fé viva e leve. Se arrependem porque foram perdoados por Deus e s santificação é fruto da fé e comunhão com Cristo.

Onde você se enquadra?
Shalom.