domingo, 20 de março de 2016

Ressurreição e esperança de uma nova vida


 
Mas Deus aceitou a obra de Cristo na Cruz, e com base neste fato ressuscitou-O de entre os mortos e recebeu-O na glória. Vemos, porém, aquele que foi feito um pouco menor que os anjos, Jesus, coroado de glória e honra, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos. Hebreus 2:9.

Existe um ponto em que Deus e o homem têm que se encontrar. Deus, descendo em Graça às profundezas do coração humano, vem até a nossa condição de pecadores e faz provisão de um remédio apropriado, único e suficiente, capaz de nos libertar: Cristo. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. João 8:36.

Um filho de Deus é nascido de Deus. Esta nova vida só pode ser dada em virtude da elevação do Senhor Jesus na Cruz, pois o homem é pecador e, como pecador, precisa morrer.

Não há vida nova sem a morte do homem para o pecado. Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Romanos 6:4.

Que revelação tremenda! Que fascinante obra do Espírito Santo! O homem natural, morto em delitos e pecados é por obra do Espírito de Deus, regenerado, isto é, o velho homem é substituído pelo novo.

Visto como o seu divino poder nos tem dado tudo o que diz respeito à vida e à piedade, pelo pleno conhecimento daquele que nos chamou por sua própria glória e virtude; pelas quais ele nos tem dado as suas preciosas e grandíssimas promessas, para que por elas vos torneis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo. 2 Pedro 1:3-4.

Tudo isto implica que Cristo está em nós e que temos a vida Divina, e nada neste mundo ou no porvir poderá nos tirar desta posição. Este é o verdadeiro Deus: Ele nos deu o Seu Filho. Graças a Deus, pelo seu dom inefável.

O homem, por si só, isto é, com seus próprios recursos, jamais poderá vencer esta lei; não pode desarmar a morte com seu aguilhão, posto que, o aguilhão da morte é o pecado e a força do pecado é a lei (1 Corintios 15: 56). Não pode, por sua própria energia, pôr de lado a sentença de morte. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte? Romanos 7:24.

Portanto, cada um de nós nasce neste mundo sob o domínio da morte. Em profundas trevas e absolutamente carentes de tudo o que necessário para ter comunhão com Deus. Isso ficou provado quando o nosso Senhor Jesus veio ao mundo. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem. João 1:4-9b.

 

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