quarta-feira, 11 de julho de 2007

Mundo Interior

Compartiho textos espirituais so livro Ponha Ordem no Seu Mundo Interior"
Cap 5
Existe um fenômeno, não muito raro, com que nos deparamos não apenas na historia da igreja mas também em nossa experiência diária: encontramos pessoas quase iletradas que parecem ter alcançado notável profundidade espiritual... enquanto outras, muito cultas, parecem estar executando belas acrobacias intelectuais apenas para encobrir o imenso vazio que existe em seu mundo interior.


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ÞSe meu mundo interior estiver em ordem será porque já tomei a firme deliberação de encarar o tempo como uma dádiva de Deus, que merece ser aplicado com critério.

Quem não aprende a fazer distinção entre as despesas fixas do seu orçamento e as que atendem ao gosto pessoal, termina fazendo dividas, que é a própria desorganização no plano das finanças.
Quando o dinheiro é limitado, somos obrigados a planejar. E quando o tempo é limitado, o mesmo principio deve ser aplicado. A pessoa desorganizada deve procurar ver as coisas pela perspectiva do planejamento. E isso significa fazer a distinção entre o que é obrigatório e o que é do gosto pessoal – entre o que se deve fazer e o que se gosta de fazer.

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ÞSe meu mundo interior estiver em ordem será porque já comecei a reparar os problemas de desperdício de tempo e a aplicar minhas horas mais produtivas de acordo com minhas habilidades, minhas limitações e prioridades.
Elton Trueblood afirmava:
“Um homem de vida publica, embora obrigatoriamente tenha que ser acessível aos outros, tem qua aprender a esconder-se. Se estiver sempre à disposição dos outros, não lhes será tão útil quando precisarem de recorrer a ele. Certa vez escrevi um capitulo de um livro na estação de trens, mas isto acabou sendo uma forma de me esconder, pois ninguém sabia quem era aquele homem ali com um bloco de anotações. Desse modo ninguém me incomodou e pude ficar lá por cinco horas”.

Nem tudo que “grita mais alto” na verdade é a coisa mais importante.

A esposa de William Booth, fundador do Exercito da Salvação, escreveu-lhe uma carta:
“Seus bilhetes de terça-feira chegaram, e fiquei muito alegre de saber que o trabalho está sendo abençoado, mas triste de entender que você está cansado. Temo pelos efeitos que toda essa comoção e atividade possam ter sobre sua saúde. Embora não queira atrapalhar seu serviço, aconselharia a não gastar insensatamente suas forças.

C.S.Lewis afirmou certa vez:
“Não se convença muito depressa de que Deus quer que você faça uma porção de coisas que, na verdade, não precisa fazer. Cada um de nós deve cumprir seu dever na vocação em que foi chamado. Lembre-se de que a idéia de que se deve fazer determinada coisa apenas porque precisa ser feita é uma característica feminina e americana e dos tempos modernos. Portanto você deve estar sendo impedido de enxergar os fatos com clareza por causa desses três véus. Assim como podemos ser intemperantes na bebida, podemos sê-los também no trabalho. Um excesso de atividades, que se julga ser zelo, na verdade pode ser apenas uma agitação nervosa, ou uma forma de alimentar nossa importância pessoal... Quando executamos servicos que não são exigidos pela nossa vocação e não estar aptos para fazer os deveres que ela exige de nós, e assim agir erradamente. É bom darmos uma chance para “Maria”,, assim como as damos a “Marta”.

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