quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Eleições.


Não gosto de eleições. Sempre saí frustrado. Vejam estas últimas. Me lembro que votei somente na primeira vez quando o Lula entrou. Grande erro aquele sujeito pobre, pretenso trabalhador ter entrado e gostado tanto do poder. Depois nem trovoada foi capaz de tirá-lo da primeira classe daquele grande avião Brasiliano. Nas outras vezes, li muito, instruí o quanto pude quem eu conseguia, mas não teve jeito: o povão colocou ele lá de novo. Parei de ler a VEJA. Afinal para quê se instruir se os pensantes são voto vencido?

Depois veio a biju do Lula, a Dilma Ruimselff. Ruim pra ela e todo mundo. Na reeleição doía o estômago ver a campanha política patrocinada pelo Pinóquio. Mulher sem caráter. Sua boca a traía. Também não adiantou nada se instruir. Colocaram-na no poder e depois a vimos fazer tudo o que disse que não faria. Ah, sabe o que aconteceu né? Três meses depois já queriam tirá-la de lá. Agora sou a favor de que fique até o fim. Quem a colocou deve ficar de mãos dadas com ela até o fim. Quem sabe assim o povo aprende.

Agora também há eleições na Igreja amada que faço parte. Então o povo tem a mania de escolher sempre os mesmos. Sabe, aqueles que não falam nada nos concílios, mas não param de falar na fila de trás? Que não abrem a boca quando necessário? São esses que a galera escolhe como delegados: homens, aqueles que não discutem nada, nem que seja para pedir uma palavra de esclarecimento. Mas carregam um manto invisível da sabedoria de uma história passada de sucesso que se tornou cansativa. Tão eles lá! Digo homens, no sentido genérico, porque nem as mulheres acreditam nelas mesmas, são machistas e votam naqueles...homens.

E os futuros Bispos e uma Bispa talvez? Não pode ser eu, claro. Meu nome estará lá só por uma questão de homenagem, mas não passa do primeiro escrutínio. No momento atual jamais seria. Não sei fazer nada de diferente. Nem o milagre do crescimento... como nunca se viu na história desse país. Mas creio e oro para que os futuros Bispos sejam pessoas equilibradas. Confiáveis. Íntegras. Que amem a Igreja Metodista. Que não despreze os outros, que saibam reconhecer o Reino de Deus nas pequenas coisas. Que traga o letárgico para um pouco de movimento e o superativo para um pouco de letargia saudável. Mas nada de expectativas. Como sempre, viajarei de volta convicto de que tudo terá sido do mesmo jeito e meu engajamento fora inútil. “Aqueles”, estarão lá, e é claro, sem meu voto. Nada terá mudado. Afinal, quando Deus ouviu o povo que queria um rei, deu no que deu.

E se eu estiver errado, que tudo seja diferente. O tempo é implacável e revelador.

Maranata. Vem Jesus.

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